MasukSarah e eu nos divertimos muito enquanto dançamos, a todo momento ela me provocava tocando discretamente no meu pau, e se divertia com a minha reação.
— Sarah, sussurro em seu ouvido — os homens estão morrendo de inveja de mim com uma mulher sexy e gostosa como você ao meu lado, e porra, essa fenda no seu vestido é de deixar qualquer um louco, você só pode colocar esse vestido quando estiver comigo.
— Você é tão presunçoso senhor Campbell, em relação ao vestido vou pensar.
— Não me fode Sarah, nem em sonho você pode usá-lo quando estiver sozinha, estou vendo muito bem como os caras ficam — ela me olha com um sorriso safado nos lábios.
— Você não confia em mim, amor? — Nem deu tempo de responder, tocou Rihanna e ela começou a dançar na minha frente olhando para mim, mexendo os quadris, gemi. Sexy, muito sexy, o inferno de mulher sexy — ela cai na gargalhada.
Para piorar a situação do meu pau, o DJ trocou o ritmo da música que era pop por música lenta. Minha provocadora entrou novamente em ação. Sarah ficou de costas para mim e eu a abracei, ela se movimentou no ritmo da música, como ela estava de salto, sua bunda ficou na altura da minha glande.
Ela balançava os quadris esfregando sua bunda gostosa para caralho. Como ela pode ter dúvida o quanto é linda e gostosa? Ela encosta sua cabeça em meu peito, eu estou duro para cacete, nossas mãos estavam unidas impedindo que eu a tocasse. Minha provocadora tomou o controle, de vez em quando leva minhas mãos até seus seios e as deslizam suavemente sobre eles, torturando descaradamente.
— Provocadora para caralho — rosnei.
A ouvi rindo com o meu murmúrio, virou ficando de frente para mim, colocou seus braços ao redor do meu pescoço. Tomei a sua boca. Acabando com o pouco de controle que ainda me restava, ela desceu uma mão e colocou dentro da minha calça, seu toque no meu pau foi demais para mim. — Foda-se.
A puxei pela pista, desesperado, caminhamos até o elevador, me contive dentro do elevador porque tinham outras pessoas conosco, ela sorriu debochando do meu desespero, tinha certeza que ela deveria estar como eu, sua boceta devia estar encharcada. Chegando na cobertura mal entramos tirei sua roupa e a minha, ela me olhou como uma menina travessa.
— Você gosta de me provocar não é baby? Vou te foder tão forte que você vai para sua inauguração amanhã com dificuldades de andar. — Não espero nada menos de você.
— Provoca mesmo, vou comer sua bunda, forte e duro, você me provocou o tempo todo com ela, e deixou meia dúzia de homens excitados com a porra desse vestido. Meu pau está tão duro e eu não vou ter piedade de você. — Pare de falar e me fode logo.
Urrei com seu atrevimento e com o tesão que eu estava sentindo.
Sarah está encharcada, a excitação em nossos corpos são evidente, chupei sua boceta, faminto e sedento por seu gozo, seus gritos me excitavam ainda mais.
— Gostosa, que boceta gostosa — a proporcionei dois orgasmos seguidos e uma ejaculação.
— Vai continuar me provocando baby? — Me fode B, quero seu pau dentro de mim.
— Vou comer sua bunda e vou usar seu creme para lubrificar meu pau — mergulho meu pau em sua boceta que o engoliu e urro com a sensação.
— Boceta gulosa que você tem baby.
Meto sem dó para deixar meu pau lambuzado, eu não vejo a hora de comer sua bunda gostosa. Coloco meus dedos lubrificados com o seu gozo no seu anel o preparando para me receber. Enfio meu pau de vez e a fodo intensamente, ambos gritamos em meio aos nossos gemidos.
— Porra baby, eu não quero gozar agora mais está difícil de segurar, e você não está colaborando nada rebolando essa bunda.
— Ahhh! Amor, está uma delícia seu pau na minha bunda, mete mais forte amor, vai gostoso.
— Caralho, mulher. Baby. Sarah. Amor. — Gozo, litros em seu rabo, foi impossível segurar mais.
