LOGINCheguei na casa do Bryan recebendo o carinho tão peculiar da Amy, ela preparou um jantar maravilhoso, me esbaldei no seu macarrão a carbonara. Como pela manhã eu a obriguei a me acompanhar, enquanto jantamos aproveitei para saber um pouco mais do Bryan, coisas como seu prato preferido. Depois do jantar ajudei Amy na cozinha e me recolhi para o quarto do Bryan, fiz minha higiene e fiquei aguardando o seu contato. Já passava das dez horas e Bryan não fez a chamada de vídeo, fiquei um pouco chateada, mas me coloquei em seu lugar, já o deixei assim por vários dias. Acabei pegando no sono com o notebook aberto e o celular ao meu lado.
Muito tempo depois não sei precisar o quanto, seu cheiro amadeirado invadiu minha narina, ainda sonolenta pensei que estava sonhando, foi quando suas mãos grandes envolveram meu corpo e uma parede de músculos imprensou minhas costas, se aquilo era um sonho eu não queria acordar, mas era real, seu corpo e seu cheiro presente, uma sensação já embutida no meu sistema.
— Baby. — B, é você amor? Não estou sonhando?
— Sim baby, sou eu. — B, esperei tanto seu contato, amor.
— Shh! Estou aqui, amor, não podia te ligar senão você saberia que estaria vindo para casa.
— Amei a surpresa, eu te amo tanto — eu também Sarah. Porra, eu amo você menina.
A partir daí não houve mais palavras somente gemidos, beijos longos e saudosos, nossas mãos agitadas passeando pelos nossos corpos e a nossa língua explorando cada centímetro. Gemidos e mais gemidos. Grunhidos e mais Grunhidos. Urros e mais urros. Naquele momento, éramos totalmente vocais, sem limites, nossos corpos emitiam tudo o que estávamos sentindo. Não dava para esperar ele fazer sexo oral em mim e em seguida eu nele. Tudo era urgente, então fizemos isso juntos na posição 69, perfeito seu membro grosso e longo deslizando na minha boca que estava cheia d'água para o saborear, cheia de saudade e de desejo. Sua boca sugou tudo de mim, eu gemia abafado com seu pau em minha boca e ele agia da mesma forma grunhindo com sua boca preenchida por minha boceta.
Nosso ápice não demorou a surgir, consumi todo o seu gozo sem deixar uma gota enquanto ele tomava tudo de mim, nossos corpos com espasmos violentos anunciavam o quanto foi prazeroso. Da nossa boca não saia, palavras porque a mantemos o tempo todo, ocupada, elas eram ditas através da nossa pele arrepiada, minhas costas arqueadas enquanto ele estocava dentro de mim, do nosso corpo que exalava sexualidade e luxúria.
Boca com boca, língua com língua, ficamos assim, era impossível ficar em uma posição que nossas bocas ficassem distantes, tudo era dito ali no envolver de nossas línguas que se separavam quando necessário, somente para dar espaço para recuperarmos o ar.
Terremoto.
A definição certa para o tremor naquela cama, eu fui fodida duramente tanto pela força de suas estocadas como pela dureza de seu pau.
Tremia meu corpo, tremia a cama.
Explodimos em nosso orgasmo e mais tremor. Um terremoto chamado amor e desejo surgiu na sua escala total, uma escala antes jamais vivenciada por mim.
— Eu te amo tanto B. — Eu também baby, inferno, não quero mais ficar tanto tempo longe de você.
Ter meu homem, o meu amor de volta, foi o melhor presente que recebi em toda minha vida.
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Ontem Bryan e eu completamos três meses que estamos namorando oficialmente, como nos outros dois meses ele preparou algo especial, pediu que eu ficasse pronta às sete da noite que iríamos sair para jantar, só não disse onde, no mês passado ele me levou para Itália e no anterior para Portugal, desta vez ele não vai me sequestrar para longe porque amanhã é a inauguração do hospital, o proprietário faz questão da nossa presença, minha e da Lily, mesmo que ele não tivesse exigido a nossa presença, iríamos de qualquer forma, é a realização do nosso primeiro trabalho em um hospital. Por esse motivo que tenho certeza que não vamos longe, mas, mesmo assim, estou ansiosa para saber o que ele preparou.
Fiz questão de me arrumar em casa hoje, nos últimos meses tenho dormido mais no Bryan, me sinto mais à vontade sem ele por perto.
Toda vez que nos arrumamos juntos é difícil terminar, acabamos fodendo. É assim antes de ir ao trabalho, e a noite quando temos que ir a algum lugar. Não estou reclamando, apenas quero ter a sensação da surpresa tanto para mim quanto para ele.
