Mag-log inLorsque la Dre Vickie Anderson s’installe dans une petite ville pour devenir leur médecin local, elle ne réalise pas ce qui l’attend. L'homme doux et sexy dont elle tombe amoureuse se révèle être un vampire, la femme gentille et sage avec laquelle elle se lie d'amitié se révèle être une sorcière et le shérif "hottie" local est un chasseur de zombies! Mais alors, tout le monde le sait aussi. Vickie doit découvrir si elle a ce qu'il faut pour vivre comme médecin le jour et chasser les zombies la nuit.
view moreO Fim da Era Moderna.
Há mais de dois séculos, o mundo era algo completamente diferente do que conhecemos hoje. Houve um tempo em que o céu era cortado por máquinas capazes de voar, grandes pássaros de metal que cruzavam continentes com facilidade quase arrogante. O solo vibrava sob veículos que percorriam distâncias imensas em poucos minutos, como se o próprio tempo se curvasse diante da tecnologia humana. As cidades brilhavam noite e dia, tomadas por luzes incessantes que transformavam a escuridão em mero detalhe, e o som dos motores substituía o silêncio de forma tão constante que poucas pessoas lembravam como era viver sem ele.
Homens, mulheres e crianças caminhavam segurando pequenos dispositivos que lhes permitiam falar com qualquer pessoa no planeta, ver rostos distantes, descobrir informações em segundos. Era como se o mundo coubesse dentro das mãos de cada um.
Essa era considerada a época do conforto, da tecnologia, do progresso — o auge da humanidade.
Até que o Norte se ergueu.
O início da guerra foi abrupto, tão inesperado que muitos acreditaram que seria apenas mais uma disputa passageira entre nações poderosas. Mas rapidamente ficou claro que aquilo não seria contido com diplomacia ou acordos frágeis. Uma crise global de recursos iniciou um conflito sem precedentes. O combustível, antes abundante, tornou-se escasso e valioso demais. E as nações do Norte, temendo perder o domínio sobre a energia que sustentava o planeta, decidiram que tomariam o que quisessem à força.
No começo, os combates eram travados com todo o poder do arsenal moderno. Tanques avançavam como criaturas blindadas; aviões rasgavam o ar, lançando destruição de cima; drones sobrevoavam as cidades como sombras silenciosas, espalhando caos com precisão mecânica. Mísseis recortavam o céu em trajetórias luminosas que terminavam em explosões devastadoras. A fumaça negra das batalhas tomou o horizonte, transformando dias em crepúsculos permanentes. O cheiro de pólvora e metal queimado tornou-se o perfume amargo daquela era.
A guerra durou anos. Civis foram engolidos pela destruição. Países caíram, um após o outro, incapazes de suportar o avanço implacável do Norte. Cada vitória deixava as nações nortistas ainda mais famintas. Parecia que, a cada território conquistado, mais crescia o desejo de dominação — um ciclo que jamais terminava.
No quinquagésimo ano de conflito, quando praticamente não havia mais esperança, surgiu um último plano. As principais nações do Sul, unidas ao Leste e ao Centro, tomaram uma decisão desesperada: sabotar as principais refinarias de combustível e centrais elétricas do planeta. Acreditavam que cortar o suprimento de energia enfraqueceria o Norte de forma definitiva.
O plano funcionou.
Mas seu impacto foi devastador demais.
Quando as refinarias pararam e as usinas cessaram, não foram apenas soldados que ficaram sem energia. O mundo inteiro mergulhou num silêncio mortal. Máquinas essenciais deixaram de funcionar. Sistemas colapsaram. Comunicações se apagaram. Veículos tornaram-se blocos inúteis abandonados nas estradas. Cidades inteiras ficaram às escuras, transformando metrópoles vibrantes em silhuetas fantasmagóricas.
Em poucos meses, a civilização moderna perdeu tudo que lhe dava forma.