Passamos a noite nos amando, minha mulher é tão insaciável quanto eu, quando acordei passavam das dez da manhã, pegamos no sono já estava amanhecendo.
Deixei Sarah dormir mais um pouco, enquanto isso peço o nosso café da manhã, tomo uma ducha e assim que chegou o nosso café, a acordei, tenho certeza que ela está com fome, gastamos muita energia nessa madrugada.
— Sarah, amor, acorda baby, dei vários beijinhos nela que despertou se espreguiçando. — Bom dia B.
— Bom dia amor, senta que vou trazer nosso café. — B, estou tão ansiosa. — Por causa da inauguração do hospital, amor?
— É B, sei lá, julgo que por ser um projeto o qual nunca fizemos, e não conhecemos o proprietário, nunca desenvolvi um trabalho sem conversar diretamente com a parte interessada, foi estranho.
— Não se preocupe, linda, o próprio aprovou o projeto, viu o resultado depois, mesmo que tenha sido por fotos e vídeo.
— Você tem razão, amor, é só uma sensação estranha, deve ser coisa da minha cabeça.
Ficamos no hotel até depois do almoço, nos amamos mais uma vez antes de irmos embora, deixei Sarah em sua casa muito a contragosto, mas ela precisava descansar para sua noite, e se eu ficasse com certeza ela ficaria mais cansada. Desde que a conheci, me sinto um garoto de vinte anos, tenho o mesmo vigor e o apetite sexual. A diferença é que não é apenas a união de nossas carnes, envolve nossos sentimentos e isso torna tudo mais prazeroso.
SARAH
Lily e eu chegamos no Hospital Center Hayes por volta de oito horas, o local já estava lotado.
Minha amiga observava os convidados e especulava quem seria o proprietário, cada homem acima dos cinquenta anos ela dizia que poderia ser ele. Havia uns três médicos que conhecemos durante a obra, o odontologista infantil o qual conversamos para ter ideia de como decorar sua sala, porque apesar de ser infantil o tema teria que ser diferente da pediatria. A pediatra e o dermatologista, pelo, o que eles nos informaram fazem parte da diretoria do hospital, por isso que visitavam frequentemente a obra.
Encontramos o senhor, Dukan, ele nos disse que o senhor, Hayes chegaria em vinte minutos. Nos apresentou a alguns médicos, depois das apresentações, disse que assim que o senhor, Hayes chegasse, levaria a todos para fazer um tour pelo hospital para mostrar as dependências.
A música ambiente parou e o senhor, Dukan chamou a atenção de todos, começou a falar que o hospital era um sonho realizado pelo senhor, Hayes, que como esse, ele possui mais dois hospitais, um em Cuba e outro no México, mas o seu sonho era ter um, na cidade onde nasceu, devido ao seu trabalho intenso como médico isso só foi possível realizar este ano. Quando ele falou Cuba meu coração gelou.
— Será Lily? Cuba. Hayes.
Ele entra com sua família mais lindo do que nunca, em seu Armani preto exalando poder, Steven Hayes, aquele a quem entreguei minha virgindade e amei. Aquele que foi o único homem que não foi um canalha comigo. Aquele que tínhamos planos para casar. Aquele que me tratava como rainha e fazia de tudo para realizar meus desejos mesmo que eu não pedisse. Aquele que os planos profissionais nos separaram.
Fico boquiaberta, Steven, como fui burra em não associar o nome do hospital, apesar de que só ficamos sabendo essa semana, o senhor Dukan manteve em segredo o tempo todo.
— Sarah não acredito no que eu estou vendo, esse tempo todo estávamos trabalhando para o Steven, amiga ele está ainda mais bonito e elegante do que eu me lembrava.
— Nem me fale Lily. Será que ele sabia o tempo todo que era a nossa empresa que.... não, não. Meu Deus não pode ser, são tantas perguntas, eu nem sei o que pensar.
Quando menos esperávamos, ainda atônitas falando sobre a aparição surpreendente, Steven se aproxima com um sorriso lindo.
— Sarah! Que surpresa! Ainda lembra de mim? — Claro que sim Steven.
— Depois de tantos anos sem te ver eu não mereço um abraço?
