Mag-log inAaron Duckworth.
-Fala Elisa. -Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete. Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão. Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado. As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça. "Ainda não acabou, Duckworth" Sabrina está em casa! É isso que importa. Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta. -Ouviu o que eu disse Aaron? -Claro! Eu precisava de um médico para ela. -O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco. Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro. Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo. E eu precisava de um médico, claro. [...] -Como ele está? Fecho a porta silenciosamente, olho para o interior da casa notando meu pai aguardando impaciente sentado na poltrona. -Ele vai ficar bem, a bala foi retirada. Em breve estaremos de volta. -Tudo bem, até breve Diogo. -Mais uma coisa Aaron, a ruiva foi quem atirou no Gustavo. Há algo de errado. Desligo o telefone indo direto para as escadas, ignorando meu pai. -Você tem ideia do que fez Duckworth? Matou o subchefe Cubano. Parei de imediato o olhando de relance por cima dos ombros. -Se ele revivesse o mataria novamente pai, se ele não morresse por minhas mãos iria para o julgamento que daria na mesma, você me ensinou. "sem hesitar" Volto a subir as escadas sem esperar por sua resposta. Eu fiz o que foi certo. Ouço vozes masculinas e somente uma feminina alterada. Elisa. -Vou voltar para os Estados Unidos! Não tenho mais nada a fazer aqui.- Elisa diz tranquila. -E eu para Russia.- ouço a voz do Venture um pouco baixa. Adentro no quarto recebendo o silêncio do trio, olho para cama onde Sabrina dormia tranquilamente e pelo jeito em que seu peito subia e descia a respiração estava serena. -Como ela tá? -Bem, só desidratada. As gêmeas estão bem, Sabrina teve a quem puxar.- diz sério e o olho, isso me pareceu uma provocação. Era só o que me faltava. -E a quem ela puxou? Elisa dá uma cotovelada no irmão e sussurra algo bem baixinho. -Sabina. -Sabina...-repito o nome da gêmea da minha esposa. -Podem sair! Falo com vocês em breve.- olho para Kléber. -Desculpe pelo sequestro e obrigado cuidar dela. Ele assentiu retirando-se junto com a irmã e Venture. Volta minha atenção para a cama enquanto caminho sem pressa. Sento ao lado do seu corpo, ela parecia tão serena... Tão calma. Toco sua bochecha com o polegar fazendo movimentos circulares, seus fios loiros estão bastante embaraçados e sua pele continua pálida. Deslizo a mão pela extensão do seu braço desviando a trajetória para em sua barriga já um pouco volumosa, espalmo a mão sobre seu ventre não contenho o sorriso. -Prometo que nunca mais deixarei que algo desse tipo aconteça com vocês.- aproximo-me de sua testa deixando um beijo demorado. -Eu prometo, Becker. Sabrina Becker. Sinto um leve peso sobre minha barriga o que me obriga a abrir os olhos com dificuldade, era possível distinguir que era noite pela pouca claridade do quarto. Olha para minha barriga os fios negros recem umidos faziam leves cócegas, sua mão acaricia minha perna em um movimento de vai e vem calmo. Ele estava de joelhos, sem camisa e apenas usando uma calça moletom. Olho para mim mesma, eu já não estava com a roupa que usava há algumas horas atrás. -Aaron? Rapidamente ele se levanta, seus olhos negros emana positividade e saudade enquanto me olha com afeto. Debaixo dos seus olhos, era possível notar as olheiras. Isso foi minha culpa. -Hey! Gatinha, você acordou.- ele se aproximou ainda se joelhos. -Desculpa Aaron... Ele fechou o cenho em desentendimento. -Porque está pedindo desculpa? -Pelas suas olheiras.- Me ajeitei na cama com um pouco de dificuldade. Aaron pegou minha mão que repousava ao lado do meu corpo e beijou dedo por dedo. -A culpa não foi sua, você sabe disso.- beijou novamente. -E você? Como está? -Eu tô bem, Aaron.