LOGINRODRIGO NARRANDO:
Quando finalmente nos separamos, ofegantes, olhei para ela, ainda sentindo o sabor de seus lĂĄbios nos meus. â Desculpa... eu... â NĂŁo peça desculpas â ela disse suavemente, com um sorriso tĂmido, mas cheio de intensidade. â Eu tambĂ©m queria. Ela apertou minha mĂŁo, e a conexĂŁo entre nĂłs ficou ainda mais forte. SabĂamos que, apesar de tudo, estĂĄvamos juntos, compartilhando algo mais profundo que a tempestade lĂĄ fora. NĂŁo era sĂł o perigo que nos aproximava, mas algo que estava crescendo dentro de nĂłs hĂĄ algum tempo. â Vai ficar tudo bem â sussurrei, mais para mim do que para ela, enquanto a puxava para mais perto, sentindo a segurança em sua presença. E novamente me inclinei para tocar seus lĂĄbios, com um beijo ardente, intenso, como se estivĂ©ssemos esperando por isso desde o momento em que nos conhecemos e agora era difĂcil de parar. Meu polegar deslizou por sua bochecha, acariciando sua pele, enquanto eu aprofundava o beijo, explorando sua boca com minha lĂngua, os braços dela envolvendo meu pescoço, puxando-me para mais perto. Nossas mĂŁos começaram a explorar os corpos um do outro. Senti seu coração bater rĂĄpido quando minha mĂŁo deslizou pela curva de seu pescoço, descendo atĂ© seus seios mĂ©dios, firmes e naturais, por cima da camiseta molhada. Gisele gemeu levemente quando comecei a acariciĂĄ-los com delicadeza colocando minha mĂŁo por dentro do seu sutiĂŁ, com os meus dedos traçando cĂrculos ao redor de seus mamilos, que endureciam ao toque. Deitei-a gentilmente sobre a cama improvisada e me abaixei, começando a beijar seu pescoço, descendo lentamente atĂ© seus seios, abrindo os botĂ”es do cropped que ela usava, tirando seu sutiĂŁ. Minha lĂngua desenhou cĂrculos ao redor dos mamilos rosados antes de sugĂĄ-los levemente, provocando mais gemidos de prazer de Gisele. â VocĂȘ Ă© tĂŁo linda, Gisele â sussurrei, olhando em seus olhos, que brilhavam de desejo. Ela respondeu com um sorriso tĂmido, mas cheio de expectativa. Minhas mĂŁos continuaram a explorar seu corpo, descendo por sua cintura e quadris, atĂ© que finalmente cheguei entre suas coxas por cima do shorts que ela usava. Seus gemidos ficaram mais intensos Ă medida que eu acariciava suavemente sua intimidade, sentindo sua excitação aumentar. Inclinei-me, beijando suavemente seu pescoço, e desci pelos seus ombros, deixando um rastro de beijos ternos e demorados, desabotoei abaixando seu shorts, beijando sua barriga, exibindo a calcinha preta que ela usava. â VocĂȘ tem o corpo tĂŁo perfeito â sussurrei deslizando meu polegar por cima do tecido da sua calcinha, segurando seus seios fechando em minha mĂŁo Ela suspirou,com seus olhos fechando-se por um momento, enquanto eu a envolvia com delicadeza, comecei a baixar sua calcinha, para ter a visĂŁo de sua xota carnuda, sem nenhum pĂȘlo, o que me deixou com ĂĄgua na boca. Comecei a beijar sua virilha, atĂ© deslizar minha lĂngua por toda a extensĂŁo dos seus lĂĄbios, pressionei suas pernas para cima, a fazendo se abrir mais pra mim, ela me olhava com curiosidade mordendo o lĂĄbio inferior, e gemeu baixinho quando suguei seu clitĂłris levemente. Ela tinha um gosto tĂŁo delicioso! Que usei minha lĂngua em movimentos circulares, afundando mais o meu rosto em sua b0cet@ e aumentando meu ritmo, atĂ© ver Gisele jogar a cabeça levemente para trĂĄs