LOGINRhaenyra balerion
Eu via uma ilha belíssima,uma cascata cristalina,olhei em volta e eu estava apaixonada com o lugar,haviam rosas vermelhas por toda a ilha,mas especificamente no lindo lago. Era uma ilha tropical que deixaria qualquer um apaixonado. Do nada eu vi uma mulher no meio do lindo lago,ela estava de costas para mim,os seus longos cabelos branco estavam sobre a sua costa,e ela tinha colocado as mãos em volta dele na intensão de tirar a água,ela era muito branca. Do nada a temperatura da ilha começou a mudar,o céu estava nublado agora e escuro,a cachoeira agora jorava água vermelha e o lago ficou vermelha,um vermelho puro que cheirava a sangue. Eu olhei em volta e a ilha estava a morrer,o verde se transformava em preto e em pó,eu olhei para o lago querendo procurar a mulher,mas ela não estava mas lá,tentei andar e quando dei por mim estou no meio do mar sem roupa coberta por sangue eu fiquei desesperada olhei em volta e comecei a chorar assustada,eu tentei mim lavar a mas a água só piorava,o que está a acontecer. Quando do nada minha mente começou a transmitir memórias em um flesh. Eu não conseguia perceber nada,mas eu conseguia ouvir alguém chamando pelo meu nome com medo,uma voz chorosa gritava e suplicava pela minha resposta,mas eu não consegui falar,quando eu tentei gritar algo está entalado na minha garganta tentando sair eu comecei a manusear meu corpo para crente e pra trás com as mãos na garganta tentando respirar quando sinto a coisa escorregar pela minha boca eu abro ainda mais a boca e vejo língua de uma serpente saindo da minha boca eu fico desesperada. E desperto,começo a pegar a minha garganta e a chorar,eu começo a empurrar meu corpo para traz como se estivesse a fugir de algo. Eu chorava,levantei meu joelhos até o peito e coloquei meu rosto no meio das perna. Quando do nada alguém começa a falar. -Meu cristal você precisa se acalmar,foi só um pesadelo_Ele do como se estivesse ali fax tempo. -Mim deixa chegar perto de você por favor_Ele pedi e wu continuo na mesma,eu só chorava. Foi quando senti a cama em movimento,não mim atrevi a olhar. Eu só queria fugir da minha própria mente,aquele sonho era tão real que mim deixou assustada, eu consigo sentir a dor na minha garganta até agora. -Rhaenyra, tá tudo bem,foi só um pesadelo_ Ele começa a rosnar baixo,eu começo a mim acalmar,aos poucos vou levantando minha cabeça e ele mim aperta no seu peito,e sinto uma paz. Eu não queria sair do seu peito,mas eu preciso de um banho,eu consigo sentir o sangue no meu corpo o cheiro a fero enferrujado e a sal do sangue,sinto o gosto horrível da cobra e a dor na garganta. Eu suava frio e não parava de tremer. Como se Viserys lesse meus pensamentos,ele levantou da cama comigo ainda no colo,cara ele e muito forte,ele mim carrega como se eu fosse uma boneca. Ele entra na casa de banho,mas eu não mim dei ao luxo de á apreciar, pós estava com o rosto no pescoço de Viserys. Eu escuto ele ligar a água da banheira e ele começa a se movimentar pela casa de banho,quando ele fecha a torneira ele faz menção de mim tirar do seu corpo,mas eu mim aperto ao seu corpo com medo de toda a situação voltar. - meu cristal,você precisa tomar baho_Eu abano a cabeça em sinal de não e ele bufa irritado,mas não discute. Ele começa a tirar as calças e eu fico em alerta,o que ele pensa que está a fazer? Eu tiro meu rosto só seu pescoço e ele mim olha com um sorriso de lado sacana. Ele olha para mim com preocupação nos olhos agora,então ele começa a tirar a camisa social dele que eu havia usado,eu não estava desconfortável com toda essa intimidade,eu estava com um conjunto de sutiã e calcinha agora,e ele só de box. Ele entra na banheira e senta nela,eu sinto a água quente relaxar todos os meus músculos,aos poucos vou relaxando,e Viserys começa a passar alguns produtos de banho em mim. Eu está a ficar com sono,mas eu não queria dormir,tinha medo de voltar a ter o mesmo pesadelo.APENAS NÓS DOISRhaenyraNaquela manhã, acordei com uma sensação estranha.Não era medo.Não era aquela inquietação que vinha me acompanhando desde que os sonhos começaram.Era paz.Uma paz tão rara que, por alguns segundos, permaneci de olhos fechados, apenas ouvindo a respiração de Viserys ao meu lado.Não havia uivos.Não havia vozes.Não havia visões.Nenhum presságio.Apenas nós.Abri os olhos lentamente.Viserys estava deitado de costas, ainda dormindo. Os cabelos escuros estavam desarrumados sobre a testa, e havia algo quase infantil em sua expressão tranquila.Sorri.Talvez fosse disso que eu precisasse.Não de respostas.Não naquele dia.Talvez precisasse apenas de um dia em que o mundo não exigisse nada de nós.Levantei-me silenciosamente e fui até a janela.O céu estava limpo.A floresta parecia tranquila.Por um instante, pensei em tudo o que nos esperava.As fronteiras.Kaelen.Os Filhos da Lua.Os vampiros.Os sonhos.Aquela estranha promessa de mais de mil e quinhentos
