MasukVera thought she had it all. The fancy life, a loving husband, a place she could proudly call home. But it turned into a nightmare when her husband’s HER returned. She came to her breaking point after her darling husband, Anthony publicly humiliated her, threatening to jail her for confronting his mistress disguised as his business partner. Done with her husband’s excesses, she opted for divorce but Anthony taking advantage of her poor status, threatened her to stay for his benefits. Except that life opened an astounding chapter for Vera when she discovered she’s the lost daughter of the richest family in metropolis. Not only did she become the youngest of the five most powerful men in the city, they doted and swore protection to her. Now wielding so much power, Vera becomes the only link for Anthony to win the billion dollar deal with the Hudson’s which he had longed for. With tables turned, guess who knelt before Vera begging? But what makes this drama more interesting is that decisions don’t solely rest on Vera’s shoulders but Anthony has to confront her overprotective brothers who swore to ruin him for hurting their sister.
Lihat lebih banyakAnya Belov
Às vezes, em momentos de dor, o ser humano não sabe expressar bem o que sente, porque, apesar de ser a mesma notícia, as pessoas reagem de formas muito diferentes. Sempre ouvi isso, mas nunca acreditei de verdade. Achava que, diante da dor, todos demonstravam as mesmas emoções. Como estava enganada. Agora, diante da mesma dor que todos sentem, eu não consigo mais chorar. Mesmo vendo todos chorarem e até se debruçarem sobre o caixão que desce para debaixo da terra – aquela caixa de madeira que agora leva meu marido e uma parte de mim junto –, eu não consigo derramar uma lágrima sequer. A dor simplesmente se instalou dentro de mim, criando um buraco vazio no lugar onde antes estavam minha alegria e todo o meu amor. A dor... uma dor que eu nunca imaginei sentir está agora tomando conta de mim. Ela aperta minha garganta, prende minha mente e leva consigo tudo o que havia de bom em mim. Por que isso chegou tão cedo? Por que o universo não permitiu que eu e meu amor envelhecêssemos juntos e, talvez, até morrêssemos lado a lado, numa cadeira de balanço ou na nossa cama, um olhando para o outro? Assim, nenhum de nós precisaria sofrer com a partida do outro. Mas nem o universo, nem o destino e nem Deus quiseram assim. Agora, ele está morto. Estou vendo-o partir, enquanto a terra cobre o caixão que leva o homem mais gentil, amoroso, compreensivo e bondoso que já conheci. O homem com quem sonhei envelhecer. Com todo o pesar do meu coração, beijo a flor vermelha em minha mão e a jogo no caixão, que é rapidamente preenchido pela terra. Aos poucos, a visibilidade desaparece, deixando apenas o abraço amargo do vazio e a solidão. Após o enterro, as pessoas começam a ir embora. Algumas me dão os pêsames, outras lamentam por uma mulher tão jovem já ter ficado viúva. No entanto, nem os pêsames, nem os comentários fazem sentido para mim. Eu ouvia, mas as palavras entravam por um ouvido e saíam pelo outro. Minha mente não estava pronta para raciocinar. Pelo menos, não hoje. Fiquei encarando a lápide, passando a mão pelas letras gravadas, enquanto engolia seco. Ele estava mesmo ali, e agora não podia mais sair. Não era mais uma de suas viagens, daquelas que duravam dias. Essa duraria para a eternidade. — Filha, meu bem, precisamos ir. — Será que está frio lá embaixo? Será que ele vai ficar bem aqui sozinho? — Filha... Senti braços ao redor dos meus ombros e um carinho nos meus cabelos, mas ainda assim, eu me sentia fria e vazia por dentro. — Meu amor, ele já não está mais aqui. Precisamos ir. Yuna precisa de você agora. Por favor, minha filha. Levantar e deixá-lo ali parecia impossível, mas tentei. Olhei para frente, implorando que meu cérebro desse o comando às minhas pernas para me mover. Algo tão automático e, ainda assim, tão difícil. — Eu... eu não... As lágrimas, antes desaparecidas, voltaram com força, arrancando de mim um grito preso na garganta. Desabei no chão, sem forças. Minha testa tocou o barro, e minhas lágrimas regaram a terra com dor e tristeza. Não permaneci assim por muito tempo. Braços fortes me ergueram, afastando-me dele, do meu amor. Fui colocada em algo macio, mas não sabia o quê, porque minha visão permanecia presa no cemitério, na lápide dele, na terra que agora o abrigava. Logo, o cemitério ficou para trás. As coisas que antes me traziam alegria agora estavam tão sem vida quanto eu. Depois doque pareceu uma eternidade, o carro parou novamente. Fui retirada de dentro, ainda sem forças para me mover. Os mesmos braços que me colocaram no carro me carregaram com cuidado até dentro de casa e me deitaram em algo macio, como se temessem que até o toque pudesse intensificar minha dor, me quebrar. Minha mente queria desligar e nunca mais despertar. Porém, uma voz infantil e chorosa me tirou do transe. — Mamãe, o papai? Por que deixaram o papai? Ele... ele precisa ficar com a gente. Está frio e ele está sozinho. Traz o papai, mamãe, por