Mag-log inClara obedeceu. Abriu o hábito até a cintura. O tecido caiu para os lados, revelando a silhueta marcada pela roupa simples que usava por baixo. Os seios grandes subiam e desciam com a respiração acelerada.— Porra… — murmurou ele, sem tirar os olhos do decote. — Olha o tamanho desses peitos. Aposto que são macios pra caralho. Vem cá.Ele puxou o pulso dela com mais força. Clara caiu para frente, quase em cima dele. Raffaele usou a mão boa para segurar a nuca dela, obrigando-a a ficar perto do rosto dele.— Sabe o que eu ia fazer com você na capela se não tivesse desmaiado? — sussurrou ele, os lábios quase encostando nos dela. — Ia te virar de bruços no altar. Ia levantar esse hábito até a cintura, rasgar essa calcinha molhada e enfiar dois dedos grossos nessa bucetinha virgem enquanto você pedia pra Deus me parar.Clara soluçou baixo. As lágrimas voltaram.— Por favor… não…— Não o quê? — ele provocou, a mão descendo pelas costas dela por cima do hábito até parar na curva da bunda. Ap
A chuva não parava. Clara mal conseguia enxergar direito enquanto arrastava o corpo pesado de Raffaele escada abaixo. O porão do convento era frio, úmido e raramente usado — só guardava caixas velhas, um colchão puído no canto e algumas ferramentas enferrujadas. O lugar cheirava a mofo e terra.O mafioso era absurdamente pesado. Mesmo inconsciente, seus músculos pareciam feitos de pedra. O sangue do ferimento no peito continuava escorrendo devagar, manchando o hábito dela toda vez que o corpo dele escorregava um pouco para frente. Clara ofegava, os braços tremendo de esforço. O véu estava torto, o cabelo preto escapando por baixo. O hábito preto estava encharcado na barra por causa da chuva e agora também de sangue.— Ai, meu Deus… me dá força… — murmurou ela entre dentes, puxando-o pelo underarm com toda a força que tinha.Ela finalmente conseguiu arrastá-lo até o colchão velho no canto mais escuro do porão. O corpo dele caiu com um baque surdo. Clara ficou de joelhos ao lado, respir
A chuva caía pesada sobre o telhado antigo do Convento de Santa Maria das Dores, como se o céu quisesse lavar os pecados do mundo. Dentro da capela pequena e mal iluminada, apenas o chiar das velas e o som distante dos trovões preenchiam o silêncio.Irmã Clara estava de joelhos no chão frio de pedra, as mãos unidas contra o peito, o véu branco perfeitamente arrumado sobre os cabelos pretos. O hábito preto caía solto sobre seu corpo, mas não conseguia esconder completamente as curvas que a roupa religiosa tentava disfarçar. Seios pesados pressionavam o tecido. A cintura fina contrastava com o quadril largo e as coxas grossas que se apertavam uma contra a outra enquanto ela rezava.— Ave Maria, cheia de graça… — murmurou ela, voz baixa e doce, quase infantil. — O Senhor é convosco…Ela tentava se concentrar. Tentava mesmo. Mas havia noites em que o corpo traía. Noites em que sentia um calor estranho entre as pernas, uma umidade que ela não entendia e que a fazia corar de vergonha até o
Três meses se passaram desde o dia em que Sabrina pulou o muro pela primeira vez vestindo apenas aquele baby-doll transparente.Três meses de putaria sem freio.O que começou como uma atração suja entre vizinhos havia se transformado em um vício profundo, animal, quase doentio. Eles não conseguiam mais ficar sem se tocar. O muro baixo que separava as duas casas virou uma porta giratória de depravação. Não havia mais pudor, não havia mais limites. Apenas desejo cru e a necessidade constante de usar um ao outro.Martin continuava o mesmo homem de sempre: alto, grosso, mente suja e pau sempre pronto. Mas agora ele vivia em função da buceta, do cu e da boca da vizinha. Sabrina, por sua vez, havia se transformado completamente. A mulher que chegou ao condomínio com um shortinho curto já era uma puta assumida. Seus gemidos mineiros ecoavam todas as noites entre as paredes finas de gesso, e ela não se importava mais se alguém ouvia.Eram quase três horas da manhã de uma quinta-feira quando M
Era sábado. Nenhum dos dois tinha compromisso. E ambos sabiam que o dia seria dedicado exclusivamente a uma coisa: putaria sem limite.Martin acordou primeiro, por volta das oito da manhã. Sabrina chegou quinze minutos depois, pulando o muro só com um trench coat bege por cima do corpo nu. Quando abriu o casaco na sala dele, os peitos pesados saltaram livres, a buceta já inchada e o cu ainda marcado da foda da noite anterior.— Hoje eu sou toda sua — ela disse, jogando o casaco no chão. — Do jeito que você quiser. O dia inteiro.Martin sentiu o pau endurecer instantaneamente.— Então tira esse resto de roupa e vem. O café da manhã vai ser sua buceta na minha boca.E assim começou a maratona.Eles nem chegaram ao quarto. Martin sentou no sofá, puxou Sabrina para cima dele em posição 69 e começou a devorar a buceta dela enquanto ela chupava seu pau com fome. A boca quente e molhada deslizava até o fundo da garganta, babando inteiro. Martin metia dois dedos na buceta e outro no cu enquan
Sabrina chegou às nove e meia da noite com uma bolsa preta na mão e um olhar que misturava tesão e submissão. O robe curto mal cobria a bundona, e Martin já sabia que por baixo não tinha nada. Ela fechou a porta atrás de si, trancou e ficou parada na sala, mordendo o canto do lábio.— Trouxe o que você pediu — disse ela, com aquela voz mineira arrastada, quase tímida.Martin, sentado no sofá só de calça de moletom, ergueu o queixo.— Mostra.Sabrina abriu a bolsa e tirou um consolo realista de 22 centímetros, grosso, veias marcadas, cor de pele bronzeada, com bolas falsas na base. Era uma peça pesada, claramente usada várias vezes. Junto veio um frasco de lubrificante e duas tiras de seda preta.— Esse é o maior que eu tenho — confessou ela, entregando o brinquedo. — Uso sozinha às vezes, quando fico louca de tesão do outro lado da parede… pensando em você.Martin segurou o consolo, sopesando. Era realmente grande. Quase do tamanho da própria pica dele.— Hoje você não vai usar sozinh







