Home / Romance / "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido / Capítulo 116- Um plano perfeito

Share

Capítulo 116- Um plano perfeito

Author: Aldinha B.
last update Petsa ng paglalathala: 2026-04-03 22:54:14

Melissa Mendonça

A taça de cristal entre os meus dedos parecia pesada demais, mas o vinho tinto, cor de sangue, era a única coisa que descia suave pela minha garganta inflamada de ódio. Eu estava no meu apartamento, cercada pelo luxo que sempre achei que dividiria com o Rafael na fazenda, mas o silêncio destas paredes frias me lembrava da minha derrota momentânea.

Eu estava furiosa. Não era uma raiva comum; era algo que queimava de dentro para fora, uma brasa que consumia minha paciência a cada
Patuloy na basahin ang aklat na ito nang libre
I-scan ang code upang i-download ang App
Locked Chapter

Pinakabagong kabanata

  • "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido   Capítulo 274 — Veneno Reciclado e a Sombra do Ódio

    ​Eduardo Soares​Dois meses. Foram dois meses infernais, trancado dentro do meu próprio quarto na Fazenda Soares, me recuperando do estrago que aquele caipira desgraçado fez no meu corpo. Dois meses suportando o calor sufocante das faixas nas minhas costelas fraturadas, a dor latejante no nariz reconstruído e o amargor diário de olhar no espelho e ver as marcas da humilhação. Mas a dor física não era nada comparada ao veneno que corroía o meu peito por dentro.​Assim que os médicos finalmente me liberaram para viagens curtas e o meu motorista colocou o carro na estrada rumo a Belo Horizonte, a primeira coisa que fiz foi exigir um relatório completo dos meus advogados sobre o andamento dos meus negócios e o embargo das propriedades da região.​E foi aí que o meu mundo ruiu de vez.​A notícia caiu sobre a minha cabeça como um golpe de machado: o Rafael Ventura tinha fechado a compra da Fazenda Palmeiras. As terras do velho Juscelino Medeiros — os dois mil e duzentos hectares mais férte

  • "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido   Capítulo 273 — Manhã de Sol e Laços Fortes

    ​Lorena Azevedo ​Abri os olhos devagar quando os primeiros raios dourados do sol começaram a invadir o quarto pelas brechas da cortina. O silêncio da manhã na Fazenda Ventura era acolhedor, quebrado apenas pelo canto distante dos passarinhos lá fora e pelo som suave do vento balançando as copas das árvores. ​Virei-me de lado na cama king size e fiquei ali, imóvel, admirando o Rafael dormindo ao meu lado. O rosto dele, que durante o dia carregava a responsabilidade e a dureza de cuidar de milhares de hectares, administrar negócios e enfrentar inimigos implacáveis, agora parecia completamente calmo, sereno e em paz. Passei os olhos por cada detalhe com devoção: a barba bem desenhada, o peito largo subindo e descendo no ritmo tranquilo da sua respiração, e até a pequena cicatriz no supercílio, lembrança recente daquela fúria desmedida, que já começava a sumir. ​Inclinei-me devagar sobre o corpo dele e comecei a distribuir beijos suaves e demorados pelo seu rosto. Beijei a bochecha

  • "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido   Capítulo 272- Massagem relaxante

    Rafael VenturaO sol já tinha se despedido quando tirei o chapéu e enxuguei o suor do rosto com o antebraço. Olhei ao redor e o escuro já tinha descido sem pedir licença, engolindo a cerca, o capim, o horizonte. Naquele horário não dava mais para continuar. Arumei as ferramentas, prendi o portão e voltei para a fazenda com o corpo pesado, as botas arrastando poeira. Subi a escada da casa já pensando no banheiro. Precisava de um banho. Tirei a calça e a cueca no meio do caminho, liguei o chuveiro e entrei na água quente, deixando que escorresse pelos ombros e pelas costas. O vapor começava a subir quando senti mãos no meu abdômen, descendo devagar para a minha masculinidade. Reconheci aquelas mãos antes mesmo de virar o rosto — e já fiquei no ponto.Virei-me. Lorena estava lindamente nua, os cabelos presos de qualquer jeito, os seios molhados, os olhos brilhando no vapor. Puxei-a para um beijo, sentindo a água escorrer entre nós dois.— Boneca, pensei que estava com as crianças.— Est