rebolando lentamente na minha boca. Usei meu dedo indicador para tocar em seu ponto g, ao mesmo tempo que usava minha lĂngua, ela era tĂŁo apertada que nĂŁo consegui colocar dois dedos dentro dela, mas fiquei esfregando seu clitĂłrios auxiliando com minha lĂngua freneticamente, atĂ© ela estremecer, gemendo baixinho, gozando seu lĂquido que me deixou completamente enlouquecido. â Porra, que boceta deliciosa! â eu rosnei olhando para ela que estava ofegante, e se ajeitou puxando minha camisa pra cima Gisele abaixou o olhar rapidamente pelo meu corpo, o que me fez sorrir com malĂcia, eu tirei minha bermuda, a cueca, nĂŁo tinha camisinha, mas nada ia me impedir de ter relaçÔes com essa ninfeta Deitamos juntos, nossos corpos nus, e o calor de sua pele contra a minha fez o desejo aumentar, mas tambĂ©m trouxe um sentimento de proteção que eu desconhecia, fiquei por cima, sentindo meu mastro tocar sua intimidade, deslizando com facilidade em sua pele molhada, ela colocou os joelhos apoiados em minha cintura, deslizava as mĂŁos pelas minhas costas e quando a beijei percebi que ela parecia ter um certo nojo de inĂcio, mas logo se acostumou com seu prĂłprio gosto. Comecei a pressionar na entrada da sua xota, o meu p@u estava tĂŁo duro que chegava a latejar, e despejava um lĂquido que se misturava com o dela, deslizando mais, porĂ©m encontrei uma resistĂȘncia maior do que eu esperava, tĂŁo apertada como se nunca tivesse feito Olhei para Gisele, surpreso. â VocĂȘ Ă© virgem? â perguntei, com a voz embargada pela surpresa e pelo desejo. Ela me olhou nos olhos, respirando pesadamente. â Sim, mas eu quero isso, Rodrigo. â VocĂȘ tem certeza? Podemos parar por aqui â Eu disse sem querer fazer nenhuma pressĂŁo sobre ela â Continue, eu sĂł nĂŁo sei como fazer â Ela disse com uma sinceridade que fez meu cacete pulsar Eu hesitei por um momento, mas o desejo em seus olhos me fez seguir adiante, voltei a beijar seu pescoço sentindo seu cheiro maravilhoso. â Vou ser gentil, mas se vocĂȘ quiser parar, Ă© sĂł me falar e eu paro â sussurrei, beijando-a com ternura no lĂłbulo de sua orelha sentindo seu corpo arrepiar a cada toque Ela gemeu mais alto o que me fez a puxar para um beijo intenso, e tocar em seus seios Movi-me com mais cuidado, sentindo a barreira ceder lentamente enquanto ela gemia de prazer e dor misturados. â TĂŁo apertada! Puta que pariu! Que delĂcia! â rosnei O tecido do couro da pele dela apertava meu cacete quase o estrangulando, demorei um pouco para entrar por completo, meu tamanho um pouco grande demais, no começo parecia desconfortĂĄvel, entĂŁo a beijei puxando sua atenção para mim, atĂ© enterrar e me movimentar devagar. Escutar os gemidos dela entre nossos beijos, me fazia querer ir mais fundo, mais forte, mas nĂŁo queria a machucar, entĂŁo fui aumentando os ritmos aos poucos, atĂ© perder o controle por um momento, a segurei pela nuca, forçando seus olhos a encararem os meus, enquanto metia mais fundo, sentindo seu Ăștero tocar a cabeça do meu p@u, aquela ninfeta era uma perdição! Ela começou a se mover junto comigo, com suas unhas cravadas em meus braços, eu segurava sua nuca, mordiscava, e chupava seu pescoço, enquanto nos movĂamos juntos, a intensidade do momento nos envolvia completamente. â Caralh0! VocĂȘ Ă© tĂŁo gostosa! Cada toque, cada beijo, parecia acender um fogo mais forte entre