— Relaxei um pouco e o abracei, senti seu cheiro que ainda continua o mesmo. — E você Lily, não vai abraçar seu velho amigo? — Lily o abraçou.
Ly o elogiou dizendo que ele estava muito bonito com cara de mais homem, perguntou se ele se casou. Respondeu que não, ela mal respirava, falava o tempo todo e Steven ria. Steven nos contou que ele não pode vir antes a Manhattan, porque estava tendo alguns problemas administrativos em seu hospital no México. Que o senhor, Dukan realizou um ótimo trabalho nos seus dois hospitais então ele confiou plenamente em deixar em suas mãos esse hospital. O senhor, Dukan se aproximou interrompendo o interrogatório de Lily.
— Já vi que o senhor conheceu as, design do hospital. — Steven levanta a sobrancelha, olha para nós e para o senhor Dukan.
— Vocês? SV Design? — Sim, Steven eu sou a proprietária, e Lily trabalha comigo.
Ele riu com a coincidência e o senhor, Dukan fez uma expressão de que não estava entendendo nada. Lily falou para ele que nos conhecíamos há muitos anos e que ele tinha sido meu namorado. O gentil senhor, ficou surpreso e contente pela coincidência, elogiou nosso profissionalismo e depois se afastou para cumprimentar outras pessoas. Os pais de Steven se aproximaram e nos cumprimentaram, eu os vi há dois meses na casa dos meus pais que mantém contato com eles. Depois do tour pelo hospital que Steven fez questão que eu e Lily ficássemos ao seu lado, nós fomos embora.
Quando cheguei em casa liguei para o Bryan, ele pediu que eu ligasse assim que chegasse, queria saber como foi, estava um pouco preocupado com a minha ansiedade. Amo muito o fato dele se preocupar com meu trabalho e me apoiar.
Contei para ele que foi tudo bem, só não falei do Steven, sobre isso prefiri falar pessoalmente, eu mesmo não havia digerido muito bem, o ver depois de tantos anos mexeram um pouco comigo, estou me sentindo estranha, não sei, parece que está faltando alguma coisa. Conversamos um pouco, ele como sempre um pervertido com suas palavras sujas que amo.
Pensei em ir para sua casa, mas não estou muito bem, depois da noite de hoje. Bryan merece que eu me dê por completo e hoje não será possível. O conhecendo, tenho certeza que ele iria confundir as coisas, se eu falasse sobre o Steven. Bryan é um pouco ciumento e poderia entender mal a minha reação, apesar que ele sempre teve atitudes maduras comigo em relação ao seu ciúme.
Custei a pegar no sono, encontrar Steven anos depois da nossa separação e desse jeito, foi um choque. Steven foi muito importante na minha vida e foi estranho a forma como o encontrei.
EPÍLOGOBRYANCheguei em casa por volta das cinco horas da tarde e Sarah não estava, nem Amy, para mim, era normal, a maioria das vezes chego antes dela e Amy provavelmente foi para sua casa, ela costuma ir embora cedo, mas antes de ir deixa o jantar pronto e a noite esquentamos. Subi para nosso quarto, em cima da cama havia um envelope com um convite para jantar no Four Seasons, um hotel que fica aqui em Manhattan, levei Sarah lá em uns dos nossos aniversários de mês de namoro, na época não podíamos viajar porque seria a inauguração do hospital do Steven e ela que havia feito o projeto, por causa disso não pude fazer como os outros meses que a levei para outro país. Sarah conseguiu reserva na mesma suíte que ficamos hospedados quando tivemos nesse hotel.Sorri porque sabia que minha mulher estava armando alguma coisa, eu adoro fazer surpresas para Sarah, nosso casamento nunca caí na rotina, e gosto ainda mais quando ela me surpreende.Tomei um banho de banheira bem demorado porque ain
