MasukAliyah Whitmore is a driven marketing executive who’s done with romance after a string of bad relationships. She’s focused on her career, refusing to let anyone get close. But when she meets Logan Pierce, a charismatic tech billionaire, things start to shift. Logan is used to getting what he wants, but Aliyah’s no-nonsense attitude and refusal to play along intrigue him. Forced to work together, their undeniable chemistry begins to blur the lines between business and personal. As their intense attraction grows, Aliyah struggles to keep her guard up, knowing a relationship with Logan could be risky. Logan, tired of superficial connections, is determined to break through her walls. With both their careers and hearts on the line, they must decide if their fiery connection is worth the risk.
Lihat lebih banyakUma dívida, uma noiva por contrato e um bilionário arrogante?
Zara só queria sobreviver ao baile da faculdade sem ser humilhada. Para isso, inventar um namorado lindo e bilionário pareceu uma ótima ideia, certo?
Errado!!!
Agora baile começou, todos estava à espera namorado dela, e aonde ela pegou esse namorado bilionário?!!
— Hey, princesa da favela. Cadê seu príncipe? Já não era para ele estar aqui?
A voz de Alícia veio de algum lugar à minha esquerda, mas eu já estava em movimento e não parei para responder. Na verdade, eu mal conseguia focar na silhueta dela, o mundo estava começando a inclinar para o lado.
— Ou ele é como o dinheiro na sua conta bancária — ela completou, e o grupo dela riu junto. — Totalmente inexistente.
Desviei de um garçom, depois de um grupo de casais, tentando manter os pés no chão. O salão nobre do Hotel Milani girava levemente, as luzes dos lustres se multiplicando nas bordas da minha visão como se alguém tivesse aumentado o brilho do mundo sem me avisar.
Uma taça. Eu tinha bebido uma taça de espumante.
Alguém batizou a minha bebida, pensei, sentindo um calafrio de puro pavor.
— Ei, estou falando com você!
Alícia apareceu ao meu lado, os saltos repicando no mármore com a cadência de quem é dona do chão que pisa.
— O dinheiro pode ser inexistente, Alícia, mas meu caráter não é comprado com o cartão do papai — respondi, chegando perto o suficiente para incomodá-la. — E não que seja da sua conta, mas ele já tá no estacionamento, entrando. Então, se eu fosse você, baixava a bola e ia se ferrar pra lá.
A mentira saiu automática. Três meses de semestre e eu já tinha um repertório inteiro sobre o namorado misterioso.
Tudo começou quando eu entendi que, para eles, eu nunca seria só uma aluna boa. Eu era a bolsista do subúrbio. A órfã. A intrusa. Alícia começou a insinuar que eu estava ali para caçar marido rico, e os garotos entraram no jogo rápido demais, como se eu devesse me sentir honrada por qualquer flerte medíocre vindo de um daqueles filhinhos de papai.
Então, antes que me transformassem em piada, eu me transformei em ameaça. Inventei um namorado. Rico, distante e importante o suficiente para fazer todos ali parecerem ridículos.
O problema era o Baile de Primavera da Santa Trindade. O evento mais importante do calendário social da faculdade, patrocinado pelas famílias que bancavam metade das obras do campus.
Eu não queria estar aqui. Eu nunca quis estar aqui. Mas a presença era esperada dos alunos do quadro de honra, e eu era a aluna número um do meu período. Talvez do curso inteiro.
Esse era o meu crime na Santa Trindade. Ser boa demais sendo de onde eu era.
O rosto da Alícia travou por um segundo com a minha resposta, ficando vermelho de puro ódio, em choque por ter sido desafiada em frente ao seu “círculo de elite”. O problema é que ela se recuperava rápido.
— Qual o nome dele? — Alícia veio rente ao meu ouvido. — Você nunca fala o nome.
— Não falo o nome pra não dar munição pra talarica. O nível dele é outro, garota, bem longe desse teu recalque.
— Sabe o que eu acho? — A voz dela ficou quase alegre. — Acho que ele não existe. Acho que você vai sair daqui humilhada quando essa noite acabar.
— Acha é? Pois pega o que você acha, enrola bem apertado e enfia no meio do seu... — soltei o palavrão sem dó, vendo o queixo de todas elas caírem.
Aproveitei o choque delas e empurrei a porta lateral com o ombro. O ar da noite me atingiu em cheio. Por um segundo, achei que fosse melhorar. Não melhorou. As palmeiras imperiais do jardim dobravam devagar e meus pés chegavam ao chão com um atraso que não deveria existir.
Então ouvi as vozes.
Dois veteranos, perto da porta de serviço, rindo baixo.
— Vai atrás dela logo — um deles disse. — A Alícia disse que é para deixar a pobretona em um quarto qualquer e tirar umas fotos para acabar com a reputação dela de vez.
