LOGIN"Ms. Rowe, are you certain you want to delete all identity records? Once they're erased, you'll be completely removed from the system. No one will be able to find you again." Eva Rowe pauses for a moment before nodding with quiet resolve. "Yes. I want to disappear from this world. I want to make sure no one can ever find me." Two seconds of silence follow on the other end, as if they're giving her one last chance to reconsider. "Understood, Ms. Rowe. The wipeout protocol will be completed within 14 days. By then, you'll be officially 'dead' in all databases. Please make the necessary arrangements." With that, the call ends. Eva books a one-way ticket to Felnor, scheduled for 14 days later. Then, she turns off her phone, watching as the screen goes dark. She stands by the floor-to-ceiling window, staring out at the endless city lights, and lets out a soft, cold laugh. She is no longer anyone's Eva.
View More— O baile de máscaras anual do senhor Dorian. — Francine olhava para as unhas bem feitas — Faltam poucas horas.
Apesar de ter abandonado a carreira de modelo e agora ser apenas uma empregada comum na enorme mansão de Dorian Villeneuve, Francine ainda não tinha desistido do sonho de desfilar na semana de moda em Paris. Ela sabia que o olheiro da Agência Montblanc — um nome poderoso no mundo da moda — estaria presente no baile promovido por seu chefe, e não desperdiçaria essa chance por nada. — Você é louca, Francine. — Malu balançou a cabeça negativamente — Você vai mesmo? Você nem tem um convite! — Meu amor, eu trabalho nessa mansão. Quem precisa de convite é quem tá lá fora. Eu só preciso de um vestido e uma máscara. Malu, a colega de quarto, cruzou os braços. — Ah, tá. E onde você vai arrumar isso, espertinha? Francine abriu o próprio guarda-roupa como quem revela um segredo de Estado. De lá, puxou um vestido vermelho escarlate, longo, com uma fenda escandalosa e um decote de tirar o fôlego. — Meus anos naquela agência de modelos estúpida serviram pra alguma coisa, vai... Ganhei isso num ensaio. Nunca tive lugar pra usar. Até hoje. — E a máscara? — Essa eu arrumo durante a festa. Dou meus pulos. — Você pretende roubar uma máscara?! — Roubar, não. Pegar emprestado. Temporariamente. Em nome do meu sonho. Malu arregalou os olhos, sussurrando: — Se o senhor Dorian descobrir, você vai ser demitida. Francine sorriu, travessa. — Como ele mesmo gosta de dizer… o que acontece no baile de máscaras fica no baile de máscaras. Ela colocou o vestido de volta no guarda-roupa com cuidado e sumiu no banheiro. Malu ficou parada, olhando para a porta fechada. — Você é maluca, Francine... Por volta das dez da noite o salão de festas da mansão começou a encher. Francine circulava entre os convidados, devidamente uniformizada, o olhar atento. Ela não queria uma pessoa. Queria uma máscara. E precisava ser perfeita. Foi quando viu. Vermelha. Brilhante. Um toque de renda nas bordas e penas negras saindo do canto direito. — Aquela, com certeza — sussurrou para si mesma. Virou nos calcanhares e correu até a porta de entrada, onde o segurança Otávio vigiava com cara de poucos amigos. — Otávio, você sabe que eu te amo, né? — Fala logo o que você quer — ele nem disfarçou o tédio. — Sabe que o senhor Dorian não gosta de ver os empregados batendo papo. Ainda mais hoje. — Você sabe que eu te amo porque é o único que embarca nas minhas loucuras. — Francine... — Preciso que você recolha as máscaras de quem for embora. Diz que é exigência do patrão, que é padrão da casa... inventa qualquer desculpa. Só recolhe. Otávio fechou os olhos, respirando fundo. — Mulher, o que você vai aprontar? — Nada. Só faz o que eu pedi. Preciso voltar lá pra dentro. — Vai logo. Não quero ser demitido por causa das suas ideias. Aquele homem é imprevisível. Francine voltou pro salão. Rápido. Focada. Parou no bar. O bartender olhou de canto para ela. — Flávio, a mulher de máscara vermelha ali pediu o drink mais escuro que você tiver. — Ah tá. E você acha mesmo que alguém nesse baile não sabe o nome de um drink escuro? — Só faz o que eu tô pedindo. Dois copos, por favor. — Vai sobrar pra mim? — Prometo que não vai sobrar nada pra você. — Olha lá, hein... — Flávio já preparava os drinks. — É por isso que eu te amo! — Ela piscou e saiu dançando entre os convidados, vigiando a mulher de vestido creme. Quando voltou ao bar, os dois copos já estavam prontos sobre a bandeja. Francine os pegou, inspirou fundo e seguiu direto. — Seu vestido é maravilhoso, moça... mas eu preciso mesmo é da sua máscara — sussurrou pra si, já chegando perto. Mais três passos. Ela tropeçou propositalmente na borda de uma mesa e jogou os dois drinks sobre o vestido de seda. — MAS QUE...?! VOCÊ TÁ LOUCA?! — a mulher gritou. — Olha o que você fez com meu vestido! Você sabe quanto ele custou?! Francine fingia desespero. — Me desculpe, moça! Foi sem querer! Deixa que eu limpo... — Tira as mãos de mim! Suas mãos imundas nem mereciam tocar esse tecido! Ela saiu bufando, acompanhada por um homem com cara de poucos amigos. Francine suspirou, segurando o riso. Voltou pra cozinha, saiu pelos fundos da mansão e correu até Otávio. — Conseguiu pegar as máscaras? — Sim... — Ele estendeu uma sacola com quatro delas. — O que você vai fazer com isso? — A ignorância é uma benção. Tem certeza que quer saber? — Toma isso aqui e some da minha frente — ele empurrou a sacola. — Antes que eu me arrependa. Francine abriu, vasculhou com cuidado e sorriu