เข้าสู่ระบบA SEGUNDA RECUSA E O AVISO DOS GUARDIÕESPRIELDeixo a Fortaleza de Oclion novamente para trás e sigo a passos largos pelas terras mortas do continente,um território desolado onde a névoa escura cobre completamente as trilhas e os corvos das sombras atravessam o céu sem emitir um único som.— O meu próximo destino estratégico é o antigo e perigoso Vale de Cinzas, uma região amaldiçoada onde pouquíssimas criaturas mortais ou metamorfas têm a coragem de pisar. — É exatamente ali que habita o temível Mharzkan, outro poderoso Profano que possui a força necessária para ocupar o lugar recusado na nossa aliança.Encontro a entrada da sua caverna profunda encravada entre formações rochosas pontiagudas, completamente cobertas por trepadeiras negras e venenosas. — Antes mesmo que eu consiga atravessar o portal de entrada da rocha, uma risada seca, gélida e debochada ecoa de lá de dentro:— Mais um convite miserável para participar da tua guerra insana, Priel? —A voz zombou de Priel. — Eu re
NA FORTALEZA NEGRA — O CONSELHO DAS TREVASPRIELWhen retorno à Fortaleza Subterrânea de Oclion, os outros doze guerreiros Faer Negros já me aguardam ansiosos no salão principal do conselho. — As sombras viscosas se movimentam e se agitam pelas paredes de rocha enquanto atravesso o recinto com passos pesados e coloco sobre a mesa rúnica o artefato de cristal que carrega a resposta recebida.— Aquele miserável recusou a nossa proposta de aliança, anuncio com a voz gélida.O silêncio no grande salão torna-se imediatamente pesado, denso e carregado de apreensão.Um dos guerreiros Faer Negros inclina o seu corpo sobre a mesa, encarando o cristal.— Sendo assim, o nosso círculo de poder continua perigosamente incompleto para a batalha, constata ele.— Outro monstro antigo me observa com os olhos faiscando de suspeita:— Sem o número exato determinado pelos ritos antigos, a grande aliança não poderá ser selada como planejamos.—:Cerro meus dentes com fúria, contendo a raiva que ameaça me d
O ORGULHO DE PRIEL E A ADVERTÊNCIA PROFANAPRIELO nevoeiro é denso e sufocante nesta parte esquecida e gélida do continente, cobrindo com um véu fantasmagórico caminhos traiçoeiros que olhos comuns ou mortais jamais conseguiriam enxergar. — Rochas milenares cobertas por raízes negras e contorcidas se confundem com árvores seculares marcadas por runas mortas e esquecidas, formando uma passagem mágica fechada que somente criaturas visceralmente ligadas às artes sombrias conseguem reconhecer e atravessar.— Caminho completamente sozinho por esse terreno hostil, deixando o meu pesado manto escuro se mover e flutuar atrás do meu corpo como uma sombra viva e faminta. Quanto mais avanço para o interior da garganta de pedra, mais o ar ao meu redor se torna pesado, denso e impregnado de uma antiguidade agressiva, uma força ancestral que parece querer me expulsar com violência daquele território sagrado.No entanto, eu me recuso terminantemente a hesitar ou dar um único passo para trás. Dep
E então, para o meu completo horror e rancor, enxergo aqueles que mais me perturbam e humilham espiritualmente, Luara e Hokan Camar, os legítimos filhos do Eclipse entre a Lua e o Sol.— Acolhidos, amados e criados sob a inteira proteção mágica da minha própria filha, Ilunara, e daquele guerreiro desgraçado, Cálix.— A minha raiva atinge um nível insuportável de fúria, e uma onda violenta de energia escura se projeta do meu corpo, atravessando toda a estrutura da fortaleza de Oclion. Os símbolos rúnicos antigos dos Faer Negros reagem e queimam com o impacto.Um dos guerreiros mais antigos contempla as suas próprias mãos pálidas com preocupação:— As nossas próprias marcas e pactos ancestrais estão reagindo e fraquejando diante dessa luz, murmura ele.— Cerro meus punhos com tanta força que as articulações dos meus dedos estalam no silêncio do salão.— Eu não me entreguei às trevas e nem escapei do meu exílio miserável para assistir passivamente à restauração de tudo aquilo que tentei
RAVENOlho para a minha amada filha segurando os seus dois bebês contra o peito e sinto minhas lágrimas de gratidão transbordarem livremente. — A minha menina finalmente tornou-se mãe, o meu companheiro Zephyr entra silenciosamente na cabana e se aproxima de nós com o rosto iluminado de orgulho, enquanto Drustan permanece ajoelhado ao lado de Nyra, totalmente incapaz de desviar os seus olhos dos filhos.— E então, escutamos os brados de comemoração e alegria vindo do interior da cabana vizinha.Melina também venceu o parto com glória.— Uma linda menina de cabelos avermelhados nasceu primeiro, carregando em seus fios a mesmíssima tonalidade profunda e vibrante que a sua loba apresenta sob a luz da Lua de Sangue. — Em seguida, chegou um garotinho de cabelos negros e traços fortes, lembrando perfeitamente o seu pai, Hector.— Quatro crianças abençoadas, duas novas e fortes famílias formadas no mesmo amanhecer.Ergui o meu rosto e os meus braços para a imagem da Lua no céu: — Que a Deu
A NOITE DO NASCIMENTO DOS PARES DIVINOSNYRAA noite sobre os territórios do Clã Glacier Heart encontra-se banhada pela mais clara, pura e radiante das luas.— Um silêncio sagrado e acolhedor paira sobre cada recanto da vila, exatamente como se toda a floresta virgem respirasse em um ritmo calmo e perfeito em sintonia com o meu próprio peito. — Estou abrigada na cabana principal, segurando com toda a minha força e amor a mão da minha mãe, enquanto mais uma contração visceral e profunda atravessa todo o meu corpo. — A minha mãe, Raven, permanece firme, forte e inabalável ao meu lado, guiando a minha respiração com a sabedoria das sacerdotisas, enquanto as curandeiras do clã concluem os últimos preparativos para a chegada dos meus bebês.— Você está indo incrivelmente bem, minha menina amorosa, diz a minha mãe com doçura, apertando a minha mão para me transmitir força. — Respire fundo em sintonia com a luz da Lua e expire suavemente com o fluxo do rio. Isso mesmo, Nyra, continue foc