Sem energia, sem comunicações, sem meios de transporte, a humanidade precisou renascer em meio ao caos. E o renascimento não foi gentil. Terras antes férteis se tornaram improdutivas, exigindo novas formas de cultivo. Famílias deixaram apartamentos altos e buscaram vilas menores, onde ainda era possível sobreviver.
O mundo regrediu séculos — não por escolha, mas por necessidade.
Cavalos e carroças voltaram a ocupar o lugar dos automóveis e trens. Navios a vela e remo substituíram motores. Espadas, lanças, machados, arcos e flechas retomaram o lugar de armas avançadas. Mensagens que antes atravessavam o planeta em segundos passaram a depender de pombos ou mensageiros, que enfrentavam estradas perigosas e demoradas. Estradas que, muitas vezes, jamais garantiam retorno.
Os soberanos das grandes regiões — Leste, Oeste, Sudeste e Centro — reorganizaram-se como reinos independentes, motivados pela sobrevivência, pelo medo e pela necessidade de união. Era uma aliança frágil, sustentada por pactos políticos e pela ameaça constante vinda do Norte. Mesmo enfraquecido pelo colapso, o Norte não recuou. Seus exércitos continuavam a avançar com brutalidade e frieza. Não buscavam apenas terras — buscavam subjugação completa. Sua liderança acreditava que apenas os fortes mereciam viver. Todos os outros, inevitavelmente, seriam esmagados.
Com o fim da modernidade, leis antigas renasceram e outras ainda mais severas surgiram. Entre elas, os casamentos arranjados tornaram-se novamente instrumentos essenciais da política. Famílias nobres voltaram a selar alianças através de seus filhos, oferecendo-os como símbolos de união, pagamento de dívidas territoriais ou formas de garantir acordos militares. Filhas e filhos da realeza aprenderam, desde cedo, que seus destinos não lhes pertenciam. Muitos cresceram sabendo que, ao atingirem determinada idade, seriam usados como peças necessárias para manter seu reino seguro. Uniões eram negociadas em conselhos fechados, decididas por homens e mulheres cujas prioridades jamais envolviam amor.
E, nessas decisões, gerações inteiras eram marcadas — algumas pela honra do dever cumprido, outras pelo peso de um futuro jamais escolhido.
Em diversas regiões, histórias de jovens obrigados a se casar para unir casas rivais ou para impedir guerras tornaram-se comuns novamente. Essas alianças forçadas muitas vezes salvavam um reino… ao custo de uma vida. E, por mais cruéis que fossem, eram consideradas necessárias diante do medo constante.
Mas, entre todas as leis antigas que ressurgiram, uma era particularmente cruel: a Lei do Levirato.
Uma lei que exigia que a viúva se casasse com o irmão do marido falecido — não por escolha, não por amor, mas por obrigação. Para preservar linhagens. Para manter heranças. Para garantir que nenhuma propriedade, nenhum título, nenhuma conexão se perdesse com a morte.
Era uma lei que transformava luto em prisão.
E foi exatamente essa lei que destruiu o futuro de Anya, filha do rei de Elderin.
Anya não foi apenas mais uma peça no tabuleiro político. Ela foi uma das poucas que teve sorte — ou assim parecia.
Prometida desde jovem a um nobre que nunca amou, Anya carregava o peso de um futuro sem escolha. Até que conheceu Victor Dominus, príncipe herdeiro de Aldirin. E, pela primeira vez na vida, sentiu seu coração bater por vontade própria. Victor não era apenas belo ou poderoso — era gentil. Corajoso. Honrado. E, quando ele a viu pela primeira vez, algo mudou nos olhos dele. Como se, em meio ao caos do mundo, ele tivesse finalmente encontrado algo digno de ser protegido.
Eles se apaixonaram.
Contra todas as probabilidades, contra todas as convenções, os pais dela e os pais dele aceitaram a união. O noivado anterior foi desfeito. Acordos foram refeitos. Alianças foram ajustadas.
