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Autor: LuadMel
last update Fecha de publicación: 2023-04-27 11:45:33

Voltamos a nos beijar enquanto o sinto subir as escadas e logo sou jogada em sua cama, ele se afasta tirando a camisa, se livrar da calça e da cueca me deixando sem ar ao ver seu falo de fora. Volta a deitar na cama sobre meu corpo desferindo beijos em todos os cantos, me sinto mais excitada que o normal, fecho os olhos para suportar cada toque seu.

Marck sabe o que faz e isso está me deixando tão excitada. Seus beijos pelo meu pescoço, as mãos agitadas que não param quietas, estão sobre meus seios brincando com cada um antes levar um deles a boca, sua língua brinca com o mamilo gentilmente, gemo novamente e ele sorri com excitação. Seus beijos voltam a minha boca e dessa vez descem até minha barriga.

— Está nervosa? - Ele pergunta ainda descendo seus beijos pelo umbigo e chega a virilha, nego com a cabeça e ele ergue uma das minhas pernas beijando ela até o ponto mais fraco do meu corpo, arqueio minhas costas soltando um escandaloso gemido quando seus dedos é que entram na minha vida, ele faz movimentos de vai e vem eu mordo os lábios me jogando na cama novamente.

O sinto dentro de mim, entrando e saindo, se esticando entre minhas paredes, fecho os olhos gemendo enquanto movo meu quadril na direção, eu quero mais desses dedos. Seu toque ainda me deixa mole e dentro de faz uma completa inútil em qualquer movimento. Marck tem seu toque intenso demais, é como tocar fogo dentro de mim e eu queimo em suas brasas de pura safadeza.

Ele volta a me beijar como antes, mas seus dedos ainda estão dentro de mim tão ferozes e devotos a me fazer gozar. Puxo a colcha da cama ao meu redor gemendo seu nome bem alto, graças não tem ninguém em casa. Ele sai de mim voltando com mais um dedo, sua boca cobre a minha e rapidamente o beijo aprofundando. Seus cabelos agora bagunçados estão entre minhas mãos, nossas línguas se cruzam em movimentos certeiros de um lado para o outro e o vejo sair de mim novamente.

— Não para! - Peço em desespero.

— Quem disse que eu vou parar? - Marck me coloca de lado e deita atrás de um, sinto uma perna ser erguida e ele passear sobre minha entrada. — Eu adoro comer uma garota assim, ainda mais uma tão especial quanto você - ele morde minha orelha e não evito gemer quando ele entra bem devagar até o sentir fundo. — Não se segura gatinha, bota tudo para fora. - Ele diz antes de virar meu rosto para dar-me outro beijo e seus movimentos começam me fazendo gemer entre aquele beijo. Nossas línguas se cruzam novamente me fazendo arfar com tudo ao meu redor, mordo seus lábios e ele me responde com um gemido e aumenta sua velocidade embaixo. — Tão safada você, desde quando você é uma garota mal?

Seguro seu rosto com uma mão livre, mal escuto o que ele fala, sinto apenas o prazer se concentrar no centro do meu corpo, desfaço nosso beijo e fecho os olhos tentando me apoiar com o cotovelo na cama, puxo seu cabelo tentando me aguentar em cada estocada. Marck é grosso e me faz sentir preenchida, entra e sai sem pudor gemendo meu nome ao pé do ouvido e o quanto sou gostosa…

No quanto sou boa.

No quanto está bom.

No quanto quer mais.

No quanto quer me ouvir gemer.

No quanto quer me fazer gozar.

No quanto gosta da minha voz.

Solto um grito maior quando sua mão livre toca em cima do meu clitóris massageando de um lado para o outro. Volto a beijá-lo novamente, porém, mal consigo terminar ao ter seus toques mais intensos me apertando. Ele me vira na cama ficando por cima, deita sobre minhas costas beijando meu pescoço, ele volta a me preencher, aperto os lençóis outra vez, ele é mais alto do que eu, então sua posição me deixa sorridente, logo sinto meus pulsos serem segurados e ele se apoia neles enquanto me penetra cada vez mais rápido, mordendo meu ombro, gemendo no meu ouvido. Meu interior vibra, eu estou prestes a gozar.

