Ao saírem do elevador, Liliane seguiu Luana como uma sombra, falando num tom manhoso e infantil:— Luana, é a minha primeira vez em Riviera. Não conheço nada nem ninguém aqui, só você. Por favor, não me abandone, hein?Luana parou e se virou, suspirando com resignação.— Pode ficar tranquila, Liliane. Não vou te deixar desamparada.— Ah, Luana, você é um anjo! — Exclamou a garota, agarrando-se ao braço dela e rindo, a tristeza de minutos atrás completamente evaporada.Luana franziu o cenho, achando aquilo bizarro. Liliane estava chorando a morte do primo há um instante e agora ria como se nada tivesse acontecido?Após deixar Liliane aguardando em sua sala, Luana se dirigiu ao consultório de Valentino. Ele já estava atendendo, concentrado. Ao vê-la entrar, apenas ergueu os olhos brevemente antes de voltar a preencher o prontuário do paciente.Quando o paciente saiu, Luana ocupou a cadeira ao lado dele, reservada aos assistentes. Valentino não perdeu tempo com rodeios:— A família Ferraz
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