Meu estômago deu um solavanco violento. Eu sabia exatamente de que tipo de fotos aqueles vermes estavam falando e o que fariam comigo antes. O pânico subiu como um ácido na minha garganta, mas o instinto de quem já viu o pior acontecer no beco falou mais alto: eu precisava sumir dali.
Enfiei-me entre as palmeiras imperiais, buscando o escuro, a parte mais densa do jardim onde os lustres do hotel não alcançavam.
— Onde ela foi? — A voz de um deles veio de algum lugar à minha direita, muito perto. — Não pode ter ido longe, tá trançando as pernas.
Corre, sua burra, corre!, eu gritava na minha cabeça, mas minhas pernas chegavam ao chão com um atraso desesperador.
Cada passo era uma luta contra o meu próprio corpo, que parecia pesar uma tonelada. Eu era a caça e o jardim tinha se tornado um labirinto mortal. Olhei para trás por cima do ombro, a visão borrada captando dois vultos se movendo rápido entre as árvores. Eles estavam ganhando terreno.
Tentei respirar fundo e senti a náusea subindo. Mas eu não tinha escolha. Então tentei dar um último gás e correr. O problema é que eu mal enxergava nada a minha frente.
Não vi o banco. Não vi a fonte. Não vi nada até bater de frente com alguma coisa sólida e quente que segurou meu peso antes que eu chegasse ao chão.
— Cuidado, Cinderela — a voz veio de cima, profunda e tranquila, cortando o meu desespero como uma lâmina fria. — A festa é lá dentro. Mas aqui fora... algo me diz que essa pode ser uma noite muito boa.
Ergui o olhar, desafiadora. E respondi, a insolência sendo minha única defesa.
— Você em um hotel desse naipe, trajado no luxo e sozinho no escuro? Não me parece a definição de noite boa. Ou você está muito entediado com esse povo lá de dentro ou está aqui na espreita esperando a próxima vítima. Qual é a sua, moço?
Ele se desencostou da grade de ferro devagar e cruzou os braços sobre o peito largo, me estudando com um olhar clínico e frio. Eu o encarei de volta, mesmo com a visão oscilando, e não pude evitar o choque.
O homem era um absurdo. O terno escuro abraçava ombros largos e definidos. O rosto tinha linhas duras, uma mandíbula marcada que parecia esculpida em granito e lábios firmes que carregavam um rastro de arrogância. Mas eram os olhos, de um verde profundo e cortante como vidro, que faziam o resto do mundo parecer cenário de papelão.
Ele exalava um perfume de sândalo, couro e poder, uma combinação que dava um nó na minha garganta e me fazia sentir que, perto dele, qualquer um daqueles filhinhos de papai do salão não passava de uma cópia barata.
— Ou é sinal de que eu não perco meu tempo com gente medíocre — ele rebateu, a voz grave vibrando no ar parado da noite. — E você? Tá perdida ou fugindo de alguma coisa? Porque você não tem cara de quem veio tomar ar.
Eu ia responder, mas o som de passos esmagando o cascalho interrompeu meu pensamento.
— Ali, ela está ali! — A voz de um dos veteranos ecoou entre as palmeiras.
— Espera, ela tá com alguém... — o outro respondeu, diminuindo o passo.
— Ah, deve estar tentando fisgar um marido rico antes do efeito da bebida derrubar ela de vez — o primeiro debochou, rindo baixo.
Minha visão borrou e o pânico virou náusea. Eu não tinha mais tempo.
— Eu tô tentando... não morrer — respondi finalmente, ignorando o protocolo e invadindo o espaço dele.
Agarrei o tecido caro do seu paletó para não cair, sentindo o calor do seu corpo sob as minhas mãos.
— Me ajuda. Eles colocaram algo na minha bebida. Se você me deixar aqui, o que vai acontecer está na sua conta.
Joguei a responsabilidade no colo dele sem dó. Ele travou, os músculos dos braços ficando rígidos. Olhou por cima da minha cabeça e viu os veteranos rindo. Vi sua mandíbula travar e o tédio ser substituído por uma raiva fria.
— Você é abusada, garota — ele disse baixo. — Sorte a sua que eu odeio covardes.
Meu corpo cedeu antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa. Mas não cheguei ao chão. Ele me pegou no colo com uma facilidade absurda e começou a caminhar de volta em direção ao hotel.
Foi quando eu ouvi a voz de Alícia. Lá atrás, pequena e incrédula pela primeira vez em toda a noite:
— Aquele é o namorado dela? Mas... é o Arthur Sartori!