Não posso ver seu rosto, mas vejo o quanto está vermelho, o quanto está gemendo, que está gostando, e com certeza ele vai gozar comigo.

— Está tão apertada! Porque eu não terminei naquele dia? - Ele brinca com meu cabelo esfregando seu nariz entre os frios, dou um sorriso e aperto os olhos ao saber que irei gozar em breve. — Vem aqui, eu quero que isso seja muito bom - ele me pega outra vez, no entanto, sento em seu colo encarando os olhos negros sedutores. — Você parece uma princesa pervertida.

— Que comparação boa - Tiro alguns fios de seu rosto — e o que você é, um vilão amante que vem atrás de seu amor por uma noite de sexo.

— Você vai me dá uma noite toda de sexo? - Ele segura a minha bunda logo fazendo uma careta ao entrar em mim por completo. — Que notícia boa. Seu rosto não muda, mas suas estocadas sim, ele me penetra cada vez mais fundo e olhando nos meus olhos, mal consigo acompanhar o ritmo de seu corpo, do meu, não seguro nem a minha libido nem nada do meu corpo, ele deita sua cabeça entre meus peitos rosnando enquanto não para.

Indo mais rápido.

Mais feroz.

Tão intenso.

Tão profundo.

Deito meu corpo para trás não aguentando sua pressão e ele vem sobre mim, aperto minhas pernas ao redor da sua cintura e apoiando os braços ao redor do meu rosto ele fortemente me fode até eu explodir em um orgasmo. Me agarro mais forte e ele arranhando suas costas, queria fundir nossos corpos nesse ápice incrível. Jogo minha cabeça para trás notando está à beira da cama mal consigo respirar abro os olhos devagar e vejo tudo rodar, estou vendo tudo de cabeça para baixo, Marck sorri na minha pele lambendo o suor entre meus peitos e trás meu rosto para cima.

— É realmente uma noite inteira? - Eu reviro os olhos tocando em seu rosto — porque eu não estou cansado. - Ele morde os lábios descendo novamente pequenas mordidas por meus seios, barriga e virilha, morde cada lado da minha perna antes de passar a língua sobre minha vagina ainda sensível pelo orgasmo, mas logo a toma com a boca inteira me fazendo trazer um gemido enterrado lá de dentro para fora, jogo minha cabeça para trás e sorriu ao ver tudo de cabeça para baixo novamente, mas naquela paisagem bela, tinha uma pessoa que não deveria está ali.

— Jae? - Sussurro seu nome em espanto total. Abro os lábios para falar qualquer coisa, no entanto, seus olhos me mostram uma cobiça que eu nunca tinha presenciado, isso me deixa corada, mas do que me encontro. Marck ergue a cabeça para encarar o irmão e por um segundo, eu sinto que ele não se importa com isso.

Jae continua a nos olhar como se fosse a mais bela paisagem que já colocou os olhos, segurando o casaco com sua mão esquerda, ele acaba por fechar os olhos e dar um sorriso, não um sorriso de "nossa, acabei de ver suas pessoas transando" e "porra, a mulher que eu transei ontem está com meu irmão" não, não é nada disso, é como se fosse costumeiro, como se nem mesmo estivesse incomodado, e logo quando abre seus olhos negros, ele levanta o pescoço empinando o nariz e morde os lábios.

— Não hesitem. - Me dá uma piscada e some da minha frente.

Estou sem fôlego e também sem ação, não acredito que essas coisas só acontecem comigo. Mas isso aí é a consequência das minhas escolhas malucas e dos meus pensamentos desgovernados, eu devia me trancar em casa e nunca mais sair? Sento na cama afastando um pouco Marck que me encara com uma sobrancelha arqueada, toco em seu rosto tirando os fios de seu cabelo e ele sorri.

— Porque você não fechou a porta? - Ele dobra a cabeça para o lado, incrédulo.

— Ele disse que só vinha no outro dia, estávamos sozinhos, só nós dois. Não tenho bola de cristal para saber quando ele chega e sai dessa casa. - Me conta e faz bico — Mas isso não tem problema, estamos nos divertindo muito aqui - O encaro sem acreditar.