Bryan está de tirar o fôlego, em um Armani azul-escuro e camisa branca. Meus olhos passeiam por todo seu corpo, assim como o dele passeia pelo meu, estou com um longo vermelho com uma fenda na lateral bem provocante, bolsa e salto nude.
— Amor, você está linda. Cristo! Vou ter que me segurar para não te foder agora mesmo. Sorrio com sua excitação que não é diferente da minha.
— Você também não está nada mal — ele sorriu. — Vamos logo baby, antes que eu desista.
Uma limusine nos aguardava, andamos por volta de meia hora até chegar ao Four Seasons Hotel, esse Hotel é esplêndido, estive aqui algumas vezes em reuniões. Bry reservou a suíte da cobertura que possui um terraço onde foi colocado uma mesa para dois. A decoração da mesa é simples, uma toalha de cor de juta cobrindo a mesa e sobre ela arranjos amarelos, estava tudo lindo. Ele me surpreendeu colocando um lindo colar em meu pescoço, ligou o som, dançamos ali, somente nós dois e a lua contemplando o nosso amor. Amor, sentimento que transbordava em nosso peito, que declarávamos a todo momento.
O chefe de cozinha do hotel nos serviu pessoalmente, me senti privilegiada, admiro muito a arte de cozinhar. Durante o jantar, pouco falamos, apenas nos curtimos, saboreando um, a presença do outro. Quando terminamos Bry dispensou a todos.
— Baby, quero você. Inferno como eu quero você. Desde que cheguei na sua casa e te vi com esse vestido, estou fazendo um enorme esforço para não te tomar. — Então me toma amor, sou sua, para sempre sua.
Bryan grunhiu e tomou minha boca, nossas línguas se misturaram com o nosso sabor e o sabor do vinho.
— Eu te quero aqui Sarah, para que toda a Manhattan saiba que você é minha.
Nos amamos no terraço, minhas mãos apoiadas no muro da sacada enquanto Bryan me possuía fortemente com sua dureza dentro de mim. Por causa da enorme fenda não foi necessário retirar o vestido, facilitando a união dos nossos sexos excitados. O cenário, a forma como nos entregamos a luxúria era tão excitante, tão perfeito. Olhava os carros passando na rua e as pessoas entrando e saindo do hotel completamente alheias ao que acontecia naquele terraço, daquela altura tudo era tão pequeno, mas a sensação de estar exposta e imaginar que alguém poderia nos ver, ou nos ouvir me levava a loucura. Me perguntava internamente se enquanto gemíamos os hóspedes do andar inferior podiam ouvir, e se eles ficaram excitados ao nos ouvir. Porque somos vocais, ah! Isso somos.
— Sarah, você está tão gostosa com esse vestido. — Ohhhh Bry, está tão gostoso.
— Goza para mim, amor, porque eu não estou aguentando mais, e ainda temos a nossa dança. — Me toca amor, estou tão perto. — Isso amor, deixa essa sua boceta apertar o meu pau. Caralho!
Nós gozamos praticamente juntos, nossos gemidos foram tão altos que ecoaram pelo céu de Manhattan.
Ainda ofegantes ficamos ali recebendo a brisa da noite até que nossas respirações voltassem ao normal, senti um pouco do seu gozo misturado ao meu escorrer por minhas pernas, há dois meses que não usamos preservativo e sentir pele com pele é a melhor sensação.
— Amor, você quer dançar comigo? Sabe que virou tradição em nossas comemorações.
— Você sabe que amo dançar com você, amo ficar abraçada sentindo seu cheiro enquanto dançamos. Você sabe muito bem Bry que amo fazer tudo com você.
— Menina, sou um puto de um sortudo de ter você na minha vida.
— Ah! Isso é verdade, porque essa aqui meu bem, papai depois que fez, jogou a forma fora. — Ele gargalhou e me beijou — vamos. Bate na minha bunda.
— Preciso ir ao banheiro, me limpar, ajeitar meu cabelo e retocar minha maquiagem, se eu sair assim toda melada e cheirando a sexo todos vão perceber.
— Foda-se, quero mesmo que todos saibam que você é minha, só eu fodo você, e não se preocupe que para mim você está linda. — Para de ser tão possessivo e pervertido, já volto.
Fomos para a boate do Hotel, Bry escolheu uma mesa mais afastada, pediu nossas bebidas e ficamos como dois adolescentes namorando no escurinho, nossos beijos intensos e nossas mãos estavam ansiosas o tempo todo, nem parecia que tínhamos acabado de transar naquele terraço.