Anya e Victor se casaram. E, por um breve momento — tão breve quanto frágil — ela conheceu a felicidade.
Mas o Norte não perdoa felicidade.
Victor caiu indo para a batalha, onde defenderia as fronteiras de Aldirin. Lutou até o último suspiro. Morreu como um herói. E deixou para trás uma viúva destroçada — uma mulher que havia arriscado tudo por amor e que agora enfrentava o luto mais profundo que a alma humana pode suportar.
Mas o mundo não permitiu que ela sofresse em paz.
Porque havia a Lei do Levirato.
E havia Orion Dominus — o irmão de Victor.
O primeiro filho. O guerreiro que todos temiam. O comandante do exército dos reinos. O homem que nunca desejou a coroa, mas que a recebeu manchada de sangue e lágrimas. O homem que assistiu, impotente, enquanto o irmão que amava morria.
E agora… ele seria forçado a tomar a esposa de Victor como sua.
Não porque desejava.
Não porque Anya desejava.
Mas porque a lei assim determinava.
O conselho de Aldirin invocou o Levirato. Anya, ainda jovem, poderia gerar herdeiros. A aliança com Elderin era valiosa demais para ser perdida. E Orion, agora o futuro rei, precisava de uma rainha.
A lógica era fria. Impecável. Inquestionável.
É completamente desumana.
Anya, ainda vestida de luto, foi forçada a trocar o véu negro por um véu de casamento. Orion, ainda carregando a culpa de ter sobrevivido, foi forçado a jurar votos para a mulher que pertencera ao irmão que ele jamais conseguiria substituir.
Dois corações despedaçados.
Dois destinos entrelaçados pela mais cruel das leis.
Ela o odiava — porque ele representava tudo que ela havia perdido.
Ele carregava a culpa, a raiva e o tormento da guerra — porque sabia que ela jamais o escolheria.
E enquanto Anya lutava contra o luto, contra a raiva, contra a sensação de ter sido roubada duas vezes… Orion carregava seu próprio fardo: o peso de um reino, a sombra de um irmão morto, e a impossibilidade de fazer aquela mulher — que chorava por outro homem todas as noites — sentir qualquer coisa além de desprezo por ele.
Mas o mundo não se importava com o que sentiam.
O mundo exigia sacrifício.
E eles — como tantos outros antes deles — foram sacrificados no altar da política.
Porque, neste mundo onde a guerra ameaça engolir tudo, cada escolha é uma batalha silenciosa entre o dever e o desejo de liberdade.
E alguns sacrifícios — especialmente aqueles feitos em nome da política — ecoam por muito mais do que uma vida, atravessando séculos como sombras que nunca se dissipam.
Mas às vezes, nas cinzas do sacrifício, algo inesperado pode nascer. Às vezes, duas pessoas forçadas a se unirem encontram, no peso compartilhado, uma força que jamais imaginaram possuir. Às vezes, do ódio nasce respeito. Do respeito nasce confiança. E da confiança… nasce amor.
Um amor que não deveria existir.
Um amor construído sobre as ruínas de outro.
Um amor que precisou ser conquistado — dia após dia, cicatriz após cicatriz.
Esta é a história de Orion e Anya.
De um rei que nunca quis a coroa.
De uma rainha que nunca escolheu seu trono.
De um amor que nasceu onde só deveria haver dor.
E de como, juntos, eles transformaram uma prisão em lar.