- Suspiro. -Agora eu estou bem. -Aaron?- ouço a voz de Elisa não contenho o sorriso. -Olha! Alguém acordou.- escutei um estalo e as luzes se acenderam. Analiso o cômodo rapidamente, as lembranças vem forte assim como as vozes na minha cabeça. -Sabrina! Olhe para mim.- obedeço o olhando. -Você está segurando a respiração, respire!- mandou autoritário. O quarto se tornou escuro novamente. Senti minha respiração voltar a regular aos poucos, Aaron toca o meu rosto sutilmente. Apesar da pouca claridade conseguia ver os seus olhos negros e o jeito indescritível em que eles me encaravam. -Melhor?- ele passa uma mecha do meu cabelo para atrás da minha orelha. -Sim... Ele se levantou. -Onde vai? Ele não respondeu, apenas me surpreendeu pegando-me no colo de surpresa. -Para onde vai me levar? Duckworth!- Aaron rir ao passar por Elisa que abre caminho. -Oi Elisa! -Oi Sabrina!- ele sorrir com malícia. -Vou te deixar no quarto de hóspedes, acho que teremos que fazer uma reforma ou comprar outra casa.- facho o cenho e ele bufa. -Por conta da sua cabecinha, Sabrina. Olho para meu pulso sentindo um leve incômodo, um curativo. -Foi injetado soro.- ele respondeu ao notar minha cara de tacho. -Você estava desidratada. -Não foi você que me furou não, né? -Que ofensa Becker! Mas, foi o Kléber. Ele parou em frente a porta que já estava aberta e entrou de lado. -Você vai sair?- Ele concordou. -Promete que não vai demorar? Não quero ficar sozinha. -Não vou demorar gatinha.- Sela nossos lábios em um breve selinho, logo nos separamos. -Eu amo você.- sussurrou fitando os meus olhos. [...] -Ela dormiu?- Aaron perguntou pelo telefone mantendo o semblante sério. -Sim!- Kléber responde, encarando o semblante calmo da garota. -A tortura mecheu com ela, terá que dar um jeito naquele quarto. -Obrigado Valentin. Aaron adentrou no galpão junto com Elisa, Dimitri e Adam. -O homem que a senhorita Valentin acertou.- um dos subordinados aponta para o homem encapuzado ao lado de clara. Elisa cruzou os braços enquanto Dimitri e Adam observavam cautelosamente os movimentos do Duckworth. O homem está preso com correntes ao redor do corpo, o prendendo na cadeira. Aaron se aproximou em passos decididos parando em frente ao homem, direcionou sua mão até o pano o puxando. Dimitri respirou frustrado, abaixando a cabeça. Adam se aproximou em passos lentos, incrédulo. -Por quê?- Ele questionou pasmo. -Você permitiu que sequestrassem a sua própria filha?.- Adam esbravejou gesticulando com as mãos. Ele respirou fundo puxando ar para seus pulmões, Aaron ainda estava em choque. -Sabrina não deveria ter casado com o seu filho, Adam. Eu tinha planos para a minha filha. -Augusto justifica. -Essa porra toda não teria acontecido se o seu filho tivesse sido homem o suficiente e tivesse dado um jeito naquele maldito médico. Elisa respirou fundo em busca de paciência, contou até 10 mentalmente. -E que tipo de homem foi você?- Aaron rebate se abaixando o suficiente para encarar os olhos do homem. -Sabrina está grávida! Ela quase perdeu as filhas, as minhas filhas.- Aaron socou com raiva a cara do homem que vira com a brutalidade do soco. -Você quase matou a sua filha, Becker. -Eu não participei de tudo, Duckworth!- diz com dificuldade desviando a atenção para Venture. -A sua irmã, a culpa é dela. Adam estava destruído, saber que foi vítima de traição pelo seu melhor amigo de infância fez sua mente entrar em colapso. Movido pelo ódio, ele sacou a arma disparando sem pensar duas vezes em Augusto e clara que estava até então calada. Respirou fundo enxugando uma lágrima solitário que escorria pela lateral do rosto. Aaron puxou os fios com força para trás xingando alto. -Poxa! Adam, nem deixou eu brincar com a Clara.- Elisa resmunga frustrada recebendo o olhar de canto do Dimitri. -Droga.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