— B, você me trouxe aqui para dançarmos, do jeito que estamos indo, daqui a pouco estaremos transando, basta de publicidade por hoje, apesar de que ninguém nos viu no terraço, tenho certeza que nos ouviram e eu não estou a fim de amanhã aparecer na internet, “casal fodendo em um canto na boate de um hotel cinco estrelas em Manhattan”. — B ficou rindo distribuindo diversos beijos pelo meu rosto e pescoço.
— Quer dizer que você acha que nos ouviram, baby? Eles deviam estar morrendo de inveja.
— Amor sossega, vou ao banheiro e quando voltar, iremos dançar, temos a noite toda para nos amar como gostamos e merecemos. Levanto e jogo um beijo para ele. — Hum! Gostei disso, gostosa — ele murmurou enquanto eu caminhava.
Quando saí do banheiro e estava próximo a nossa mesa, ouvi alguém me chamar, virei meu rosto na direção de onde achava ter ouvido, vi Eddie Onel, um amigo de Luke que mora em Malibu. Eddie é um cara muito simpático e muito bonito, tem aquela pele bronzeada de quem vive na praia, um porte físico que atrai a qualquer mulher, me chamou várias vezes para sair, mas na época que o conheci estava começando a namorar o cretino do Jean, se eu soubesse que seria chifruda não tinha dispensado esse gato.
— Eddie quanto tempo, nos abraçamos — O que te trouxe a Manhattan?
— Negócios Sarah, tenho uma reunião bem cedo então pensei ser melhor passar a noite aqui.
BRYAN
Estou sentado tomando minha bebida aguardando minha namorada, quando a vejo se aproximando, ela para e troca algumas palavras com um cara, os dois se abraçam, e agora estão no maior papo. Será que ela vai me apresentar seu amigo? Não estou gostando dessa porra. Minha vontade é de ir até eles, mas não posso agir como um garoto enciumado. Porque ela não vem logo, hoje é a nossa noite e esse filho da puta está olhando minha mulher de cima a baixo. Foda-se, a mulher é minha. Me aproximei deles e foi quando ouvi o filho da puta dizendo.
— Sarah a cada ano que passa você está mais linda, pena que nunca quis nada comigo — e nem vai querer — me aproximei e a beijei na boca.
— Eddie esse é o Bryan Campbell, meu amor, estamos neste hotel comemorando nossa união.
Fico feliz porque Sarah me apresentou como seu amor, não simplesmente como seu namorado, mas sim como seu amor. Amo minha garota, deixou bem claro para esse olho gordo que ele não tem a mínima chance.
— Prazer, Eddie Onel. Apertei sua mão e assenti com a cabeça.
— Eddie o Luke sabe que você está em Manhattan? — Perguntou Sarah, ela ainda continua puxando assunto, merda.
— Não, cheguei agora à noite, pretendo ligar para ele amanhã. — Sabe que ele vai ficar chateado de você não ficar hospedado na mansão.
— Sei, mas foi de última hora, quem viria, seria um diretor da empresa que não pode vir por problemas pessoais.
— Entendi, de qualquer forma foi bom te ver, se ficar mais dias vamos combinar alguma coisa.
— Eu já vi que não tenho nenhuma chance — fechei o cenho, esse cara está de sacanagem comigo. — Calma meu amigo, estou brincando — pela cara que fiz ele se redimiu — e já entendi pelo olhar de vocês que se amam, mas a Lily está solteira? — O filho da puta atira para todo lado. — Está, você sabe muito bem como ela é — risos.
— Perfeito, amanhã ligo para o Luke, agora os pombinhos aproveitem a noite. — Ele abraça Sarah, aperta minha mão e vai embora, ficou tempo demais para o meu gosto, já foi tarde.
