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Capítulo 292

Author: Mazane
last update publish date: 2026-10-02 00:15:38

O helicóptero pousou suavemente naquela ensolarada manhã de domingo, em uma propriedade particular diante de uma praia de águas cristalinas e areia branca.

John e Elizabeth Walker foram pessoalmente receber os convidados.

John estava completamente à vontade, usando bermuda e camisa polo, enquanto Elizabeth vestia um leve vestido branco que se movia com a brisa do mar. Os dois receberam Eduardo e Helena com a naturalidade de velhos conhecidos.

Dessa vez, porém, havia algo diferente em John. Não
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  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 322

    A torre do Grupo Monteiro permanecia toda iluminada. Dentro do prédio, os funcionários trabalhavam sem parar. Para a maioria deles, aquela seria uma noite longa.Pelos corredores, pessoas apressadas circulavam de um lado para o outro. Cafés eram preparados a todo instante, enquanto alguns funcionários faziam refeições rápidas diante dos próprios computadores.O prazo precisava ser cumprido, e todos estavam dando o máximo.Duas leves batidas na porta não fizeram Eduardo erguer os olhos dos documentos à sua frente.— Entre.Disse de forma seca, imaginando que fosse Murilo ou Márcia.A porta se abriu devagar e Eduardo sentiu imediatamente que havia algo diferente. Ergueu os olhos e encontrou Helena parada diante dele, segurando uma bolsa grande.— Helena? O que faz aqui?Ela sorriu de leve.— Você disse que talvez não conseguisse voltar para casa hoje. Vim trazer seu jantar.A expressão de Eduardo suavizou. Ele estava sem o paletó e o nó da gravata um pouco solto e os cabelos em desalinh

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 321

    Danilo caminhava pelas ruas sujas e movimentadas de um bairro afastado do centro. Usava um casaco grosso demais para a temperatura daquela noite e mantinha a gola apertada entre os dedos, como se o tecido pudesse protegê-lo de alguma coisa.Junto ao corpo, escondido sob o casaco, levava um envelope com dinheiro.Entrou em um prédio de aparência deteriorada, cuja fachada exibia a tinta desbotada e descascada pelo tempo. Não havia elevador. Precisou subir vários lances de escada até alcançar o andar desejado.Enquanto avançava pelos corredores estreitos e mal iluminados, lembrou-se da primeira vez em que estivera ali, alguns meses antes.Na época, estava desesperado. Sem dinheiro, sem crédito e cercado por dívidas com bancos e amigos, tentava esconder dos pais a situação da empresa e os prejuízos acumulados em uma sucessão de investimentos desastrosos.Precisava de dinheiro. E precisava rápido.Foi um conhecido quem lhe indicou aquele endereço.— Procure o Mano. Ele consegue o dinheiro

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 320

    Depois de tudo o que havia acontecido naquela noite, finalmente havia espaço para algumas explicações.Leonardo mantivera a identidade de Leon Vargas escondida durante anos por razões que iam muito além do prazer pelo anonimato. Depois do acidente de Eduardo, ele carregou a culpa por tudo o que aconteceu. Quando Eduardo acordou do coma com sequelas que o deixaram temporariamente paralisado, chegou a acusar o irmão de traição. Leonardo desapareceu sem conseguir provar sua inocência e, desde então, preferiu permanecer nas sombras.O mundo dos hackers também não era um lugar seguro para alguém que não queria ser encontrado. Quanto menos soubessem sobre Leonardo Monteiro, mais protegido ele estaria e sua família, até conseguir reunir as provas necessárias para limpar seu nome.O café já havia terminado, mas os três continuavam à mesa.— Então, depois que voltei, mantive minha identidade em segredo. Leon Vargas iria desaparecer. Mas os ataques recentes não permitiram.Leonardo olhou para

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 319

    Quando Helena chegou à cafeteria, encontrou Danilo sentado tranquilamente em uma mesa mais afastada, tomando um café.Assim que a viu, ele se levantou e abriu um largo sorriso. Instintivamente, caminhou em sua direção, como se ainda tivesse o direito de recebê-la com intimidade.Helena recuou e ergueu a mão, impedindo qualquer aproximação.— Não se preocupe. Dessa vez não tem ninguém.— Vamos logo acabar com isso. — A voz dela deixava claro que não queria prolongar aquele momentoO sorriso dele diminuiu.— Você que manda.Danilo indicou a cadeira à sua frente, e Helena se sentou. Um garçom se aproximou e, antes que pudesse perguntar o que ela gostaria de beber, ela se adiantou:— Eu não vou querer nada. Meu assunto é breve.Helena falou com firmeza e o garçom se afastou, e Danilo voltou a observá-la.— Sabe, Helena... se eu soubesse que você ficaria tão bonita e bem-sucedida, jamais teria deixado você.Helena sustentou o olhar dele, mas com frieza e desprezo.— Engraçado. Olhando para

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 318

    No refeitório do Grupo Monteiro, Eduardo havia pedido à cozinha que preparasse um farto café da manhã para todos que haviam trabalhado durante a madrugada.Pouco depois, a mesa estava repleta de panquecas, ovos mexidos, pães, bolos, frutas, café e suco.A equipe de TI que trabalharam na empresa durante toda a noite começou a se servir. Depois de tantas horas de tensão, bastou ver aquela mesa para que todos percebessem o quanto estavam famintos.Já passava da metade da manhã, mas ninguém parecia se importar com o horário.Eduardo também se sentou à mesa com eles e alguns funcionários trocaram olhares discretos. Era a primeira vez que viam o presidente do Grupo Monteiro tomando café no refeitório ao lado da equipe. Márcia acabava de servir o café para Leonardo que ela mesma havia preparado.— Márcia, eu já disse que te amo.Leonardo sorriu satisfeito ao tomar o café feito por ela.— Sempre quando quer alguma coisa. — Disse ela sorrindo.Todos na mesa riram, a tensão havia passado.O ce

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 317

    Assim que conseguiram impedir que o ataque comprometesse os sistemas do Grupo Monteiro, Bernardo e Gabriella não consideraram o trabalho encerrado.A primeira providência foi isolar os servidores atingidos e interromper todas as conexões externas que não fossem indispensáveis. Em seguida, começaram a verificar os acessos, identificar os pontos de entrada utilizados pelos invasores e preservar os registros do sistema para que nenhuma evidência fosse perdida.— Eles ainda podem estar lá dentro — disse Gabriella, com os olhos fixos nas telas. — Precisamos ter certeza antes de liberar qualquer acesso.Bernardo assentiu e iniciou uma varredura completa na rede. Enquanto um sistema verificava arquivos e servidores, outro monitorava as conexões em busca de qualquer atividade suspeita.O procedimento era lento. Não bastava bloquear o ataque. Era preciso descobrir até onde os invasores haviam conseguido chegar, eliminar possíveis brechas e garantir que não houvesse nenhum acesso oculto esperan

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