nĂłs. Sentir seu corpo responder ao meu, ver o prazer em seu rosto, tudo isso aumentava ainda mais a conexĂŁo entre nĂłs. â VocĂȘ nĂŁo tem noção do quanto Ă© linda recebendo prazer! â murmurei, acelerando o ritmo. Seus gemidos ficaram mais altos, acompanhando meus movimentos. Eu podia sentir o clĂmax se aproximando, tanto o dela quanto o meu, e isso apenas nos impulsionava mais. Quando finalmente chegamos ao ĂĄpice, foi como uma explosĂŁo de prazer que nos envolveu completamente. Ela gritou meu nome, e eu a segurei firme, sentindo nossos corpos se fundirem em um sĂł. Depois, ficamos ali, ofegantes e satisfeitos, desfrutando do calor do momento.GISELE NARRANDO:Ăs vezes eu paro e penso em como a vida pode mudar tĂŁo rĂĄpido.Fazia alguns meses que nossa pequena Tatiana havia chegado ao mundo, e a mansĂŁo parecia ter ganhado uma nova luz. Ela era a alegria da casa inteira. Eu nĂŁo conseguia passar um dia sem pegar minha neta no colo, sentir seu cheirinho de bebĂȘ, ouvir aqueles barulhinhos fofos que ela fazia quando estava satisfeita. Rodriguinho estava completamente apaixonado pela filha, trocava fraldas no meio da noite, cantava baixinho para ela dormir, carregava ela pelo jardim enquanto contava histĂłrias que ele mesmo inventava. Thalia, mesmo ainda se recuperando emocionalmente da perda do primeiro bebĂȘ, era uma mĂŁe carinhosa e dedicada. Minha nora brilhava quando olhava para Tatiana, e eu via nos olhos dela uma força que me enchia de orgulho.Rodriguinho e Thalia haviam se mudado para a casa nova ao lado da nossa, conectada por uma passagem privada que Madah mandou construir, era lindo ver os dois construindo seu prĂłprio
THALIA NARRANDO:O dia do primeiro mĂȘs de vida da nossa pequena Tatiana foi especial de um jeito que eu nunca imaginei viver.Fizemos uma festa Ăntima, sĂł para a famĂlia e os amigos mais prĂłximos, no jardim da mansĂŁo. Eu prometi a mim mesma que iria me permitir sentir alegria plena naquele dia, nĂŁo queria que a tristeza do passado roubasse nem um segundo da vida da nossa filha, o sol estava brilhante, o cĂ©u azul, e o jardim tinha sido decorado com delicadeza: balĂ”es brancos e rosados flutuando, flores suaves espalhadas pelas mesas, uma mesa central com um bolo pequeno de um andar sĂł, coberto de flores comestĂveis e o nome âTatianaâ escrito em letras douradas.Todos se reuniram para prestigiar nossa pequena e tudo o que Rodriguinho e eu estĂĄvamos construindo. Nunca me senti tĂŁo amada. Dona Madah comprou um presente enorme, um carrinho de bebĂȘ de luxo, Dona Gisele preparou um ĂĄlbum de fotos personalizado com as primeiras imagens da neta. Meu sogro e meu avĂŽ Raphael compraram brinqued
ALINE NARRANDO:O Ășltimo ano foi o pior da minha vida, um inferno que parecia ter durado dez anos.Passei o primeiro mĂȘs inteiro na solitĂĄria, um cubĂculo cinzento, Ășmido, com uma cama de concreto coberta por um colchĂŁo fino que cheirava a mofo. A luz ficava acesa 24 horas por dia, um zumbido constante que me enlouquecia. NĂŁo tinha janela, sĂł uma fresta no alto da porta por onde passava a comida, uma papa insossa e fria que mal dava para engolir. Eu gritava por ajuda, batia na porta atĂ© os punhos sangrarem, chorava dizendo que era injusto, que eu nĂŁo tinha matado ninguĂ©m, ninguĂ©m respondia. O silĂȘncio era pior que os gritos.Quando me tiraram da solitĂĄria, fui para o convĂvio comum. Foi aĂ que o verdadeiro inferno começou. As outras detentas nos odiavam desde o primeiro dia âvadias mimadasâ. Uma turma se juntou e nos deu uma surra brutal no pĂĄtio, chutavam minha barriga, meu rosto, minhas costelas, tu tentava proteger a cabeça, mas os golpes vinham de todos os lados, Renata levou