favor. As lágrimas escorriam pelo rostinho miúdo, e eu a puxei para um abraço forte, tentando conter minhas próprias lágrimas. — Meu amor, o papai não vai voltar mais. Agora ele está no céu, junto com as estrelas. Ele vai proteger você e amar você de lá. — Não, mamãe! Traz o papai! Eu quero o papai! Ela chorou mais, soltando um soluço sofrido que partiu meu coração ainda mais. Meu Deus, por quê? — Meu carinho... Ela apertou o que conseguiu alcançar, e eu a abracei ainda mais forte, tentando confortá-la. Mas quem, exatamente, eu estava tentando confortar? Após uma semana do enterro do meu marido, eu não conseguia sair da cama, muito menos tomar banho. Minha vida era ficar deitada na cama e sentir o cheiro do meu marido em suas roupas, cheiro este que já começava a desaparecer e deixava as roupas totalmente vazias e carentes, assim como eu. Após um mês, nem mais a luz do sol entrava no meu quarto, e nem meus pais, já que minha porta se encontrava trancada e ninguém mais tinha a chave, pois eu nunca achei apropriado ter uma outra chave de um quarto que era de casal. Mas, ainda assim, meus pais não desistiram de tentar me alimentar ou de falar comigo para saber se eles ainda estavam ali, apesar de tudo. Um deles sempre batia à porta e eu sempre ignorava, querendo me fechar na minha solidão e no abrigo do meu quarto. Mas eles deram um basta nisso quando, por desidratação e anemia, eu fui parar no pronto-socorro e tive que ficar internada por vários dias até conseguirem fazer a reposição líquida. Os médicos e enfermeiros passando sempre não me deixavam esquecer que estavam ali. Porém, eles também eram descuidados ao deixar objetos afiadas ao meu alcance. Eles não sabiam que não podiam deixar coisas desse tipo perto de pacientes, que talvez estivessem tratando uma possível suicida? E esses objetos eram convidativos, tão convidativos que as veias pulsavam mais forte e quase se tornavam visíveis, como se quisessem ser rasgadas por elas, como se quisessem desinflar o sangue que corria por elas. — Nem penses nisso, Anya. A voz grossa tirou minha visão do objeto cortante e minha mente dos pensamentos suicidas. — Não estou pensando em nada. — Em que você estava pensando? Você... eu não acredito nisso. Meu pai pegou o objeto e jogou-o bem longe de mim, assustando a mim e à minha mãe. Ele nunca foi assim, mesmo em seus momentos mais difíceis e estressantes. — Você não pode ficar assim, você precisa se recuperar. Nikolai nunca poderia querer que você agisse assim. — Não fala dele. Queria gritar, mas minhas cordas vocais mal tinham forças para deixar minha voz sair como deveria. — Tudo bem, não falarei dele, mas e sua filha? Ela também não importa? Também não devo falar dela? Meu coração pesou ao ouvir o nome da minha filha, e mais lágrimas foram derramadas. — Eu... — Yuna é uma criança, Anya. Ela também precisa de você. Ela já perdeu o pai, não vai conseguir perder a mãe. Nós não vamos conseguir perder nossa única filha. Encarei minha mãe, e dessa vez me senti culpada. — Desculpa, eu estou sendo fraca, mas é que... — Você não está sendo fraca, perdeu o teu marido e isso é compreensível, é muito doloroso, mas você não pode ir também. Se não quer pensar em ti para se recuperar, pensa na tua filha, pensa no teu carinho. Chorei ainda mais e tentei respirar fundo para que o ar entrasse nos meus pulmões. Passei as mãos pelo rosto e limpei as lágrimas, engoli seco e tentei buscar forças. — Eu vou cuidar dela, vou tentar me recuperar, eu prometo. Tentei sorrir, mas não consegui. Minha promessa soou muito fraca, assim como eu. Depois de duas semanas internada no hospital, eu finalmente saí, mas com uma lista de recomendações médicas e o nome de uma psicóloga para que eu e minha filha frequentássemos. Achei estritamente desnecessário, mas meus pais não tiveram a mesma opinião, argumentando que precisamos disso e que nos fará muito bem. Decidi não contrapor. Chegamos em casa e meus pais me ajudaram a chegar até meu quarto, abriram as persianas e deixaram a luz entrar, assim como o ar puro. Abri as portas da varanda e sentei na cadeira que tanto amava por me proporcionar uma vista maravilhosa de toda a minha casa. Impulsionei a cadeira para balançar e fiquei assim até ouvir passos tímidos se aproximando. Virei levemente meu corpo e vi minha filha, agora tímida demais e magra também, evidenciando a negligência da minha parte em relação a ela. — Vem aqui, meu carinho. Um passo de cada vez, ela chegou até mim e ficou ao meu lado. Peguei seu pequeno corpo e a coloquei em meu colo, abracei-a e beijei seus cabelos. — Desculpa, desculpa por não te dar atenção e te afastar. — Sinto saudades do papai também, mas não quero perder a mamãe. Erguei seu rosto miúdo e fixei os olhos castanhos-claro, iguais aos dele. — Não vais me perder, vamos fazer isso juntas, está bem? Nós duas. — Está bem. Ela beijou dois dedos e eu fiz o mesmo. Juntamos os dedos e, pela primeira vez em dias, eu consegui sorrir, nem que fosse minimamente.VERA’S POVMy phone wouldn’t stop vibrating.At first, I ignored it. I was half-buried under my duvet, eyes closed, caught