FAZER LOGINAdam Narrando:
Fiquei com Angel no quarto dela e ela finalmente conseguiu dormir, se eu encontrar esse cara algum dia sou capaz de mata - lo, que tipo de homem faz isso, homem não, mostro.
Ajeitei ela na cama, a enrolei e depositei um beijo em sua testa, sai do quarto e tombei com Amanda.
- Mas já? Não fez nem um jantar romântico pra ela? - Amanda diz. Ela sabe?
Sub: Claro ne jumento? Elas são melhores amigas, como não saberia?
- Não fizemos nada Amanda. - Fala sério.
- O que houve? - Amanda pergunta preocupada.
- Ela me falou...Sobre... - Tento falar, mas só gaguejo.
- O infeliz do ex? - Amanda pergunta.
- Foi. - Digo. Abaixo o olha. - Sinto vontade de matá-lo.
- Digo o mesmo maninho. - Ela coloca o polegar e o indicador no meu queixo me fazendo olhá-la. - Cuida bem dela, não faz ela sofrer, eu sinto que ela gosta muito de você, e ela já sofreu demais.
- Eu...
- Não precisa falar nada agora, sei que esta confuso aí dentro. - Apontou para o meu peito. -Beijinhos maninho, vou domir.
Ela entrou no seu quarto e eu fui para o meu, tirei minha roupa e fui pro banheiro, tomei uma ducha gelada, e pensei em tudo, nos amassos que eu e Angel demos lá na ONG, e em tudo que ela me contou que aconteceu com ela...sai do banho, vesti uma box preta e deitei na cama, acabei por dormir.
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Angel Narrando:
Acordei e fui para a sacada de meu quarto, a lua estava linda e enorme no alto do céu.
Entrei no banheiro, tomei um banho relaxante, sai do banheiro enrolada em uma toalha e me assustei ao ver Amanda deitada na minha cama.
- Que susto desgraça. - Digo pondo a mão no peito.
- Se arruma. - Amanda diz mandona.
- Pra que? - Ela se levantou e deixou seu vestido a amostra, um salto beje, vestido branco até os joelhos, colado ao corpo da cintura pra cima e da cintura pra baixo rodado, cabelos soltos e uma make bafo.
- Festa da empresa aqui em casa.
- Uou! - Vou até meu closet. - E aliás, você está linda.
- Brigada. - Ela sorrir. - Falei com Adam, sinto que ele gosta de você de verdade.
- O sentimento que sinto por ele é novo, muito novo, mas é algo bom.
- Esse vestido vermelho está maravilhoso, e o salto preto com solado vermelho.
O vestido era logo, da cor vermelha, na perna direita tinha uma abertura e o salto ela já disse com é, ela me fez sentar na cadeira da penteadeira, fez uma trança em meus cabelos e me maquiou.
- Nossa! - Digo espantada. Eu estava muito diferente da Angek de minutos atrás, estava mais bonita, mais mulher, não parecia uma menina.
- Tá linda! Vai matar os homens que estão naquela sala, e Adam vai morrer de ciúmes. - Rimos.
- Vamos? - Chamo-a dando uma última olhada no espelho. Não queria chamar a atenção de todos os homens, apenas de Adam, só os olhares dele me interessa.
- Vambora. - Saímos do meu quarto e ficamos no topo da escada. - Eu desço e depois você desce.
- Okay. - Ela desceu, e algumas pessoas a cumprimentaram, ela foi até Adam e o cutucou, e logo após ele olhou para mim, sorriu e eu retribui. Comecei a descer os degraus e alguns olhares se direcionaram a mim. Confesso que fiquei um pouco envergonhada.
Finalmente cheguei ao fim da escada, Adam veio até mim, me estendeu o seu braço direito eu entrelacei meu braço no dele.
- Está linda meu anjo. - Ele sussurrou em meu ouvido me fazendo arrepiar. Por uns leves segundos fiquei sem reação e sem saber o que responder a ele.
- Obrigada. - Sorrio.
Olhei ao redor e Emma estava lindíssima, para matar qualquer homem e Dylan a comia com os olhos.
Sub: Hoje tem!
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Emma Narrando:
Angel estava magnífica, vi que Adam foi até ela para conduzi-lá. Achei os dois um bafo de casal, e sabia que a qualquer momento eles poderiam se assumir, e eu estava ansiosa por esse momento. Tenho certeza que vai rolar alguma coisa, se já não rolou né. Sorri comigo mesmo e senti mãos em minha cintura.
- Vamos dançar?