J'ai été las de la divagation voix et a commencé à permettre à mon corps pour flotter au loin comme un moyen de s'échapper. J'étais se complaire dans la sensation de flotter dans l'air quand j'ai senti quelqu'un coup sec me ramène à la réalité. Mes bras et jambes étaient libres de leurs consolidations et la circulation était à peu près se frotta de nouveau dans eux."Vickie, pouvez-vous m'entendre?" a réussi à atteindre mon esprit. Je reconnu la voix masculine, mais ne pouvais pas le placer. "Vickie, réponds-moi. Service de Réveil, Sweetheart. Pouvez-vous m'entendre? Service?" Qui était que l'homme parlant? Je savais que je le connaissais, mais je juste ne pourrais pas penser son nom. C'était tellement frustrant de ne pas pouvoir mettre un nom sur la voix, mais je ne pouvais juste pas."Elle n'est pas
Ma tête me faisait mal, et j'avais un mauvais, un goût métallique dans ma bouche que j'ai lentement repris conscience. Je pouvais entendre l'activité autour de moi bien avant que mes yeux étaient en mesure de se concentrer suffisamment pour me laisser voir où j'étais et qui j'étais avec.Janet avait le dos à moi. Elle parlait à une grande femme extrêmement mince, avec des cheveux noir de jais qui pendaient tout droit et filandreuse autour de ses épaules. Quand elle s'écarta pour me permettre de voir clairement, J'ai donné un petit sursaut à la vue de ses. Elle était si gros qu'il se reposa dans roule sur son corps, me rappelant la chenille dans Alice au Pays des Merveilles. Lorsqu'elle riait à quelque chose, dit Janet le gras sur son corps secoué comme Jello longtemps après qu'elle en avait fini. J'ai trouvé cela fascinant.Quan
Une fois que nous étions certains qu'elle avait tout ce dont elle avait besoin pour son laboratoire, Peter et lui ai laissé seul pour se concentrer sur la tâche à accomplir. Elle espère d'avoir un antidote pour la poudre dans la journée, mais ne pouvait pas le garantir. Elle a déploré à maintes reprises au cours de ne pas savoir quel genre de magie était utilisée par le zombie de bouilloire. Apparemment, l'énergie magique différent utilisé différentes. J'avais tellement de choses à apprendre et absorber…. et de croire.Peter nous a suggéré de sortir de la maison pendant un moment. Il a estimé que le changement de décor me ferait du bien. À sa suggestion d'un pique-nique par un lac à proximité, J'ai rassemblé des choses ensemble pour la faire se produire. Dans une heure nous avons ét&e
Je n'ai pas ouvert le bureau le jour suivant. Pas que c'était que je n'avais pas de rendez-vous et tout le monde a été bien formés pour se souvenir que je n'a tenu une clinique sans rendez-vous un soir par semaine, qui était déjà passé.J'étais un peu lentes comme je me suis occupé de l'ordre dans la maison de la bataille de la nuit précédente. Angela, Evan, et Megan ont tous été très utile pour m'aider dans cette tâche, pour laquelle j'ai été reconnaissante. C'était bien après midi avant que nous ayons fini, et Peter était encore profondément endormie.J'ai exprimé mon inquiétude à Megan pendant qu'elle s'est jointe à moi pour une tasse de soupe et un sandwich au thon sur la terrasse arrière. Sentir le soleil apaisant, comme si elle était en train de fondre tout ce qui reste d
Avec moins d'une heure avant d'avoir à ouvrir le bureau des patients à l' potentiel, j'ai décidé de faire une course rapide à l'épicerie pour quelques faux frais que j'étais sur le point de manquer de. J'étais en train de débattre sur
J'ai passé beaucoup trop de temps au cours du déjeuner avec Angela et Peter. Au moment où je suis rentré à la maison, il était presque quatre heures. Il n'y a aucun sens à partir de l'autopsie quand j'aurais à l'homme mon bureau pour walk-in
Je n'avais pas d'appel d'être autour de Zacharias vis avant la mort de Jacob. Je pensais que c dommage que j'ai trouvé qu'il soit un peu étrange, étant donné que sa a été le seul salon funéraire pour plusieurs villes et j'ai été
La vie allait tellement bien que j'avais complètement oublié par le fait que j'avais pris le travail avec l'intention d'être le sauveur qui a découvert ce qu'était la cause de tant de décès. C'était probablement parce qu'il n'y avait pas eu d
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