between sleep and wakefulness. I told myself it was probably another useless group chat notification or Russell checking in too early again. My phone has become background noise lately buzzing and blinking without demanding my attention.But it didn’t stop.The vibrations came again. And again. Sharp, insistent like something alive crawling across the mattress beside me.I frowned and opened my eyes.The screen lit up the dark room, notification banners stacking so rapidly I couldn’t even read them all unknown numbers, news alerts, social media tags, mentions. My chest tightened, a quiet instinct stirring before my mind caught up.Something was wrong.Or… right.I pushed myself up against the headboard, unlocking my phone. My thumb moved slowly, as if some part of me already knew what I was about to see and wanted to delay it.Anthony’s face filled the screen.I f
ANTHONY’S POVMy entire life has been a mess since Vera suddenly became jewel Hudson.My life was falling apart and Clair had taken all I've ever worked for.Days had passed, and every hour felt like I was sinking deeper into quicksand, slowly, until breathing itself became a punishment. I barely slept. I barely ate. I went to my company but I barely knew what I was doing.I ended up staying home for the rest of the other days.My company was falling apart and my parents were nowhere to be found when I needed their support.I called Clair several times and pleaded with her. I was ready to forget what I saw that night and forgive her.I wanted to move past it and save my assets until I figured things out.But nothing was going my way. I was at the edge of destruction.My only option was to plead with Vera but she hasn't answered my calls or replied to my texts in a week.“Please,” I whispered at my phone screen for the hundredth time. “Just reply… say something…”But nothing came.My
VERA’S POVAnthony stared at me expectantly;“One,” I started, “Send me a copy of the divorce papers, already signed by you. I don't need your poor assets.He swallowed hard but didn't say a word.“Two,” I continued, “You will do whatever I ask you to do. Starting now.”“What?” he was taken aback,“You heard me right,” I said, stepping slowly away from him, “And the first thing you'll do is take off your jacket and clean my shoes with it. In front of everyone.”His eyes widened in horror. “Vera…”I glared at him, “What did you just call me?”“I mean, Jewel. But you're being ridiculous,” he stepped closer, shaking his head, “I have a dignity to uphold, I can't do that in front of all these people.” “No?” I tilted my head. “My father and my brothers will be thrilled to know that my pathetic husband is here.”I turned away and walked into the crowd.“Three. Two. One.” I counted quietly.Right on cue, Anthony grabbed my hand, from behind.I turned to him with an innocent look, “Is anythi
VERA’S POVIt was the day of my welcome celebration and also my birthday.I was swept into a whirlwind; maids surrounded me from every direction, holding dresses, shoes, accessories; all provided by my brothers and my father, like they have been preparing for this all their lives.“Princess, which gown would you like to wear?”Four maids held four different gowns of different colours in front of me. They all looked pretty and I didn't know which one to pick.After much deliberation, I picked the sparkling blue ball gown.I was dolled up with make-up, sparkling diamonds on my neck, ears and wrist. My hair was curled like a Disney princess hairdo.I've never been this pampered and adorned like this in my life.After everything was completed, I stood in front of the mirror and I could barely recognize myself.I looked stunning, I didn't have anyone to tell me that. I looked like I had just stepped out of a royal portrait, a woman dressed in power.I saw Anthony’s name on the guestlist, a
VERA’S POVTheir eyes were burning into me with rage. I had thought that they would be shocked when I revealed my desire of getting a divorce from my husband;I didn't expect it to ignite a storm in them like this.Rhys was the first to react, slamming his palm on the table. “Princess, who the fuc
Mr Hudson looked at the paper in his hands again, his hands trembled as he passed it to Roman;He moved forward to stand in front of me; I didn't know how to react or what to say, I just stared at shocked faces as they took turns to look at the DNA papers.But there was something in the way Mr Huds
VERA’S POVThe doctor’s words echoed in my ears, “You're my precious lost sister.”“What are you talking about?” I managed to ask. Was he playing some kind of joke with me?His face was serious and he didn't look like he was joking.He managed to calm me down and explained everything to me;Apparen
VERA’S POVI walked out of that mansion with my heart in shreds;I wanted to scream, to cry, to tear something apart, but I just kept walking. My heels clicked against the pavement until I couldn’t feel my feet anymore. The city lights blurred through my tears, and the night air stung my face.I ha












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