Por mais idiota que possa parecer eu não estou com vergonha ou mal com isso, estou somente... incomodada. Aquele olhar, aquele sorriso, ele não sentiu nada? Isso tem haver com o que Mattie disse? Eles realmente não se importam em dividir a mesma menina.

— Está tudo bem? Se você não estiver bem eu posso te levar para casa - Eu encaro novamente Marck o vejo se sentar na cama procurando o travesseiro para cobrir suas partes — Eu realmente não achei que ele fosse voltar para casa.

— Não estou incomodada com isso - Levanto da cama procurando por minha calcinha visto rapidamente e cruzo os braços — é outra coisa.

Dou as costas a Marck e saio do quarto seguindo na mesma direção que Jae encontro sua porta entreaberta e simplesmente entro sem ser convidada, procuro por sua presença e escuto a água caindo no banheiro, seguindo o mesmo projeto da minha casa encontro o banheiro do quarto o vendo a poucos metros debaixo do chuveiro, sua cabeça está encostada na parede, os olhos fechados, o vejo sorri de canto como se tivesse pensando em alguma coisa, cruzo os braços novamente e sem me notar, ele se vira e abre os olhos. Jae não se espanta ao me vê no seu banheiro, apenas desliga o chuveiro e sai do box pegando uma das toalhas na pia.

— Achei que estivesse ocupada - Ele diz ao parar na minha frente — Você não quer que eu te dê banho depois de transar com meu irmão quer?

— Está incomodado com isso? - Pergunto, Jae desvia o olhar pensando em alguma coisa e depois volta a me encarar.

— Eu devia estar? - A pergunta não me surpreende — A gente não tem nada, ou tem? Rolaria ciúme se eu sentisse alguma coisa além de atração por você, morena.

— É só isso? Sabe eu não estou me sentindo envergonhada com o que acabou de acontecer e você nos ver ou algo assim, o que me incomoda é vocês saberem que estão transando com a mesma garota e fingir que nada está acontecendo. Isso é normal?

Jae sorriu passando por mim e entrou no quarto pegando outra toalha para enxugar os cabelos, eu o segui.

— Ter atração pela mesma menina é algo normal entre a gente, quem chega primeiro a têm como ela quer, porém, nem todas dão bola para nós dois ao mesmo tempo e fica com a gente também. - Ele me olha — Se você deu oportunidade e ficou com a gente, é uma escolha sua, não nossa. - É Elsie, eu acho que ele está certo. — Eu não me preocupo com você dormir com ele ou comigo, na hora que você quiser parar, a gente para, você é livre para fazer o que quiser, escolher quem quiser foder. Eu prometi sexo bom e sem compromisso, você aceitou, Marck deve ter prometido o mesmo e você aceitou. Foi escolha sua. Acho que qualquer mulher tem direito a quem escolher e eu não me importo de ser eu ou o meu irmão. Desde que VOCÊ QUEIRA isso.

Foi minha escolha e ele está certo. Naquele dia na garagem mesmo depois do beijo eu poderia ter dito não e me afastado, mas eu me encantei por seus toques e quis levar isso até o fim, e o fato de não o ter tido me deixou nervosa e tão obcecada por levar aquele desejo até o fim que me envolvi com Jae para ele acabar com minha vontade de fazer sexo. E agora, venho o procurar e me atraio por Marck e acabo ficando com ele, também foi escolha minha, ele não prometeu nada e nem exigiu nada. Tudo bem, eu posso conviver com isso.

— Não precisa fazer essa carinha. - Jae para á minha frente novamente, dessa vez está vestido com uma bermuda de pano leve — Pense apenas que você tem belos contatos para apagar esse fogo entre as pernas, nada mais. E para ser sincero, eu gosto de mulheres como você, que se não apaixona na primeira transa e acham que uma foda sem compromisso tem que existir algo além de uma profunda atração, se você se sentiu atraída por nós dois, desfrute disso o tanto que quiser. - Ele me dá um selinho e outra piscadela, se j**a na cama procurando pelo celular, me viro em sua direção.

Merda, ele tem razão.

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