INICIAR SESIÓNApesar do barulho ao redor, o único som que Jasper conseguia ouvir era o de seus passos a cada degrau que subia aquelas escadas por qual ela passou. No topo olhou de um corredor para outro e ainda que soubesse que fora de sua bolha imaginária estava rolando sexo e gemidos estridentes dados por seus marinheiros, ele seguiu para o caminho da escuridão, ela sempre estaria em um lugar escuro e sensual, porque a garota que conheceu que carregou na mente e em todos os momentos em que fudeu uma mulher, era completamente diferente de todas as que passaram por seu corpo. Era uma deusa que veio para dar o mais quente vapor entre suas pernas o fazendo sentir o sabor do inferno que o levaria quando morresse.
Cruzando um novo corredor ele parou subitamente quando avistou um pano tão fino quanto a brisa que corria pelo caminho escuro, encarou o mesmo tocando e o trazendo para perto de si, era fino e delicado. Revirou os olhos dando um sorriso de canto, ele sabia de quem era e sabia exatamente o que ela estava fazendo novamente. O atraindo como todas as outras vezes, o chamando para o ninho que preparou para ser amada.
Ela não havia mudado pelo visto, mas com certeza ainda o sabia seduzir, e como sabia disso. Ele seguiu pelo estreito corredor até a porta entreaberta no final deste, respirou fundo não esperando convite para tocar na porta abriu um pouco a mesma e encontrou apenas um quarto bem arrumado, o cheiro doce chegou a si com força, e ele expirou tudo gostando daquilo. Ele tirou o chapéu antes de entrar e olhar tudo com cuidado, mas ninguém estava ali. No entanto, ele ouviu algumas pegadas e logo a imagem de uma linda mulher de camisola apareceu na sua frente.
Seu corpo todo tremeu com a presença dela. Seus cabelos estavam enormes passando de sua cintura, jogados para cada lado do seu corpo cobrindo os seios um pouco. Jasper engoliu a seco quando encarou seus olhos esverdeados carregados com um brilho que ele nunca viu em nenhuma mulher.
Ela estava um pouco mais alta, mas seu sorriso ainda era o mesmo, o olhar malicioso, perverso ele riu também começando a ficar rígido. Sua vista desceu para as pernas desnudas, sentiu seu pau acordar tão de repente que não prestou atenção quando ela se mexeu, andando em sua direção.
— O lorde deve ter entrado no quarto errado… - Jasper riu da frase.
Mordeu os lábios a encarando de cima. Quando ele partiu ela tinha quase vinte e dois anos, depois de treze anos, provavelmente estaria com seus trinta e cinco anos, ainda não havia passado o mês do seu aniversário, ele lembra bem no mês em que ela o puxou de seu trabalho para mais uma sessão de tortura.
Apesar da idade, seu rosto não havia mudado em quase nada exceto algumas linhas mais maduras a expressão mais serena, mas não havia perdido sua essência angelical. Sua voz era fina e deliciosa, ele sabia disso, seus gemidos sempre foram os que lhe davam prazer quando pensava enquanto fodia qualquer mulher em suas jornadas. Logo a imaginou gemendo seu nome naquela noite, mas dessa vez ela gemeria com força e vontade, porque ele a teria.
— Eu e você sabemos que não. Eu entrei no quarto certo porque estava a sua procura. – A mulher riu, esfregou sua mão uma na outra e se afastou um pouco, dando as costas para o Dickson que travou o maxilar ao encarar a camisola fina o que lhe proporcionava a imagem de sua bunda redonda perfeitamente por baixo do tecido.
— Então, a que devo a honra de sua visita, Meu Lorde? - Virou seu rosto para ele, e Jasper não soube mais o que fazer.
“— Meu Lorde”.
Porque ela era a única a chama-lo assim? Eram algumas regras no mundo das deusas? Proibiram todos que lhe chamar assim para que somente ela tivesse aquele prazer?
Seu desejo por aquela mulher era tão grande que mal cabia no peito naquele momento. Ele sempre pensou nela, mesmo quando não queria. Nunca se arrependeu de não a ter fodido em qualquer colchão que ela escondia pelos becos da cidade, mas se arrependia de não ter a levado consigo quando implorou. Olhando-a agora, ele a queria de todos os jeitos, seu olhar, seu sorriso, seu corpo, nada mais o impedia.
