O nome de Júlio explodiu na mente de Luana com a força de uma sentença. Não poderia ser mais ninguém; a intuição gritava que ele era o culpado.Agarrando o casaco num gesto brusco, ela se levantou e saiu apressada, ignorando tudo ao redor. Liliane, percebendo a movimentação repentina, correu em seu encalço até o corredor.— Luana, aonde você vai?! — Gritou Liliane, alarmada.Sem responder, Luana entrou no elevador, as portas se fechando como uma barreira entre elas. Liliane, confusa e preocupada, hesitou por um instante antes de enviar uma mensagem de texto, sentindo um aperto no peito.Já dentro do carro, saindo do condomínio, Luana tentou ligar para o celular de Renata, mas a chamada caiu direto na caixa postal. A ansiedade aumentou e ela discou para o posto de enfermagem do hospital, onde a enfermeira de plantão informou que Renata havia tirado o dia de folga. Aquela confirmação foi o suficiente para o pânico se instalar. Foi um descuido terrível. Renata ainda morava na casa de Isad
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