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Em resposta a sua pergunta, deslizei meus dedos sobre seu corpo e o beijei novamente. Lentamente desceu suas mãos sobre as minhas costas, abriu o zíper do vestido, arrancou o tecido sobre meus ombros e o deixou cair cobrindo meus pés. Afastou-se, fascinado pela lingerie de renda que trazia e que contornava minhas curvas. Fitou-me por alguns instantes, tirou a camisa, abriu o zíper das calças e ficou de cuecas. Era a primeira vez que via o Allexis nu. Apesar da idade tinha o corpo torneado, seu peito me iluminava e sentia vontade de deitar nele. – Você é linda! Me senti desejada ao ouvir aquelas palavras. Em um movimento firme, puxou-me pela cintura e nossos corpos colidiram. Tomou meus lábios novamente, desta vez com intensidade e profundidade. Seus dedos percorreram minhas costas, abriu o soutien, chupou meus pequenos mamilos e senti meu mundo girar pelas sensações inexplicáveis que aqueciam minha pele. Colocou me na cama, tirou minha calcinha e beijou minha intimidade. Depois subiu até aos meus lábios e se colocou por cima. Trémula arranquei suas boxers e senti seu membro enrijecer e tocar meu abdômen. Senti medo! Fechei os olhos e me deixei conduzir. Então, colocou a camisinha e ficou entre as minhas pernas entreabertas. – Serei gentil! Sussurrou sob gemidos quentes no meu ouvido. Um misto de dor e calor invadiu meu corpo, quando senti seu membro atravessar minha intimidade. Rangi os dentes e segurei os lençóis com força. Ele deslizou sobre mim enquanto me beijava e gemia. – Te amo Ni e prometo cuidar de ti sempre! Sussurrou. Tomou meus lábios enquanto socava minha intimidade lentamente. Meus olhos marejaram de emoção por passar por aquele processo com o homem pelo qual tinha me guardado. – Te amo All! Foram as únicas palavras que consegui dizer quando o ouvi atingir sua liberdade. O abracei ao sentir que tremia, já tinha ouvido falar que transar provocava inúmeras sensações, mas naquele momento um turbilhão de sensações confundia minha mente. Quando recuperamos o fôlego, minha cabeça repousava sobre o seu peito enquanto mexia meus cabelos. – Está tudo bem Ni? Perguntou beijando meus cabelos. Respondi que sim. – Como foi para ti? Perguntei sem ao menos ter ideia do que estava a perguntar. Ele então virou-se e ficou de lado, olhando frontalmente para mim. – Muito feliz por ter sido o primeiro, espero ser o único homem na tua vida e me permitas ser o pai para a Sophie e o Arthur. Fitei-lhe e sorri. – Sophie e Arthur? – Sim os nossos futuros filhos. Respondeu beijando novamente nos meus lábios. Nosso beijo foi interrompido pelo toque no meu celular. Ao olhar para a tela vi que eram quase nove da noite. – Oi Mel? – Ni onde está? O Travis está louco atrás de ti. Vem logo. – All tenho que ir, o Travis está a minha procura. Prometemos ao papai voltar até as nove. – Merda, vamos te levo. Vestimos rápido e quando olhei para a cama fiquei envergonhada ao ver a mancha de sangue. All se colocou na minha frente e me abraçou. – Não se preocupe com isso. Obrigado por me permitir ser o teu homem. Beijou os meus lábios calidamente, arranjou-me os cabelos e me levou de volta ao salão. Meu irmão estava impaciente e irritado, mas não se dignou a falar nenhuma palavra. Abriu o carro, entrei e partimos. – Porra Ni, devia ter me avisado assim não me preocupava. Disse assim que o carro começou a zurrar pelo asfalto. – Desculpa Travis. Perdi a hora. Me desculpei de olhos baixos. – Claro, fazer amor pela primeira vez exige tempo. Travis me olhou pelo ombro e sorriu. Me senti envergonhada e virei a cara. Quando chegamos a casa, papai já tinha se recolhido, subi as escadas para o meu quarto e quando ia entrar meu irmão me deteve. – Ni, sei que as coisas não tem sido fáceis com o pai, mas é para o teu bem. Fico feliz em saber que você e o Blake estão se dando bem, é um bom tipo. Espero que agora que vocês atravessaram o limite... – Travis! Arregalei os olhos, me sentia desconfortável falar disso com o meu irmão. – Ouve Ni! Insistiu. – Espero que ele te respeite e cuide de ti. Senão vai se ver comigo. Vem cá! Meu irmão me puxou para um abraço apertado. – Minha garota já não é virgem! Sussurrou! - Espero que tenham usado camisinha. Disse depois que me depreendeu. Acenei com a cabeça e entrei no quarto. Não via a hora de contar as novidades a minha amiga. Assim que pousei a cabeça no travesseiro peguei o celular e vi inúmeras mensagens da Mel. – Mel, agora posso te contar. Nos breves instantes que se seguiram, contei sobre minha noite mágica com o All, ouvindo ela fazer piadas doutro lado da linha. – Foi mágico Mel! O Allexis foi muito gentil e carinhoso. – Girl, espero que tenham usado camisinha. – Claro Mel! Balbuciei. Porque é que todos falam o mesmo como se fossemos crianças. – Bufei mentalmente.Olá queridos leitores, espero que estejam gostando desta viagem pela estória da Nília e do Allexis. Chegamos ao fim desta primeira parte, continuem nos acompanhando na SEGUNDA PARTE deste romance que promete ser ainda mais dramático. Nos vemos em "UMA CHANCE PRA O DESTINO"! Até lá!
