Valentina foi jogada na cama macia pelo homem. No segundo seguinte, a figura alta e forte dele se projetou sobre ela... Na penumbra da sala de descanso, ninguém os interrompia. Sobre a cama, dedos entrelaçados, as sombras projetadas na parede subiam e desciam num ritmo ininterrupto, uma dança de pura paixão. Uma hora depois, Valentina deixou escapar um soluço, sua voz rouca e carregada de frustração: — Lucas, já chega... — Ainda não. — Lucas inclinou-se, beijando as lágrimas que escorriam pelo canto dos olhos dela. — Valentina, com você, nunca é o suficiente. Valentina, furiosa, mordeu o ombro dele novamente! …Mais uma hora se passou, e finalmente a sala de descanso voltou à calmaria. Os dois tomaram banho juntos no banheiro, cada um saindo enrolado em um roupão. Valentina sentia as pernas fracas e trêmulas, mal conseguindo ficar de pé. Ela se arrependeu profundamente. Na próxima vez, jurou a si mesma que jamais teria a loucura de provocar esse homem novamente. L
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