SARAHUM ANO DEPOISA Sarah barraqueira, aquela que arrumava confusão, ficou lá traz, bem antes de conhecer o Bryan, mas tem horas que dá vontade de chamar essa, Sarah de volta. Estou eu aqui tranquilamente com meu belo marido no luau que o hotel está realizando essa noite, vocês não devem estar entendendo nada, eu e B estamos fazendo um ano de casados e viemos comemorar no mesmo hotel em que passamos a nossa Lua de Mel em Montego Bay, Jamaica, o hotel é maravilhoso, tem uma praia particular onde está sendo realizado o luau.Voltando ao assunto, é um problema muito sério ser casada com um Adônis destruidor de calcinhas, todos os lugares que vamos, pode ser um simples supermercado, B chama muita atenção, no auge dos seus quase quarenta anos, ele esbanja beleza, seu porte grande e musculoso é de tirar o folego. Seus olhos, esmeraldas são um espet&
SARAHDepois da maquiagem retocada minha mãe me deixou sozinha dizendo que eu teria que descer em dez minutos. Meu coração estava uma mistura de ansiedade, felicidade e frustação. Estou frustrada porque o Luke não veio falar comigo, está acontecendo alguma coisa para que ele esteja me evitando. Meu peito dói, nunca imaginei que no dia do meu casamento ele não estaria ao meu lado, sonhei tantas e tantas vezes com ele fazendo os planos comigo, nós dois juntos escolhendo o vestido, e principalmente ele ao meu lado no momento de me entregar ao meu futuro marido. Ouço alguém bater na porta.— Sarah meu amor, vamos, está na hora, meu menino está muito nervoso, anda de um lado a outro no altar.— Vou descer Amy, me ajude por favor — deixa que eu pego seu buque.— B deve estar com medo que eu não ap
SARAHHoje é o grande dia, o dia em que me tornarei a senhora Campbell, sairei vestida de noiva da minha casa, a casa onde moro com o Bryan, para a cerimônia que será na mansão dos meus pais. B não me deixou organizar nada referente a decoração e organização da cerimônia, minha mãe e minha sogra quase surtaram com essa decisão, que surpreendentemente ele tomou. A única que não reclamou foi a vó Beth, ainda ficou de o ajudar no que ele precisasse na organização, Lily também se prontificou em ajudá-lo.Lembro da vó Beth dizendo “Filho o casamento é seu faça o que quiser, elas não têm nada que ficar se metendo", minha mãe e minha sogra murmuraram, eu e Lily rimos, B beijou sua avó com um sorriso bobo nos lábios e a agradeceu sussurrando em seu ouvido, eu também
SARAHFaltam exatamente uma semana para meu casamento, não sei o que está acontecendo, meu irmão tem me evitado, se eu não soubesse que ele e Bryan se amam como irmãos, pensaria que ele não é a favor do nosso casamento. Estou muito triste, nem na Vendramini consegui vê-lo. Fiz uma surpresa, fui até a empresa para chamá-lo para almoçar comigo, ele não me atendeu dizendo que estava em reunião e não tinha hora para acabar. Será que Luke não quer me ver por que caiu sua ficha que a culpa dele estar em uma cadeira de rodas é minha?Não sei o que pensar, sinto tanto sua falta, se não fosse esses dias que estou atarefada com a organização do meu casamento, não suportaria. Combinei com meu pai que ele e Luke me levariam ao altar, os dois homens da minha vida me entregando ao meu terceiro homem, meu amor, mas es
BRYANFinalmente minha mulher está de volta, ontem abrimos o nosso coração e tudo que estava nos impedindo de seguir em frente ficou no passado. Sarah se abriu completamente e reafirmamos o nosso amor, pude tocá-la novamente, sentir o seu gosto e estar dentro dela. Sou um homem de sorte por tê-la em minha vida. Nos amamos a noite toda, matei saudades da minha mulher, da minha mulher, porra. Tomei seu corpo e nos amamos intensamente, os sentimentos e as sensações estavam multiplicados por mais de dois meses de afastamento. Amor, sexo, luxúria, tesão e saudade, muita saudade.A pedi outra vez em casamento, comprei outro anel porque infelizmente o primeiro que dei para ela a puta da Melissa roubou. Quando Sarah retornou do cativeiro e me contou sobre o anel, mandei imediatamente fazer outro, aguardei o momento certo para entrega-la, e ontem enquanto eu a amava com estocadas lentas a pedi em casa