quando a encontrou. A máscara vermelha. Ainda molhada nas bordas. — Perfeita. Ela se virou e voltou para a mansão, pronta para o próximo passo. Francine correu até o quarto como se o mundo fosse acabar em cinco minutos. Arrancou o uniforme de empregada e abriu o guarda-roupa com reverência. Ali estava ele. O vestido vermelho escarlate. Ela o vestiu como quem já tinha ensaiado aquela cena mil vezes. O tecido colou no corpo. A fenda subiu quase até a alma. O decote... uma ousadia que nem ela sabia que tinha guardado. Calçou um salto preto, alto o bastante pra fazer barulho ao entrar. Pegou a máscara vermelha, ainda úmida, mas perfeita. Um retoque de base, um blush discreto... E o batom vermelho, claro. Era a assinatura. Ela se olhou no espelho, com a máscara já no rosto, e sorriu. — Quem não se apaixonar por esse sorriso... ou é cego, ou gosta de banguela. Deu meia-volta, saiu novamente pelos fundos da mansão e correu até Otávio. Ele arregalou os olhos quando a viu. — Eu não vou nem perguntar. Vai. Antes que eu me arrependa. Ela piscou, segurou o riso e entrou pela porta da frente do salão. Como uma convidada. A música estava mais intensa agora. O salão, lotado. Francine andava devagar, os olhos brilhando enquanto tentava identificar quem poderia ser o olheiro entre tantos homens mascarados. Ninguém ali sabia quem ela era. Mas era como se ela tivesse nascido pra estar ali. E então, ela sentiu. Um olhar. Firme. Parado nela.The Sereno family's public image crumbled overnight. Leo was subpoenaed by the FBI for the investigation.Chaos erupted across domestic branches. Key figures from the Sereno family defected, and the company's cash flow collapsed under the pressure.Leo's grandfather, Shawn Sereno, once the feared mafia boss of the underworld, was forced out of seclusion by the fallout.He traveled in silence, only to find his grandson pale and gaunt, hollowed out like a man already halfway gone.He looked down at Leo with quiet fury. "Kneel."Leo obeyed. "I taught you loyalty and love. You once vowed to protect that woman for the rest of your life. And now? Your betrayal has burned everything to the ground."Leo's voice was hoarse. "I… I'm sorry. I failed Eva."Shawn roared, "Bring the cane."A polished black cane came crashing down on Leo. He didn't resist. He let out a muffled grunt, then collapsed as he lost consciousness.That night, he had a dream. He was down on one knee, holding out a
Leo's phone hadn't stopped vibrating in days. He kept receiving tips, photos, and messages from people around the world. But most of them were worthless. The fake leads were overwhelming, pouring in like a flood. Even with a full team filtering through the noise, they could barely keep up."If I'd known it would spiral like this…" Leo murmured with a weary smile. But he had no choice. Apart from the occasional tip Eva dropped, her trail had gone cold.Then, one day, a single photo shattered the silence."We got something! Someone spotted her outside a chapel in Bellmere City." Sebastian's voice broke with urgency, barely containing the excitement.Leo didn't hesitate. He was already halfway out the door. He couldn't even remember the last time he slept. He only remembered fighting to stay awake every night, terrified he would miss a single trace of her.By the time his plane touched down in Arandia, he rushed straight to the chapel, questioning locals with desperate urgenc
Before she left, Eva destroyed everything tied to her and erased her identity completely. No trace of her could be found in the black market records or airport surveillance footage.She used a temporary ID to leave Uldoria and booked flights to five different countries at once. It was as if she had vanished from the world.Leo collapsed onto the couch, clutching the divorce agreement Eva left behind. He flipped through them over and over. It was all she had given him."Eva, I was wrong. I won't ask for your forgiveness. I just want to see you one more time."Not long after, Leo issued a global reward notice. He offered ten thousand dollars for any credible lead on Eva's whereabouts after she left Uldoria and 30 thousand dollars for a recent photo of her.The internet exploded. Some claimed it was a stunt to salvage Leo's reputation. Others whispered that he had lost his mind.And there were those who mocked him. "If I actually get the money, I'll take his last name!"Meanwhile,
Leo stood on the top floor of his private club, gazing out over the glowing skyline of Marrowind.A bodyguard approached quietly. "Cleo has issued a public apology across every underground media outlet. Her social media accounts have been wiped clean."A cruel smile tugged at Leo's lips. "It's too late."He started drinking every night.The lights in the private room were dim and moody. Dressed in a black shirt, Leo gripped a bottle of whiskey, downing one after another like water.His friends had tried everything to talk him out of it, but nothing worked. In desperation, they discreetly brought in a few high-end escorts, hoping someone could lift Leo's spirits."Whoever gets Don Leo's attention tonight is set for life," one whispered.A woman in a red dress approached Leo, her fingers brushing the buttons of his shirt."Get out."The bottle shattered across her forehead before she could even react. Blood streamed down her face."Who told filth like you that you could touch m


















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