THALIA NARRANDO:Os Ășltimos meses da minha gravidez foram um misto de ansiedade, amor e uma paz que eu nunca havia sentido antes.Depois da inauguração da academia, minha barriga cresceu rĂĄpido. Aos sete meses, eu jĂĄ sentia dificuldade para me movimentar, mas cada chute da nossa pequena Tatiana era como um lembrete de que a vida continuava, forte e teimosa, dentro de mim. Rodriguinho estava ainda mais protetor. Ele praticamente nĂŁo saĂa do meu lado quando estava em casa, dormia com a mĂŁo na minha barriga, acordava no meio da noite para me trazer ĂĄgua ou ajustar os travesseiros.â VocĂȘ e ela sĂŁo tudo pra mim â dizia ele baixinho, beijando minha barriga todas as noites.Minha madrinha tambĂ©m nĂŁo me deixava sozinha, preparava chĂĄs calmantes, massagens nos pĂ©s inchados e me contava histĂłrias da minha infĂąncia para me distrair. Dona Gisele e Dona Madah me mimavam todos os dias comprando muitos presentes para nossa pequena, o doutor Rodrigo e o senhor Raphael me tratavam como se eu fosse
THALIA NARRANDO:Certa noite, eu acordei com sede e desci para pegar ĂĄgua na cozinha. Ao passar pelo corredor do escritĂłrio, escutei a voz de Rodriguinho conversando baixinho com Dona Madah.A porta estava entreaberta.Parei por um instante, sem intenção de ouvir, mas as palavras chegaram atĂ© mim:â O jurĂdico da famĂlia estĂĄ cuidando do caso de Renata e Aline Hernandez. Uma delas ainda estĂĄ presa, mas a outra o advogado conseguiu uma liberdade provisĂłria â Eu nĂŁo quero que elas saiam tĂŁo fĂĄcil, abuela.Dona Madah respondeu com aquela voz firme e calma que eu jĂĄ conhecia bem:â Deixe comigo, tesouro... Elas vĂŁo sentir na pele o que fizeram com a Thalia... NĂŁo se preocupe.Eu preferi nĂŁo continuar ouvindo. Voltei para o quarto em silĂȘncio. Durante esses meses, eu tinha bloqueado qualquer memĂłria relacionada a Renata, Aline, Dona Adriana e o Dr. Otto. Minha mente criava uma barreira automĂĄtica, como um gatilho que eu nĂŁo queria acionar. NĂŁo era sĂł pelas humilhaçÔes que elas me fiz
THALIA NARRANDO:Os Ășltimos seis meses passaram voando, como se o tempo tivesse decidido ser gentil comigo depois de tanta dor.Antes mesmo de terminarmos a lua de mel, estĂĄvamos na Irlanda, em um pequeno vilarejo charmoso perto de Dublin. Eu comecei a passar mal de repente, tontura forte, nĂĄuseas intensas e vĂŽmitos que nĂŁo paravam. Rodriguinho ficou desesperado. Ele me levou imediatamente para um hospital local. O mĂ©dico fez os exames de rotina e, quando voltou com os resultados, tinha um sorriso surpreso no rosto.â ParabĂ©ns⊠a senhora estĂĄ grĂĄvida!Eu pisquei vĂĄrias vezes, sem conseguir processar. Fazia apenas um mĂȘs que eu havia perdido nosso primeiro bebĂȘ. A dor ainda estava fresca, ainda latejava no peito todas as noites. Eu nĂŁo conseguia acreditar. Olhei para Rodriguinho, que segurava minha mĂŁo com força, os olhos brilhando de emoção e choque ao mesmo tempo.â GrĂĄvida? â murmurei, a voz tremendo.O mĂ©dico confirmou com carinho, era muito recente, ainda nas primeiras sem