A PROMESSA QUE DORMEViserysRhaenyra dormia.Pelo menos era o que parecia.Estava deitada ao meu lado, a respiração tranquila, os cabelos espalhados sobre o travesseiro.Mas eu não conseguia fechar os olhos.Depois da conversa daquela noite, algo havia mudado.Antes, eu podia convencer-me de que aqueles sonhos eram apenas sonhos.Agora não.Havia detalhes demais.Sensações demais.E, principalmente, havia uma coincidência impossível.Nós dois estávamos sonhando com os mesmos lugares.Com as mesmas pessoas.Com a mesma cascata.Com a mesma fronteira.E um com o outro.Olhei para Rhaenyra.Ela se mexeu.Suas sobrancelhas franziram.— Não…Sua voz saiu quase inaudível.Sentei-me imediatamente.— Rhaenyra?Ela continuou dormindo.— Não me deixes…Meu peito apertou.Toquei seu ombro.— Rhaenyra.Ela abriu os olhos de repente.Sentou-se, ofegante.Olhou para mim como se tivesse acabado de voltar de muito longe.— Viserys…— Estou aqui.Ela levou a mão ao peito.— Eu estava lá novamente.—
ECOS DA LUARhaenyraA palavra continuou ecoando dentro da minha cabeça muito depois de eu deixar a Cascata da Divisão para trás.Viserys.Não importava quantas vezes eu tentasse afastá-la.Ela permanecia.Como uma música antiga que alguém havia ensinado à minha alma antes mesmo de eu aprender a falar.Caminhei pela floresta sem realmente perceber o caminho.Os galhos das árvores arranhavam meus braços, mas eu mal sentia. Minha mente estava presa às imagens que Kaelen havia me mostrado.Correntes.Fogo.Sangue.Olhos vermelhos.E ele.Viserys.Não o Viserys que eu conhecia.Ou talvez…Exatamente ele.Essa era a parte que mais me assustava.No sonho, havia algo nele que parecia diferente. Não em seu rosto. Não exatamente. Era a maneira como ele me olhava.Como se tivesse medo de me perder.Como se já tivesse me perdido antes.Parei no meio do caminho.Fechei os olhos.Aquela sensação voltou.Calor.Segurança.Pertencimento.Minha mão apertou o pingente contra o peito.— O que está acon
Rhaenyra Targarian Eu continuava ali, de frente para a cascata, tentando entender o sonho que tivera dias atrás. Era uma narração perfeita. Não parecia um sonho comum. Eu não estava apenas vendo aquelas coisas... eu estava vivendo-as. Sentia o cheiro de pinho e terra molhada. O frio da névoa contra o rosto. O peso de uma espada que eu nunca empunhara. O som dos uivos ecoando pela floresta. E, acima de tudo, aquela voz. A voz que dizia meu nome. Viserys. Mas eu não me lembrava de ter vivido nada daquilo. As imagens que surgiam em minha mente eram vagas, fragmentadas, como páginas arrancadas de um livro antigo. Quanto mais eu tentava agarrá-las, mais elas escapavam. Fechei os olhos. Era tudo um sonho. Só um sonho. Não significava nada. Ou significava? Minha respiração ficou presa quando a lembrança do último momento voltou. Minha Fagulha... ela está em perigo. Abri os olhos imediatamente. — Rhaenyra... Meu próprio nome saiu dos meus lábios num sussurro.
Viserys Balerion O Uivo da PromessaO cheiro de pinho e terra úmida era o meu perfume, o rosnado baixo da matilha, a minha sinfonia. Como Alfa dos Filhos da Lua, meus sentidos estavam sempre em alerta, cada folha caindo, cada movimento na floresta era gravado em minha mente. Mas nos últimos dias, havia algo mais: uma melodia dissonante, um gemido distante que se infiltrava até mesmo nos uivos alegres da caça.Meu nome é o líder. Força e lealdade eram minhas moedas, e a alcateia era meu universo. Nosso território, uma vasta extensão de florestas e montanhas, era delineado por um rio caudaloso que culminava na majestosa Cascata da Divisão. Além dela, estendia-se a floresta densa dos Dragões, um território que evitávamos por respeito e uma antiga trégua.Mas a trégua estava se esfarelando.Parado à beira da cascata, a névoa fria beijando meu rosto, contemplei a cortina de água que caía com estrondo. O barulho era constante, mas não o suficiente para abafar o que vinha de além: rugidos.
Rhaenyra Balerion O Despertar da ChamaA escuridão dos meus sonhos nunca foi vazia. Desde a infância, ela vinha preenchida com a cor de escamas da noite e o calor de um fogo que não queimava, mas aquecia o meu peito. A princípio, era apenas um vislumbre fugaz de um olhar dourado, intenso e incrivelmente antigo. Com o tempo, as visões tornaram-se mais nítidas, e ele ganhou forma: um dragão de obsidiana e ébano, cujo porte majestoso era apenas superado pela profunda, e estranhamente familiar, tristeza em seus olhos.Ele não falava com a voz; ele falava com o fogo. E, em meus sonhos, eu sentia a labareda dele envolver-me, não para consumir, mas para amar. Havia um oceano de carinho e uma paixão milenar na forma como ele me olhava, uma devoção que eu sabia não ser direcionada à humana que eu era, mas a algo mais profundo em minha alma. Eu era a receptora de um amor de eras, um vínculo que transcendia a carne e o tempo.A quietude dessa afeição, contudo, foi rasgada.A primeira vez que a