- Que susto Dylan. - Coloco a mão no coração, após me virar para ele. Ele sorrir.
- Desculpe. - Ele diz com um sorriso sacada nos lábios. Que homem é esse meu Senhor? Ele vai acabar me matando, ô se vai.
- Tudo bem. - Sorrio.
- Aceita dançar?
- Aceito!
Seguimos para pista de dança que por sinal já tinha alguns casais dançando. Ela música lenta.
Sub: Ô Deus!
Ele colocou as mãos em minha cintura e eu coloquei as minhas eu seu pescoço. Ele aproximou seu rosto de meu ouvido e sussurrou:
- Você está magnífica. - Sorrio envergonhada por seu elogio e por ter arrepiado ao seu toque.
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Dylan Narrando:
Chamei Emma para dança, estava louco por essa menina, como pode ser tão nova e ao mesmo tempo linda e sedutora.
Estava com nossos corpos colados me aproximei de seu ouvido e sussurrei que ela estava linda, ela sorriu envergonhada e senti seu corpo arrepiar. Ela reage ao meu toque, e isso me fez parecer um menino ao receber um doce, estava ansiando por quando poderia beijá-la, e em saber wue seu corpo reage ao meu toque me deixa imensamente feliz.
- Obrigada Dylan. - A música acabou e nos olhamos nos fundo dos olhos.
- Que tal darmos uma volta, pegar um ar?
- Claro, vamos. - Saímos para fora de casa, seguindo para o jardim.
Emma foi na frente e se sentou em um banco de madeira que ali tinha, eu sentei ao seu lado.
- O céu está lindo hoje. - Ela diz olhando para cima.
- Igual você. - Ela abaixa o olhar e percebi que estava ruborizada.
- Err...Obrigada.
- Desculpe. - Coloco meu polegar e indicador em seu queixo fazendo-a olhar pra mim. - Não tem por que ficar envergonhada, você é realmente linda.
Ficamos nos encarando por um tempo, e fizemos aqueles movimentos, boca, olhos, olhos, boca. E por fim tomei coragem e a beijei, um beijo calmo e que no fundo eu sabia que o que sinto por essa menina é amor.
Ela me deixa como nenhum outra mulher já me deixou, ela me dá um frio na barriga, arrepios por todo o meu corpo, ela me faz querer ficar com ela a todo instante, tenho ciúmes quando vejo outros homens a encarando, essa menina será minha total perdição.
{...}
*Final alternativo*《●Continuação a partir do capítulo 18●》Amanda GraysonDepois do efeito passar, acordei, ainda estava meio grogue, Angel estava no quarto, sorriu ao me ver.— Mais calma? — Angel.— Sim.— As crianças estão bem, estão tendo acompanhamento com a psicóloga, estão bem.— Que bom.— Você recebe alta amanhã.— E o Marcos?— Ele ainda está em coma, Willy está abalada.— Eu imagino. Ele não pode morrer, as crianças não aguentariam, me leve até ele.— Não podemos, ele está em observação na UTI.— Vamos logo Angel.— Esta bem.Angel saiu do quarto e voltou com uma cadeira de rodas, me ajudou a sair da cama e sentar na cadeira. Saímos do quarto onde eu estava e fomos até a UTI, ela ficou do lado de fora enquanto eu entrei la dentro.Ele estava aparentemente bem, seus olhos fechados, sua boca sem cor, um tubo na mesma e vários fios no seu corpo.— Eu não vou ser boazinha, você foi um imbecil no que fez, eu, você e todos sabemos que você foi um tremendo vacilão, mas se passou
Último capítulo.Amanda Narrando:Acordei com a respiração ofegante, o coração acelerado e os olhos cheios de lágrimas, eu não podia acreditar que aquilo era verdade.A campanha toca e eu vou atender, me surpreendo ao ver Willy de novo.— Oi?— Oi Amanda, voltei hoje de Londes. — Wily.— Voltou? Mas você já tinha voltado.— Acabei de chegar na cidade, Amanda.— Eu...não sei o que esta acontecendo. E o Marcos?— Marcos ficou lá por mim, pra resolver o resto das coisas, não estava com cabeça pra isso.— O que houve?— Eu estou grávida.— Que notícia boa, mas eu sinto que já sabia disso.— Oi Willy. — Meu coração acelerou quando ouvi a voz dele, meu Deus!Ele está vivo, senhor Jesus, ele está vivo. O que aconteceu aqui??? Foi tudo um sonho?— Oi Leslen. — Ela sorrir.Que dejavu mais estranho.— Vou levar as crianças pra tomar sorvete.— Não! Não faça isso, não saia dessa casa, vamos esperar todos aqui e vamos para nossa viagem. Leslen eu amo você. — Abraço ele forte e o beijo. — Eu acei