EPÍLOGOBRYANCheguei em casa por volta das cinco horas da tarde e Sarah não estava, nem Amy, para mim, era normal, a maioria das vezes chego antes dela e Amy provavelmente foi para sua casa, ela costuma ir embora cedo, mas antes de ir deixa o jantar pronto e a noite esquentamos. Subi para nosso quarto, em cima da cama havia um envelope com um convite para jantar no Four Seasons, um hotel que fica aqui em Manhattan, levei Sarah lá em uns dos nossos aniversários de mês de namoro, na época não podíamos viajar porque seria a inauguração do hospital do Steven e ela que havia feito o projeto, por causa disso não pude fazer como os outros meses que a levei para outro país. Sarah conseguiu reserva na mesma suíte que ficamos hospedados quando tivemos nesse hotel.Sorri porque sabia que minha mulher estava armando alguma coisa, eu adoro fazer surpresas para Sarah, nosso casamento nunca caí na rotina, e gosto ainda mais quando ela me surpreende.Tomei um banho de banheira bem demorado porque ain
SARAHUM ANO DEPOISA Sarah barraqueira, aquela que arrumava confusão, ficou lá traz, bem antes de conhecer o Bryan, mas tem horas que dá vontade de chamar essa, Sarah de volta. Estou eu aqui tranquilamente com meu belo marido no luau que o hotel está realizando essa noite, vocês não devem estar entendendo nada, eu e B estamos fazendo um ano de casados e viemos comemorar no mesmo hotel em que passamos a nossa Lua de Mel em Montego Bay, Jamaica, o hotel é maravilhoso, tem uma praia particular onde está sendo realizado o luau.Voltando ao assunto, é um problema muito sério ser casada com um Adônis destruidor de calcinhas, todos os lugares que vamos, pode ser um simples supermercado, B chama muita atenção, no auge dos seus quase quarenta anos, ele esbanja beleza, seu porte grande e musculoso é de tirar o folego. Seus olhos, esmeraldas são um espet&
SARAHDepois da maquiagem retocada minha mãe me deixou sozinha dizendo que eu teria que descer em dez minutos. Meu coração estava uma mistura de ansiedade, felicidade e frustação. Estou frustrada porque o Luke não veio falar comigo, está acontecendo alguma coisa para que ele esteja me evitando. Meu peito dói, nunca imaginei que no dia do meu casamento ele não estaria ao meu lado, sonhei tantas e tantas vezes com ele fazendo os planos comigo, nós dois juntos escolhendo o vestido, e principalmente ele ao meu lado no momento de me entregar ao meu futuro marido. Ouço alguém bater na porta.— Sarah meu amor, vamos, está na hora, meu menino está muito nervoso, anda de um lado a outro no altar.— Vou descer Amy, me ajude por favor — deixa que eu pego seu buque.— B deve estar com medo que eu não ap
SARAHHoje é o grande dia, o dia em que me tornarei a senhora Campbell, sairei vestida de noiva da minha casa, a casa onde moro com o Bryan, para a cerimônia que será na mansão dos meus pais. B não me deixou organizar nada referente a decoração e organização da cerimônia, minha mãe e minha sogra quase surtaram com essa decisão, que surpreendentemente ele tomou. A única que não reclamou foi a vó Beth, ainda ficou de o ajudar no que ele precisasse na organização, Lily também se prontificou em ajudá-lo.Lembro da vó Beth dizendo “Filho o casamento é seu faça o que quiser, elas não têm nada que ficar se metendo", minha mãe e minha sogra murmuraram, eu e Lily rimos, B beijou sua avó com um sorriso bobo nos lábios e a agradeceu sussurrando em seu ouvido, eu também
SARAHFaltam exatamente uma semana para meu casamento, não sei o que está acontecendo, meu irmão tem me evitado, se eu não soubesse que ele e Bryan se amam como irmãos, pensaria que ele não é a favor do nosso casamento. Estou muito triste, nem na Vendramini consegui vê-lo. Fiz uma surpresa, fui até a empresa para chamá-lo para almoçar comigo, ele não me atendeu dizendo que estava em reunião e não tinha hora para acabar. Será que Luke não quer me ver por que caiu sua ficha que a culpa dele estar em uma cadeira de rodas é minha?Não sei o que pensar, sinto tanto sua falta, se não fosse esses dias que estou atarefada com a organização do meu casamento, não suportaria. Combinei com meu pai que ele e Luke me levariam ao altar, os dois homens da minha vida me entregando ao meu terceiro homem, meu amor, mas es
BRYANFinalmente minha mulher está de volta, ontem abrimos o nosso coração e tudo que estava nos impedindo de seguir em frente ficou no passado. Sarah se abriu completamente e reafirmamos o nosso amor, pude tocá-la novamente, sentir o seu gosto e estar dentro dela. Sou um homem de sorte por tê-la em minha vida. Nos amamos a noite toda, matei saudades da minha mulher, da minha mulher, porra. Tomei seu corpo e nos amamos intensamente, os sentimentos e as sensações estavam multiplicados por mais de dois meses de afastamento. Amor, sexo, luxúria, tesão e saudade, muita saudade.A pedi outra vez em casamento, comprei outro anel porque infelizmente o primeiro que dei para ela a puta da Melissa roubou. Quando Sarah retornou do cativeiro e me contou sobre o anel, mandei imediatamente fazer outro, aguardei o momento certo para entrega-la, e ontem enquanto eu a amava com estocadas lentas a pedi em casa