LOGINViserys Targaryen
Eu estava petrificado,eu não sabia que uma simples viagem a trabalho mim levaria a minha companheira,eu já havia perdido as esperanças já havia se passado muitos anos,e eu como Alfa da minha alcateia não poderia ficar sem uma luna por muito tempo. Em normas um Alfa sem a sua companhia se transforma em um líder bárbaro,sem coração, egoísta,e masoquista. E a minha alcateia tinha receio disso,mas eles sabiam que eu jamais faria isso com eles,mas em toda a minha vida nunca ouvi uma história boa sobre um Alfa solitário,o nosso lobo quando fica muito tempo sem encontrar a sua companheira ele fica louco e o Alfa fica agressivo por sentir a dor,a raiva,a tristeza, o desespero do seu lobo pela companheira. Se a forma lobina e a forma humano são um só,mas se o lobo e o humano não se dão bem,e não entram em uma certa harmonia o lobo toma o corpo do seu humano e transformasse em lobo para sempre,mas isso só acontece com lobos amaldiçoados. E como os anos já estavam a passar e eu não encontrava a minha Luna. A matilha vizinha considerou fazer um acordo,em que o Alfa da matilha vizinha propôs o acordo de acasalamento da sua única fica,ela também ainda não havia encontrado o seu companheiro segundo eles. O que é completamente estranho,na nossa espécie as fêmeas não ficam muito tempo sem um companheiro,elas as acham muito rápido,pós as fêmeas precisam dos machos para seres protegidas de qualquer tipo de abuso,elas são consideradas as mais fracas só por isso,mas elas são as mais fortes se formos a fazer as contas,elas é que cuidam da casa,elas é que dão a luz a vários lobinhos,elas é que cuidam e nos apóiam quando mais ninguém acredita,elas entregam completamente a sua vida pelos machos porque elas sabem que os seus companheiros fariam de tudo pelas suas fêmeas, principalmente pela sua felicidade. Nós os lobos amamos incondicional, principalmente se o nosso vínculo for correspondido na hora,o amor dos lobos é algo muito lindo eu via isso nos meus pais,eles se amavam que até fazia doer I coração. E é um dos motivos ela qual eu queria encontrar a minha loba. Agora quando eu encontrei a minha companheira e ela ainda mais é humana eu fiquei petrificado,isso só aconteceu uma vez no mundo e a vida do casal não acabou nada bem, é uma lenda que as matilhas contam,mas cada matilha tem a sua versão,e ninguém sabe ao certo o quê aconteceu de verdade. Mas isso não era um problema para mim,nem para o meu lobo. Nós ficamos completamente estacionado. Quando eu cheguei na cidade de Nova Iorque,eu senti uma paz que não sentia a anos e não era a primeira vez eu a vir para cá,tinha um cheiro maravilhoso que mim seguia e mim deixava inquieto. Eu não estava bem,meu lobo estava eufórico,quanto mais o carro segue a caminho do hospital o cheiro ficava cada vez mais forte. O cheiro era forte,e fresco que nem as ondas do mar,cheirava a ilha e liberdade,a rosas vermelhas e a margaridas,eu estava a adorar esse cheiro,mim fazia lembrar da pequena ilha que a minha mãe descrevia para mim és histórias sobre um Alfa supremo e a sua companheira "a famosa história que eu disse que ninguém sabe a verdade" . Mas a minha mãe contava com tanta certeza. Ela dizia que a ilha era mágica que ela só iria faltar a reaparecer quando um verdadeiro amor e puro for desinterado. Meu pai dizia que a ilha era maravilhoso, cristalina com a cor azul turquesa,fresca,com rosas vermelhas e lindas,com uma bela cascata que lhe traz a liberdade. E quando percebi que o cheiro que eu sentia era da minha companheira uma posse tomou conta de mim,eu não queria deixa lá ir. E ela era muito teimosa,e não se deixava intimidar. Ela era perfeita, simplesmente perfeita,como uma porcelana frágil que se a deixasse cair ela quebraria. Apesar dos certos acontecimentos eu perdi o controle do meu lobo e isso nunca aconteceu nem mesmo na minha adolescência,perdi completamente o controle que eu logo a marquei sem o seu consentimento. E eu não mim importava com as consequências naquele comento,mas eu teria uma baita dor de cabeça,e precisaria de muita paciência o que eu não tenho.APENAS NÓS DOISRhaenyraNaquela manhã, acordei com uma sensação estranha.Não era medo.Não era aquela inquietação que vinha me acompanhando desde que os sonhos começaram.Era paz.Uma paz tão rara que, por alguns segundos, permaneci de olhos fechados, apenas ouvindo a respiração de Viserys ao meu lado.Não havia uivos.Não havia vozes.Não havia visões.Nenhum presságio.Apenas nós.Abri os olhos lentamente.Viserys estava deitado de costas, ainda dormindo. Os cabelos escuros estavam desarrumados sobre a testa, e havia algo quase infantil em sua expressão tranquila.Sorri.Talvez fosse disso que eu precisasse.Não de respostas.Não naquele dia.Talvez precisasse apenas de um dia em que o mundo não exigisse nada de nós.Levantei-me silenciosamente e fui até a janela.O céu estava limpo.A floresta parecia tranquila.Por um instante, pensei em tudo o que nos esperava.As fronteiras.Kaelen.Os Filhos da Lua.Os vampiros.Os sonhos.Aquela estranha promessa de mais de mil e quinhentos
