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É preciso cumprir o contrato

Penulis: Angel Summer
last update Tanggal publikasi: 2026-09-01 23:11:57

Passaram duas semanas.

Na Itália, o mundo parecia estar ardendo sob os pés de Lia Bellamonte. Cada empresa pertencente a Giancarlo Bellamonte ou a Paulino Weiss era atacada sem descanso. Portos incendiados, cargas desaparecidas, sócios rompendo contratos e rotas comerciais bloqueadas. Onde aparecia o nome Weiss ou Bellamonte, aparecia também a Mamba Negra para destruir tudo. Ninguém conseguia deter aquela guerra silenciosa que a Donna havia declarado desde o momento em que arrancaram Giorgio de
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  • Traída... casei-me com seu inimigo   Agora corre sangue premium em suas veias

    A porta voltou a se abrir. O médico entrou acompanhado de uma pasta.—Muito bem. O senhor Borkovski me avisou que o paciente havia acordado. Vamos verificar como ele está.Fiorella tentou se afastar, mas Jean não soltou sua mão. O médico sorriu discretamente antes de iniciar o exame.Iluminou suas pupilas com uma lanterna, verificou os reflexos, examinou cuidadosamente os curativos e observou as bolsas de sangue que ainda desciam lentamente enquanto a cor retornava pouco a pouco ao rosto de Jean.Finalmente, fechou a pasta.—Muito bem. Seus níveis estão melhorando. Essa será a última bolsa de sangue que administraremos. Depois, continuará apenas com o soro.Jean não demorou nem um segundo para perguntar:—Quando posso sair?O médico soltou uma pequena risada.—Se tudo continuar assim... dentro de três ou quatro dias.Jean fez uma careta.—Não pode ser antes?—Não, senhor Valestri. Quase o perdemos durante a cirurgia. Se não fosse por seu amigo loiro e por todos os homens da sua organi

  • Traída... casei-me com seu inimigo   O poder do ciúme

    A manhã chegou lentamente. Os primeiros raios de sol atravessavam as cortinas do quarto enquanto o monitor continuava marcando o ritmo constante do coração de Jean.Fiorella abriu os olhos assustada.Durante alguns segundos, demorou a se lembrar de onde estava. Acabara adormecendo sentada ao lado da cama, com a cabeça apoiada no colchão e sem soltar em nenhum momento a mão de Jean.A primeira coisa que fez foi olhar para ele. Jean continuava com os olhos fechados.Sua respiração estava tranquila e o monitor seguia marcando um ritmo estável.Fiorella levou uma das mãos até sua testa, acariciando-a com extrema delicadeza para verificar se não estava com febre. Depois percorreu lentamente sua bochecha, deixando que a ponta de seus dedos memorizasse mais uma vez o rosto do homem que amava.Segurou a mão dele entre as suas, beijou suavemente seus nós dos dedos e a apoiou contra a própria bochecha.—Vamos, amor... volte. Acorde. Você é forte, precisa voltar para mim. Por favor... não me faç

  • Traída... casei-me com seu inimigo   Nunca deixe de fazer isso

    Durante alguns segundos, nenhum dos dois falou. Simplesmente desfrutavam do silêncio e da proximidade um do outro. Finalmente, Lia sorriu com nostalgia.—Foi aqui que descobri que você já me conhecia... que me amava havia tantos anos e que era meu grilinho.Giorgio soltou uma risada baixa.—E foi aqui que passamos nossa primeira noite juntos —disse Lia, suspirando.Gio arqueou uma sobrancelha e sorriu.—Hum... não. Lembro você de que foi na sua cama, na mansão. Dormimos juntos quando houve aquela tempestade com raios.Lia riu baixinho.—É verdade... agora me lembro. E também lembro que você ficou muito animado com aquilo.—Você me apalpou. O que esperava?Lia deu uma pequena batida em seu peito.—Não mude a história.Ele capturou sua mão e beijou seus nós dos dedos.—Vagalume... esperei e amei você durante tantos anos que conter a vontade de torná-la minha foi um verdadeiro calvário.Lia acariciou lentamente sua bochecha.—Agora você não precisa mais se conter, amor.Sorriu com doçura

  • Traída... casei-me com seu inimigo   De volta ao lago

    A noite transcorreu com uma lentidão desesperadora. Jean não reagia, permanecia imóvel no quarto da unidade de terapia intensiva enquanto as máquinas marcavam o ritmo constante de seus sinais vitais. Fiorella acabou adormecendo sentada ao lado da cama, agarrada à mão dele como se soltá-la significasse perdê-lo para sempre. Mesmo dormindo, seus dedos continuavam entrelaçados aos de Jean.Ao mesmo tempo, Giorgio e Lia deixavam a clínica em direção à casa do lago. Mark decidiu permanecer na mansão Bellamonte cuidando de Will, que finalmente havia recebido alta depois de confirmarem que a bala apenas raspara seu ombro.O caminho até o lago foi silencioso. Nenhum dos dois estava com disposição para conversar.Quando Giorgio abriu a porta da enorme casa, um calor agradável os recebeu imediatamente. A lareira já estava acesa e o fogo crepitava suavemente, iluminando a sala com uma luz alaranjada. Sobre a mesa da sala de jantar, uma refeição os aguardava, cuidadosamente coberta para conservar

  • Traída... casei-me com seu inimigo   Eliminaram todas as provas

    Giorgio desceu da caminhonete com a arma na mão, seguido imediatamente por Lia. Atrás deles, dez caminhonetes blindadas começaram a parar uma após a outra. Os homens Bellamonte desciam preparados para o combate, ao mesmo tempo que os homens enviados por Kail ocupavam posições ao redor da propriedade.A cena era desoladora.Os enormes portões haviam sido destruídos e parte do muro externo estava reduzida a escombros. Várias janelas estavam quebradas e o jardim encontrava-se repleto de cápsulas e vestígios do confronto.Lia sacou imediatamente sua arma.—Vamos!Sem perder um segundo, todos começaram a repelir o ataque. Os poucos homens que ainda permaneciam dentro da propriedade tentavam escapar enquanto respondiam com disparos desesperados.Entre a fumaça e os escombros, Lia avistou Mark sustentando Will, cujo ombro estava completamente coberto de sangue.—Will! Wiiiiill!Correu até ele e se ajoelhou ao seu lado.—Donna, fique tranquila... foi apenas um arranhão.—Não diga besteiras.L

  • Traída... casei-me com seu inimigo   Estou indo para aí

    Na clínica, Giorgio e Lia não paravam de caminhar de um lado para o outro do corredor desde que Jean entrara no centro cirúrgico. O silêncio era sufocante. Os únicos sons constantes eram os monitores, os passos apressados da equipe médica e as portas automáticas abrindo e fechando repetidas vezes.Lia estava com os olhos completamente avermelhados. Tentara permanecer forte durante todo o caminho, mas ver o sangue de Jean encharcando o chão do porto era uma imagem que não conseguia tirar da cabeça.As portas do elevador se abriram de repente.—Jean!Fiorella saiu correndo, seguida por Kail. Nem sequer olhou para os homens armados que cercavam toda a clínica, formando um perímetro de segurança. Apenas procurou Giorgio e Lia desesperadamente.—Como ele está? O que aconteceu?Lia levantou os olhos e caminhou rapidamente até ela.—Ainda não sabemos de nada, Fio.Sua voz se partiu.—Um dos homens contra os quais estávamos lutando apareceu atrás de nós e disparou. A bala atingiu Jean... Vimo

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