Amanda Narrando:As crianças pularam no colo de Leslen, abraçando-o e dizendo que estavam muito felizes por ele ser o segundo papai deles. E eu estava como? Totalmente inerte, paralisada, não sabia o que fazer ou falar, nem ao menos conseguia me mecher.Minha família chegou logo após, entraram com comida, bebidas e tudo mais, os meninos foram pra fora acender a churrasqueira, as crianças entraram na piscina e as meninas foram para as espreguiçadeiras e eu acompanhei, mas ainda estava inerte.— Tudo bem? — Leslen.— Sim. Só que eu fiquei surpresa, eu não sabia que você estava ali.— As crianças me disseram que você permitiu que eu fosse o papai deles, mas que eu não sou seu marido e sim seu amigo.— Falaram? — Solto o ar que estava preso.— Adoraria ser papai deles e ser seu marido também.— QUE?!— Pensa nisso. — Ele dá uma piscadela e sai para perto dos rapazes.Fiquei paralisada, eu nunca fui assim, meu Deus, eu era maluca, tenho que fazer alguma coisa. Tirei a saída de praia e corr
Amanda Narrando:Entrei em casa e não tinha ninguém acordado, então subi as escadas entrei no meu quarto e me joguei na cama, capotando.Sonhei com a noite maravilhosa que Leslen me proporcionou, e eu estava querendo isso muitas e muitas vezes, não quero relacionamento, então a proposta de amigos coloridos eu estou mais que disposta a aceitar.Acordei as oito da manhã, tomei um banho relaxante me arrumei bem maravilhosa, como sempre, tomei café com meus filhos, esperei o ônibus chegar para levá-los, entrei no meu carro e segui para a empresa.Estacionei, entrei na empresa passando pelo hall de entrada e cumprimentando algumas pessoas.— Maninha. — Dylan. Ele me abraça.— Que bom que voltou. — Laura.— Temos um novo sócio, não perderia a reunião do cara que vai expandir nossos produtos. — Sorrimos.— Ele chegou. — Angel.A porta é aberta e eu escuto passos, me viro para trás E dou de cara com um homem maravilhoso de terno e o cara que me fez ter uma série de orgasmos ontem a noite.—
Dois meses depois...Amanda Narrando:Dois meses se passaram, tudo está a mil maravilhas, Marcos cumpriu sua pena, os caras do sequestro foram presos, as crianças estão muito felizes e eu também. Marcos e Willy estão muito bem e o resto da família também, eu e o doutor Leslen estavamos trocando olhares, quer dizer, eu que estava trocando olhares com ele, não sei se ele corresponde, mas agora já era, meus exames já terminaram e eu não tenho mais o que fazer no hospital.Estava no mercado fazendo as compras do mês, acabei tombando com outro carrinho, e por incrível que pareça era ele.— Oii. — Sorrir.— Oii Amanda. — Ele sorrir, e que sorriso.— Tudo bem?— Muito bem. — O sorriso que ele demonstra é diferente. — Eu fiquei sem jeito.— Do que?— De te chamar pra sair, até por que não seria ético de minha parte, por que você era minha paciente.— Você falou bem. Era sua paciente, não sou mais.— Aceitar sair para jantar comigo?— Adoraria.— Passo pra te buscar as 20h.— Okay. — Nos de
Marcos Narrando:Foi tudo tão rápido, nunca tinha visto aqueles caras na minha vida, mas eu sabia que queria me matar, por ser um magnata internacional sou bastante procurado para, como diz eles, "eliminar concorrência". Fui atingindo tentando proteger minhas crianças, cai no chão, a dor consumia meu corpo, meus olhos iam ficando turvos e pude ver eles carregando meus bens mais preciosos.Se esse for meu fim, eu vou aceitá-lo, o fim mais cruel, para um cara que foi cruel. Morrer com a culpa de ter perdido meus filhos, sabe-se lá o que aconteceu com eles, com certeza esses filhos da puta mataram minhas crianças.Com os olhos fechados pude sentir minha dor neutralizando, e eu escutava vozes, mas não conseguia decifrar de quem era, ou sobre o que estavam falando, era como se eu estivesse grogue.Amanda Narrando:Eu estava tão aflita, Willy me ligou para dizer que Marcos entrou em coma induzido, e que os médicos disseram que dão apenas dois meses até ele ter morte cerebral, não sei