— Talvez você saiba. - As palavras estavam lhe fugindo da mente. Esta diante de qualquer e saber o que fazer nunca foi problema, mas perto dela, toda a sua pose de pirata cruel e um másculo homem cheio de atitudes ia embora tão depressa. Só ela tinha esse efeito. — Com certeza sabes.
— Ah, Meu Lorde – Ela virou seu corpo de frente e Jasper deu um passo para trás. Amice não se moveu. Não era apenas ele que estava sentindo o desejo explodir dentro do seu corpo. Não importava o quanto tentasse fingir que nada lhe atingia.
Amice sempre o desejou e não importava quantas vezes ele a mandasse se vestir ou a rejeitasse, se aproximasse e no último momento, mudava de ideia. Ela sempre soube que Jasper a desejava e por ser nova, não seria tocada, essa era as regras daquela aldeia atrasada enquanto todas as suas amigas se divertiam com suas noitadas, ela tentava se mostrar madura, sedutora, impecável para o homem que amava, mas ele se quer a tocava.
Sentia desejo.
Queria-a.
Ela via isso.
Sentia isso.
Quando ele foi embora, ela se odiou completamente, suas idas e vindas ao bordel lhe trouxe uma nova chance de voltar a ser sedutora como aprendeu a fazer sozinha. As meninas falavam tanto de seus lordes, do quanto eles eram carinhosos e Amice foi apresentada a um o dito cujo que sabia de sua pureza e deu metade de sua fortuna por ela. Amice entrou em um mundo que ela não conhecia completamente.
Achava que estava seduzindo fortemente um homem como Jasper, mas depois daquela noite, ela pode conhecer o que era o prazer, e foi aprendendo a cada dia mais.
Porém, nada mais era excitante que o sorriso bobo de Jasper lhe olhando enquanto se tocava. Ela pode ter sim, passado em algumas camas, mas era nele que ela pensava quando seu corpo todo tremia e ela pedia para gozar.
Era nos sonhos que tinha com aquele moreno que se apegava que ainda se tocava pensando nele.
A claridade do sol invadindo seu quarto muito o incomodava. E como o deixava zangado. O som do navio em alto mar cortando a água com sua força brutal o faziam voltar a ter um sono relaxado. Tornou a fechar os olhos para voltar a dormir, mas algo o fez soltar da cama na mesma hora. Sentiu o coração acelerar a falta de ar o pegar com força, e então tateou toda cama buscando unicamente encontrar aquela mulher junto de si, e agradeceu aos deuses quando a viu. Seu cabelo jogado entre o tecido branco do lençol e escuro da roupa de cama, os fios rosados enfeitava cada parte com luxo. Era bonito e grandioso.O lençol claro cobria apenas sua bund- deixando as costas expostas e bonitas amostras. As marcas em suas costas denunciavam o quanto tinham se amado. Era o terceiro dia em que estavam viajando e não havia um minuto sequer que se lembrava de ter saído da sua cabine para saber se todos tinham subido com segurança e ou que tudo estava em seu devido lugar na ausência. Eliott com certeza cuidou
— Eliott, seja bem-vindo de volta, o capitão estava a sua procura - escutou alguém falar, mirou no homem que descia do cavalo tirando as luvas e lembrou bem daquela face, poderia passar anos, jamais esquecia o homem que gritou pelo seu enquanto ainda se tocava em sua frente. Eliott era seu melhor amigo. — Acho que vamos nos preparar para ir embora, já está na hora mesmo.— Que bom. - Eliott passou pelo píer e majestosamente pela garota encapuzada, deu mais alguns passos e parou. Olhou para seus pés e virou-se mirando na mulher parada ali. Ele nunca a tinha visto de perto, mas os olhos verdes não se enganavam, e nitidamente a pele branca como a neve junto dos cabelos rosados, impossível não ser a mulher que seu capitão tanto falava. — O que você está fazendo aqui?— Vim falar com meu lorde. - Respondeu rápido, como se já estivesse preparada.— Hm… Quer dizer que depois de firmar um casamento e prometer se casar com outro você realmente veio atrás do Jasper? Não é hoje seu casamento?Ela
