— Vá descansar. — Rodrigo reprimiu todas as emoções, voltando a um estado de completa calma. — Amanhã você ainda tem que trabalhar.Luísa virou-se e foi embora, sem dizer uma única palavra.No elevador, ela ainda pensava em conversar direito com ele. Se os motivos fossem suficientes, se ele estivesse disposto a mudar, se se desculpasse seriamente pelo que havia feito antes e garantisse que jamais repetiria os mesmos erros, ela poderia tentar perdoar um pouco do passado.Mas agora ela entendia que com ele, simplesmente não dava para conversar. Ele não queria deixar ninguém entrar no fundo do seu coração, nem estava disposto a contar tudo. Que tipo de comunicação assim poderia resolver algum problema?O elevador abriu no décimo oitavo andar, e ela saiu apressada.De repente, ela esbarrou em alguém. Sem nem ver quem era, ela se desculpou imediatamente:— Me desculpe.— Doeu demais. — Marina esfregava as costas, ela estava de costas para o elevador. — Por que você estava andando tão rápido
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