Mag-log in— Pois digo que funcionou. — digo e vejo seus olhinhos arregalarem, logo a felicidade transborda de seus sorriso quando percebe que sua oração foi ouvida. — Eu não sei explicar o que aconteceu, boneca. Talvez tenha sido um sonho, talvez a fumaça, talvez alguma coisa que eu ainda não entenda e acho que nunca vou entender. Mas, para mim, pareceu muito real. — Seguro seu rostinho entre as mãos como segurei Charlie e parece certo, parece real e eu me pergunto como não percebi o que estava bem embaixo do meu nariz. — Eu vi sua mamãe. Rosie deixa o ar escapar de seus pulmões incrédula, seus olhos estão vidrados e quando viro o rosto, vejo James com o mesmo semblante.— Minha mamãe? — sua voz sai em um fio, seus olhos molhados me desmonta e pela primeira vez consigo ver uma mistura de nós três.Vejo James na aparência, Lilá na doçura e bondade, mas seu coraçãozinho é meu, já bateu dentro de mim, foi feito por mim e eu o senti dentro de Charlie.— Nós conversamos, ela cuidou de mim, me pegou
— E tem outra coisa — digo, sem soltar sua mão. — Quando você soube daquele novo assassinato e inventou a palestra, tentou me proteger decidindo por mim. Eu entendo o medo, James, mas sou policial. Eu precisava ter tido o direito de escolher como lidar com aquilo.— Você tem razão — ele responde, sério. — Eu tentei proteger você e acabei tirando de você o direito de decidir por si mesma. Não vou fazer isso de novo.— Eu acho que não é permitido crianças aqui. — digo em um fio de voz sentindo minha garganta arranhar. — Pelo menos não fora do horário de visitas. — Explique isso para ela quando acordar. — ele retruca, rindo e desviando o olhar para Rosie. — Depois de fazer alguns exames, Henry a levaria até a casa da minha mãe e eu ficaria aqui com você, mas ela quase jogou o hospital no chão ao saber disso, dizia, em meio ao choro, que queria ficar com a mamãe cuidando dela e no fim a médica ficou com dó e abriu uma exceção. — Meu Deus, a noite foi bastante movimentada. — digo, ri
"Dê-me razões para acreditar.Que você faria o mesmo por mim.E eu faria isso por você, por você.Querida, eu não estou seguindo em frente.Eu te amarei muito depois que você se for.Por você, por você.Gone Gone Gone - Phillip PhillipsSinto a luz atravessar minhas pálpebras.O calor do sol tocar meu rosto, mas meu corpo pesa tanto que abrir os olhos parece exigir uma força que ainda não tenho.Por alguns segundos, tento encontrar uma explicação simples: talvez tenha passado horas demais analisando arquivos ou Rosie tenha enrolado para dormir. As lembranças, porém, começam a voltar antes mesmo que eu consiga me agarrar àquela normalidade.O primeiro dia de aula da Rosie.A carta de Lea. O desaparecimento de Rosie. A ligação de Nathan. A casa. O tiro na minha coxa. Rosie escapando pela janela. Nathan prometendo matar James e minha filha.E, depois, Lea e Charlie.O desespero toma conta de mim, mas sinto o cheiro de xampu infantil acompanhado do peso perto da mi
— Arthur? — O nome sai em um fio de voz.De primeira não entendo o que vejo, até mesmo me pergunto se alguém ligou para ele, solicitou reforços.Pois essa é a unica forma dele estar materializado na nossa frente, com a arma brincando entre os dedo longos.A blusa manchada com um liquido escuro, os cabelos despenteados e a agitação que faz seu corpo tremer em meio as sombras da floresta.Mas o sorriso de de canto, confiante.Os olhos maliciosos e triunfantes.Ele não nos olha como colegas de trabalho, mas sim como o troféu que falta na estante.— É mesmo, tinha me esquecido que vocês me conhecem por esse nome. — seus olhos reviram em sarcasmo. — Mais uma coisa que aprendi com Bella, mas vocês a conhecem por Catherine.— Você é Nathan... — Minha arma continua apontada para ele, embora minhas mãos tremam. — Como?— Às vezes, o melhor lugar para se esconder é perto de quem está procurando por você. Não se lembra dos quadrinhos? Daise se casou com o detetive apenas para estar um p
21:42 Daniel assume o volante porque minhas mãos tremem tanto que eu mal conseguiria manter o carro na pista. Durante todo o caminho, ligo repetidamente para Catherine. O celular continua desligado.Repasso toda a ultima edição com todo cuidado do mundo para que não perca nenhum misero detalhe.Um detalhe me faria perder tudo de mais valioso em minha vida.Me lembro que o detetive chega em casa e a encontra revirada, sem sinal da esposa e do filho caçula.Então recebe a mensagem do assassino com uma charada, cujo a resposta é as coordenadas do local, a casa abandona que possuia uma historia pungente.Ao chegar no local o detetive tem um dejavu, se lembra de seu primeiro caso.Foi naquela casa.A familia era bastante rica e influente, viviam uma fachada.O pai era bastante autoritario, mantinha a casa em um regime militar, a mãe era uma marionete e em momentos oportunos se transformava em saco de pancadas.O filho foi morto pelo proprio pai, alegaram acidente domestico e
“Demonstrando os meus medos até eu conseguir encará-losDeixando minhas lágrimas caírem até eu conseguir saboreá-lasComo posso saber para onde você e eu vamos?Caramba, espero que você volte para casa”Come Back Home — Sofia Carson21:04 Já fazia vinte minutos que todos procuravam pelos arredores da fazenda, e meu desespero só aumentava. Como se o desaparecimento de Rosie não fosse suficiente, agora Catherine também havia sumido.Eu sabia que Catherine se culpava, mesmo quando tentava negar. Só conseguia implorar para que não tivesse ido atrás de Rosie sozinha — ou, pelo menos, que atendesse uma das minhas ligações. A ideia de perder as duas abria um abismo sob meus pés.Como? Onde errei ao longo desse dia para que tudo me fosse arrancado?Varios "e se..." passam pela minha cabeça.E se eu tivesse contado a verdade a Catherine? E se eu tivesse lasgado a investigação e buscado Rosie na escola? E se esse cachorro nunca tivesse aparecido? Ela estaria aqui? Meu bebê.—







