FAZER LOGINCamila O silêncio na entrada do restaurante era denso, quebrado apenas pelo barulho abafado do trânsito da rua. Estávamos parados na calçada, esperando o manobrista trazer o carro de Leonardo, quando a porta de vidro se abriu atrás de nós.— Olá, Camila. Bom dia... quer dizer, boa tarde! Como é que você está? — a voz conhecida soou bem perto.Virei o pescoço devagar, sentindo o sangue sumir do meu rosto. Era o professor Wesley, que havia acabado de sair do estabelecimento.Engoli em seco, forçando um sorriso amarelo e rígido.— Oi, professor Wesley... Estou bem, graças a Deus. E o senhor? O que está fazendo por aqui?— Ah, vim almoçar por aqui também — ele respondeu, com um sorriso irônico nos lábios, enquanto seus olhos desviavam de mim para o homem ao meu lado. — E esse... é o seu amigo? Seu patrão lá da clínica?Antes que eu pudesse abrir a boca para inventar qualquer desculpa, a mão de Leonardo deslizou com firmeza pela minha cintura, puxando-me colada ao corpo dele num moviment
Camila Saímos do consultório e fomos em direção ao carro dele, que estava estacionado na clínica.— Onde você quer almoçar hoje? — Leonardo perguntou, abrindo a porta para mim. — Hoje quero fazer todas as suas vontades.— Quero almoçar naquele restaurante italiano. Será que está aberto a essa hora?— Provavelmente sim! Não sabia que você gostava de massa.— Adoro, e as italianas são as melhores.— São sim, deliciosas, mas tem coisas mais deliciosas ainda — ele falou, me lançando um olhar cheio de intenção.— Vamos logo, seu bobo.— Você esqueceu que sou bobo e apaixonado — Leonardo disse, tocando meu rosto e me dando um selinho rápido antes de dar a volta e entrar no carro.Liguei o rádio baixinho enquanto ele dirigia até o restaurante. Assim que chegamos e entramos, um garçom veio em nossa direção com um sorriso educado.— Bom dia, senhor! — o rapaz cumprimentou.— Bom dia, rapaz. Mesa para dois.— Claro, me acompanhem! — Ele se virou e nos levou até o primeiro andar, onde as mesas
Camila A manhã no consultório estava no seu fluxo normal. Todos os pacientes brincavam com a minha situação e a do Leonardo: uns diziam que tínhamos sido feitos um para o outro; outros, que eu não perdesse tempo, pois ele era um partidão. Até que Dona Josefa saiu do consultório do Léo e se aproximou de mim.— Minha filha, não percam tempo. Está na cara que vocês dois se gostam... — ela sussurrou perto do meu ouvido. — Eu sondei ele lá dentro, está caidinho por você! Não precisa ter medo, deixa ele te fazer feliz.Comecei a rir do que ela estava dizendo.— É sério o que falei! O meu véio me olhava assim também. E vamos combinar: esse Doutor Leonardo, além de inteligente, é um gato, minha filha! Eu, no seu lugar, já estava vendo estrelas, se é que você me entende — falou, rindo da minha cara de espanto.— Vou indo embora, minha filha. Assim que eu fizer o exame que o doutor passou, eu volto.— Está certo, ficamos no aguardo, Dona Josefa.Ela foi embora rindo.Peguei meu celular
Leonardo— Então vamos lá, Dona Josefa... — disse, tentando disfarçar a onda de sentimentos que as palavras dela tinham despertado, e mudei de assunto: — Vou passar uma ressonância para vermos o que está acontecendo com essas dores.Continuei, digitando no computador:— Também vou encaminhar a senhora para a nutricionista, pois a alimentação interfere muito nesse quadro crônico. E irei ajustar a dosagem da sua medicação. Assim que o exame estiver pronto, a senhora retorna.— Tá bem, meu filho. Olhe, eu quero ser convidada para o casamento, viu? Vocês vão casar em breve.Ri, tentando quebrar a timidez que ameaçava me tomar:— Mas olhe o meu tamanho, Dona Josefa, e olhe o dela! — brinquei.— Ah, meu filho, mulher gosta de homem grande — falou ela, já se levantando com dificuldade da maca. — Só lhe dou um conselho: não volte com aquela mulher com quem você estava, meu filho.Pisquei, surpreso:— E a senhora viu a Luíza por aqui, foi? Como sabe que não estamos mais namorando?— Dá para pe
LeonardoAbri os olhos antes do despertador tocarO silêncio do início da manhã tomava conta do apartamento dela e a luz do sol começava a entrar de mansinho pela janelaCom cuidado para não fazer barulho levantei da cama vesti o tênis e saí para correrO ar fresco da manhã ajudou a despertar a mente e renovar as energiasDe volta para o apartamento fui direto para a cozinha preparar tudo com calmaPreparei as panquecas na frigideira até ficarem douradas e fofinhasPassei um café fresco deixando aquele aroma gostoso tomar conta do espaçoColoquei na mesa o bolo que tinha comprado especialmente para elaCom a mesa posta e tudo arrumado fui tomar banhoSaí do banheiro bem no momento em que ela acordouOlhei para o relógio e comentei— São cinco e meia da manhãEla me olhou meio brava e perguntou— De onde vem tanta energia essa hora da manhã?Dei um sorriso e respondi— Você renovou toda a minha energia na noite anteriorEla pegou o travesseiro e jogou em mim— Deixa eu dormir
Camila Eu fiquei incrédula com o que Léo disse!Quando ele falou que meu hímen. ainda estava intacto, eu não acreditei! mas quando ele me explicou que em algumas mulheres isso pode acontecer, eu liguei a informação a todas as vezes que fiz com o Davi, as dores que sentia.Quando ele me perguntou se eu queria continuar eu concordei. por mais medo que eu estivesse eu queria estar com ele. Na sala já havia sido tão incrível e eu tinha certeza que esse momento não seria diferente.Ele se posicionou entre minhas pernas e em todo momento me dando carinho e se preocupando com meu bem estar.Quando introduziu seu membro eu travei, mas o contato é os estímulos me fizeram relaxar e antes que meu hímen se rompesse eu já estava sentindo um prazer jamais sentido antes.— Ah Léo tá tão gostoso....— Vai ficar mais gostoso ainda minha pequena. Você é tão apertada. Tão gostosa.ele sempre me falando coisas assim, para me fazer sentir especial.Eu fui perdendo a noção do tempo, dos sentidos e ele foi