  • "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido   Capítulo 271— Terras Férteis e Falsas Redenções

    Rafael VenturaDois meses.Dois meses haviam se passado e eu ainda estava com aquele desgraçado do Soares na minha cola. Cada vez que o nome daquele sujeito surgia nos papéis que o Dr. Albuquerque trazia, a minha vontade era de pegar a caminhonete, ir até a Fazenda daque merda e quebrar o resto das costelas dele. O desgraçado deveria ter apanhado mais; o filho da puta não aprendeu a lição.Lembrei-me da reunião que tive com o Albuquerque no início da semana. Ele me explicou detalhadamente a decisão do juiz sobre o caso da agressão no hotel de Belo Horizonte. Segundo o meu advogado, o magistrado acabou pegando leve, levando em consideração as provações e os antecedentes do caso. Mas a minha situação na justiça era delicada: como eu já tinha enfrentado um julgamento pesado no passado — mesmo tendo sido provada a minha total inocência na morte do Valdir —, o meu histórico no fórum não era de um cidadão comum. O juiz determinou o pagamento de uma fiança consideravél para verme do soares,

  • "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido   Capítulo 270— Ventos de Mudança e Planos no Papel

    ​Lorena Azevedo ​Dois meses haviam se passado desde a tempestade que quase nos destruiu. Dois meses de uma rotina intensa, dividida entre os cuidados com as nossas terras, a consolidação definitiva da compra da Fazenda Palmeiras — que agora florescia sob a administração impecável do Rafael — e as constantes reuniões com o Dr. Albuquerque para conter o processo judicial movido pelo Eduardo Soares. ​Saí do banho quente, sentindo o vapor suave perfumar o banheiro da Suíte Master. Peguei a toalha, me sequei com calma e comecei a me vestir com um vestido solto de algodão florido, perfeito para a manhã amena do interior. Enquanto ajeitava as alças no ombro, o toque estridente do meu celular ecoou sobre o criado-mudo. ​Olhei o visor e abri um sorriso imediato. Adivinha só: era a Tati. ​Atendi a ligação colocando o aparelho entre o ombro e a orelha enquanto terminava de fechar o zíper lateral: ​— Alô, Tati... ​— Amiga! Que dia esse seu casamento vai sair?! Porque, fala sério, normal não

  • "Segredos Ardentes": Um fazendeiro proibido   Capítulo 269— Desejos Obscuros e Novas Teias

    ​Melissa Mendonça​O barulho do motor do meu carro cessou assim que parei na garagem da minha casa. Desci do veículo com a cabeça fervendo, pisando firme sobre os saltos altos. Deixar a Fazenda Soares e aquele estado deplorável do Eduardo Soares me deixou com um misto de nojo e irritação profunda. O Eduardo era um bruto sem escrúpulos, mas faltava a ele o refinamento e a frieza que um plano de verdade exigia. Ele achava que resolveria tudo na força bruta, e o resultado estava lá: costelas fraturadas e um rosto deformado por socos, nós tínhamos o plano perfeito, mas ele não soube executar direito, como pude acreditar que ele ia conseguir beijar aquela garçonetezinha.​Passei pela porta de entrada da minha casa, jogando a bolsa de grife sobre o aparador do hall. O silêncio do casarão me acolheu. Caminhei a passos lentos até o bar da sala, onde a iluminação suave refletia nas garrafas de cristal. Passei os dedos pelos rótulos até encontrar o meu melhor vinho tinto, um rótulo francês e

Higit pang Kabanata
Galugarin at basahin ang magagandang nobela
Libreng basahin ang magagandang nobela sa GoodNovel app. I-download ang mga librong gusto mo at basahin kahit saan at anumang oras.
Libreng basahin ang mga aklat sa app
I-scan ang code para mabasa sa App
DMCA.com Protection Status