Allexis O tempo tinha passado rapidamente, e a nossa vida estava sendo uma grande aventura, pois tudo parecia ter encontrado o lugar certo. Era como se a casa respirasse uma energia diferente, contagiante. Regressar a casa depois de uma jornada dura, tinha um sabor doce, as noites tórridas de sexo preenchiam a nossa rotina. Estávamos bem, claro que ainda tínhamos muito percurso pela frente. Com o tempo, Thayla voltou pra faculdade para terminar o curso de direito, enquanto isso nossa casa seguia seu projecto de construção. Íamos nos mudar assim que a Meg completasse quatro anos. Foi uma conversa difícil com mamãe habituada a ter a todos na mansão, no entanto entendeu. Ainda recebia mensagens ameaçadoras com a foto do beijo com a Ni, talvez um lembrete de que alguém estava nos observando. Não tinha falado com a Ni desde então, mas sabia que estava bem. Quando soube que estava à espera do segundo filho do Zac Mildred, a sensação que tive foi de decepção. Não entendia porque é
Nîlia- Novo começo!O fim de semana passou rápido. A fazenda era um lugar frenético com muita coisa agradável para fazer e um ambiente acolhedor. Ver o sorriso contagiante da Zoey e das outras crianças correndo pelo gramado fez-me perceber o porquê de ela gostar tanto de estar com o Mike. Na manhã seguinte embarcamos de volta a Downside, onde a casa silenciosa e fria me esperava. A Zoey tinha ficado na fazenda a pedido do Mike. - Vou a Prestonville esta noite, por alguns dias! Avisou me deixando em casa. Fiquei desconcertada, mas não retruquei.Deixei a mala e fui directo para o escritório para ocupar a cabeça. No grupo de amigos do WhatsApp não se falava noutra coisa senão do casamento às pressas do All. Tentei ignorar, a verdade é que durante o fim de semana tentei não pensar no assunto e naquele momento um misto de emoções transbordavam o meu coração. A noite chegou e o escritório rapidamente se esvaziou. Fiquei por mais algumas horas para não ter que voltar para casa e jantar
Allexis- Nova jornada!Sentados ao redor da mesa farta que mamãe preparou o ambiente era aprazível. O cheiro das panquecas e ovos mexidos se misturava com a energia vibrante produzida pelas nossas conversas. Meg brincava comendo as papas. Olhei para o lado e Thayla sorriu. Meu coração se aliviou um pouco. – E quando vai a Prestonville? - Papai questionou e Thayla me olhou surpresa.– Vai viajar amor? Um clima gelado se instalou na sala. Papai percebeu que tinha cometido uma indiscrição e se retratou com um pedido de desculpas. Thayla disfarçou o desconforto com um sorriso.Mamãe interveio fazendo piadas sobre as viagens sem aviso do meu pai, que ela so descobria nas madrugadas.Demos uma risada suave. Thayla também sorriu. Papai tentou retrucar, mas mamãe colocou a mão sabiamente sobre a dele para acalma-lo. O resto do almoço seguiu com conversas divertidas e risadas suaves. Mais tarde, me retratei por não ter comentado sobre a viagem. Aproveitei para partilhar a agenda de viage
Nília- Uma verdade que dói!Depois de três longos dias internado no hospital, o Mike recebeu a alta e voltou para a fazenda com recomendações que exigiam cuidados. Como única nora, me concentrei nisso uma vez que Daiane estava em Portville visitando a irmã. Zac já estava mais sereno, mas a nossa conversa permanecia em banho maria. Durante a noite daquela uma mensagem mexeu novamente com o nosso sossego. Não foi preciso ler a mensagem para saber que era da M, pela hora e o desconforto do meu marido. Mas, daquela vez não discutimos, não houve dramas, era como se fosse mais um capítulo.O meu corpo se ressentia do cansaço e naquele sábado depois de cuidar da Zoey, resolvi visitar o meu pai no centro da cidade.- Vá amor, cuido da Zoey, precisas respirar um pouco. - Ele disse, como se incentivasse a distância. A verdade é que a mensagem tinha minado toda a estabilidade que estávamos tentando repor. O vento que soprava ao longo do caminho era leve e o horizonte ainda se deixava tingir
Allexis- Uma dúvida desconfortável!A cerimónia seguiu o roteiro habitual de um casamento civil. Depois do sim forçado saindo das minhas entranhas, não conseguia mais fingir que estava fazendo o certo. A Thayla agia como se fosse o casamento do século e aquilo me incomodava.Após o brinde me afastei um pouco de todos. Afrouxei a gravata para respirar melhor. Mas não demorou, ela me cercou e fez um comentário provocativo que não respondi já que os convidados se aproximaram para uma roda de conversa antes do almoço. A festa corria conforme esperado, até a primeira dança. Estava sem ânimo e um pouco enjoado com a capacidade dela de dissimular o que não existia. Entrei no jogo e ofereci sorrisos falsos durante a dança. Quando todos se foram, primeiro subi pra o quarto da Meg para o beijinho de boa noite. Entrei no quarto e ela de lingerie segurava uma taça de champanhe. Me senti desconfortável e antes que ela pudesse dizer algo, dei-lhe as costas. Houve um silêncio espesso por segund