Special Chapter: A Day at the Mall It was a typical Saturday afternoon, and Logan, Ethan, and I were out for a little family time at the mall. We’d just finished a fun round of window shopping and were now heading toward the food court to grab a bite. Ethan, of course, was more interested in the giant stuffed animals at the toy store, tugging at Logan’s hand as he pointed toward a huge bear. “Daddy, look! Bear!” Ethan exclaimed, his little voice full of excitement. Logan grinned and ruffled his son’s hair, nodding along. “I see it, buddy. We’ll check it out after lunch,” Logan said with a chuckle. As we strolled down the crowded walkway, a woman, tall, with platinum blonde hair and a tight-fitting dress, caught sight of Logan and smiled. She was clearly giving him the once-over, her eyes lingering a little too long. I raised an eyebrow, already sensing the energy shift around us. Ethan, oblivious to the woman’s intentions, tugged harder at Logan’s hand. But I couldn’t help but n
It was a quiet Sunday morning when I woke up to the sound of soft laughter and the rustling of blankets. My eyes fluttered open to see Logan, sitting by the edge of the bed, his hand gently brushing through our son Ethan’s hair. Ethan, barely three years old, was squirming around in the bed, his little feet kicking and giggling as Logan tried to wrangle him into a proper sitting position. “Come on, buddy,” Logan chuckled, his deep voice full of warmth. “You’ve got to let Mama sleep a little longer.” Ethan’s small, chubby fingers gripped the blankets, his eyes sparkling mischievously as he looked up at his dad. “No, Daddy! I want Mama!” he declared, a pout forming on his face. I couldn’t help but smile at the sight. Ethan was already a little ball of personality, full of energy and opinions. He had Logan’s eyes—bright, bold, and full of curiosity—and my smile, which he flashed every time he did something mischievous. I stretched, letting out a soft yawn before rolling over to face
One month after Logan proposed to me, we had both found our rhythm. We were deeply in love, and though the months had passed quickly, everything between us felt as though it was meant to be. Logan was exactly the kind of man I had always dreamed of, and now we had a future together—a future that started with that beautiful, unforgettable proposal by the lake.The months leading up to our wedding were a whirlwind of planning, excitement, and of course, some typical stress. Logan, surprisingly, took an active part in planning. I had always expected him to be the type to let me handle everything, but no. He was there, involved in every decision—from choosing the venue to selecting the color of the napkins. Every little detail mattered to him because, to him, it was all about making our day perfect.And finally, a year later, the day arrived—the day I had waited for all my life. Our wedding.The morning of our wedding, I was a bundle of nerves. I couldn’t believe it was finally happening.
The kitchen was quiet now, save for the soft clink of plates being stacked and the occasional hum of the refrigerator. We had just finished breakfast, the warm aroma of pancakes and coffee still lingering in the air. I glanced at Logan, who had pushed his empty plate away, his eyes already shifting toward the clock. It was time for him to get ready for work. I felt a dull ache in my body, a reminder of the night before. But it didn’t stop me from feeling a warmth in my chest as I cleared the table. Logan and I shared a soft smile, the kind of smile that said everything without needing words. There was something so simple and comforting about mornings like this—just the two of us, taking things slow, enjoying each other’s presence before the world outside pulled us in different directions. Logan stood up, stretching his arms above his head with a yawn. “I’m gonna get ready,” he said, his voice still thick with sleep. “Don’t overdo it, okay?” I smiled at him, shaking my head. “I’l
The soft rustling of the hospital room faded as I sat up in bed, slowly peeling back the covers. I hadn’t realized how much the weight of everything had been hanging on me until now—how long it had been since I felt like I could finally breathe easy. As I was idly stirring my breakfast, lost in thou
I slowly opened my eyes, the soft glow of the night light casting a warm hue over the room. For a moment, everything was blurry, and the steady beeping of the monitor was the only sound that reminded me I was still in the hospital. My body felt heavy, but I could tell I was no longer in pain. As my
The next time my eyes fluttered open, the world around me was clearer. The blur of shapes and colors had sharpened into something familiar. The ceiling above me, the soft hum of machinery, the scent of antiseptic—I was in a hospital. It took a moment for the weight of reality to settle in. I wasn’
I stepped into the lobby of Whitmore Company, my heels clicking against the marble floor with purpose. It was a busy morning, and I had no time for interruptions, though I could feel the stares of a few employees as I passed. My tailored blazer fits perfectly, my strides confident. Everything about












Welcome to GoodNovel world of fiction. If you like this novel, or you are an idealist hoping to explore a perfect world, and also want to become an original novel author online to increase income, you can join our family to read or create various types of books, such as romance novel, epic reading, werewolf novel, fantasy novel, history novel and so on. If you are a reader, high quality novels can be selected here. If you are an author, you can obtain more inspiration from others to create more brilliant works, what's more, your works on our platform will catch more attention and win more admiration from readers.