No dia seguinte, dois seguiram até a casa dos pais de Eliott e apesar de contarem pela primeira vez que o pequeno Edi era seus netos, os dois não estavam surpreso. Amavam aquela criança como se fosse o próprio filho, seja pela aparência grandiosa com Eliott, ou simplesmente pelo fato de que viram uma criança nascer e crescer ao lado de uma mulher solteira que o tinha como uma pedra preciosa. Mesmo que não pudesse se casar de novo, ou cedendo às riquezas de sua família, Isabel não se deixou levar.— E agora? O que pretendes fazer? - O homem mais velho questionou ao filho que assistia de longe as mulheres daquela família brincar com o mais novo, ainda achava errado arrastar aqueles dois para dentro do barco, mas ele não era mais homem para ficar naquele lugar, e nem para deixa-los para trás. — Vai levar com você?— Vou. - Respondeu firme e forte e até sorriu depois — Eu sinto muito que não vou poder levar você e a mamãe também, mas eles eu não vou deixar.— Não se preocupe comigo ou sua
— Ele é uma criança bonita. - Murmurou devagar enquanto admirava o garoto dormindo serenamente em sua cama rodeada de lençóis azuis com desenhos de barcos e ancoras por todo lugar. — Bonita demais para ser chamada de criança - Falou outra vez levando os olhos para a lua no céu. A brisa fria da noite chegava ali no quarto do menino bagunçando os cabelos longos e dourados como o do pai. — Ainda não acredito que tenho um filho. - Por fim, olhou para a mulher parada na porta do pequeno quarto que logo o convidou para sair.A casa era pequena, mas com todas as mordomias que Arthur poderia ter dado a prima. Embora Isabel por muitas vezes tenha negado sua ajuda, não dizia não para sempre uma vez que tinha a criança para cuidar. Elliot seguiu a mulher da sua vida agora parando na sala graciosa com pequenos desenhos espalhados.— Eu não espero que você me aceite. - Avisou vendo-a sorrir e virar em sua direção — Eu acho que não tenho o direito de me sentar aqui e querer que você me aceite de vol
Seu corpo cobriu o de Amice quando parou diante dela. Tão grande e intimidador, mas tudo que ela conseguia ver era seu poder de Lorde cobrindo a face mais linda que já vira. Abaixou os olhos encarando o dorso tão atlético e invejado por muitos homens, desejado por todas as mulheres, com certeza.— Se você quer honra, Amice, não abaixe seu nível ao dizer sim para quem não ama. Logo você que se gabou te ter passado em muitas camas e ter vivido da sua forma até agora. Irá se prender quando o seu próprio lorde lhe dera o direito de escolha? Se ele não merece seu amor, problema dele. Eu mereço o seu amor, e quero todo o seu amor para mim. Seja aqui nessa cabana velha, seja na minha cama, no meu barco, na cama dele, na sua, aonde você quiser. - Ele a agarra pela cintura vendo o sorriso brotar no canto dos lábios de Amice — Não entregue sua vida por uma noite comigo, entregue sua vida para mim, e eu farei dela a melhor.As pessoas naquela cidade eram péssimas a ponto de condenar qualquer outr
Cavalgando pela cidade Jasper foi reconhecido por algumas pessoas que o chamavam de Lorde e já era de se esperar. Antes de ir embora ele tinha uma fama muito grande, ainda era o Lorde mais rico daquele lugar mesmo que estivesse tanto tempo em alto mar. Era algo simples assim. Andar naquela cidade com cheiro ruim lhe trouxe várias, várias, várias lembranças de quando era mais jovem.De quando era possível fechar uma rua apenas para beber com seus amigos; o pior de todas as festas que tentou dar, ele nunca ficará para o final a culpa desse fato tinha nome e sobrenome; Amice Elizabeth. Ele lembrava muito bem quando o recado chegava em suas mãos, quando a voz dela penetrava em sua mente e fodia tudo, quando ele se sentada naquela cadeira para vê-la lindamente se masturbar mostrando sua linda vagina.— Idiota. - Sussurrou virando seu cavalo na direção que conhecia bem. A casa abandonada estava no mesmo lugar e pelo que via ninguém habitava aquele ambiente há muito tempo. Suspirou aliviado e