A PROMESSA QUE DORMEViserysRhaenyra dormia.Pelo menos era o que parecia.Estava deitada ao meu lado, a respiração tranquila, os cabelos espalhados sobre o travesseiro.Mas eu não conseguia fechar os olhos.Depois da conversa daquela noite, algo havia mudado.Antes, eu podia convencer-me de que aqueles sonhos eram apenas sonhos.Agora não.Havia detalhes demais.Sensações demais.E, principalmente, havia uma coincidência impossível.Nós dois estávamos sonhando com os mesmos lugares.Com as mesmas pessoas.Com a mesma cascata.Com a mesma fronteira.E um com o outro.Olhei para Rhaenyra.Ela se mexeu.Suas sobrancelhas franziram.— Não…Sua voz saiu quase inaudível.Sentei-me imediatamente.— Rhaenyra?Ela continuou dormindo.— Não me deixes…Meu peito apertou.Toquei seu ombro.— Rhaenyra.Ela abriu os olhos de repente.Sentou-se, ofegante.Olhou para mim como se tivesse acabado de voltar de muito longe.— Viserys…— Estou aqui.Ela levou a mão ao peito.— Eu estava lá novamente.—
ECOS DA LUARhaenyraA palavra continuou ecoando dentro da minha cabeça muito depois de eu deixar a Cascata da Divisão para trás.Viserys.Não importava quantas vezes eu tentasse afastá-la.Ela permanecia.Como uma música antiga que alguém havia ensinado à minha alma antes mesmo de eu aprender a falar.Caminhei pela floresta sem realmente perceber o caminho.Os galhos das árvores arranhavam meus braços, mas eu mal sentia. Minha mente estava presa às imagens que Kaelen havia me mostrado.Correntes.Fogo.Sangue.Olhos vermelhos.E ele.Viserys.Não o Viserys que eu conhecia.Ou talvez…Exatamente ele.Essa era a parte que mais me assustava.No sonho, havia algo nele que parecia diferente. Não em seu rosto. Não exatamente. Era a maneira como ele me olhava.Como se tivesse medo de me perder.Como se já tivesse me perdido antes.Parei no meio do caminho.Fechei os olhos.Aquela sensação voltou.Calor.Segurança.Pertencimento.Minha mão apertou o pingente contra o peito.— O que está acon
Rhaenyra Targarian Eu continuava ali, de frente para a cascata, tentando entender o sonho que tivera dias atrás. Era uma narração perfeita. Não parecia um sonho comum. Eu não estava apenas vendo aquelas coisas... eu estava vivendo-as. Sentia o cheiro de pinho e terra molhada. O frio da névoa contra o rosto. O peso de uma espada que eu nunca empunhara. O som dos uivos ecoando pela floresta. E, acima de tudo, aquela voz. A voz que dizia meu nome. Viserys. Mas eu não me lembrava de ter vivido nada daquilo. As imagens que surgiam em minha mente eram vagas, fragmentadas, como páginas arrancadas de um livro antigo. Quanto mais eu tentava agarrá-las, mais elas escapavam. Fechei os olhos. Era tudo um sonho. Só um sonho. Não significava nada. Ou significava? Minha respiração ficou presa quando a lembrança do último momento voltou. Minha Fagulha... ela está em perigo. Abri os olhos imediatamente. — Rhaenyra... Meu próprio nome saiu dos meus lábios num sussurro.
Viserys Balerion O Uivo da PromessaO cheiro de pinho e terra úmida era o meu perfume, o rosnado baixo da matilha, a minha sinfonia. Como Alfa dos Filhos da Lua, meus sentidos estavam sempre em alerta, cada folha caindo, cada movimento na floresta era gravado em minha mente. Mas nos últimos dias, havia algo mais: uma melodia dissonante, um gemido distante que se infiltrava até mesmo nos uivos alegres da caça.Meu nome é o líder. Força e lealdade eram minhas moedas, e a alcateia era meu universo. Nosso território, uma vasta extensão de florestas e montanhas, era delineado por um rio caudaloso que culminava na majestosa Cascata da Divisão. Além dela, estendia-se a floresta densa dos Dragões, um território que evitávamos por respeito e uma antiga trégua.Mas a trégua estava se esfarelando.Parado à beira da cascata, a névoa fria beijando meu rosto, contemplei a cortina de água que caía com estrondo. O barulho era constante, mas não o suficiente para abafar o que vinha de além: rugidos.
Rhaenyra Balerion O Despertar da ChamaA escuridão dos meus sonhos nunca foi vazia. Desde a infância, ela vinha preenchida com a cor de escamas da noite e o calor de um fogo que não queimava, mas aquecia o meu peito. A princípio, era apenas um vislumbre fugaz de um olhar dourado, intenso e incrivelmente antigo. Com o tempo, as visões tornaram-se mais nítidas, e ele ganhou forma: um dragão de obsidiana e ébano, cujo porte majestoso era apenas superado pela profunda, e estranhamente familiar, tristeza em seus olhos.Ele não falava com a voz; ele falava com o fogo. E, em meus sonhos, eu sentia a labareda dele envolver-me, não para consumir, mas para amar. Havia um oceano de carinho e uma paixão milenar na forma como ele me olhava, uma devoção que eu sabia não ser direcionada à humana que eu era, mas a algo mais profundo em minha alma. Eu era a receptora de um amor de eras, um vínculo que transcendia a carne e o tempo.A quietude dessa afeição, contudo, foi rasgada.A primeira vez que a