O rosto de Cláudio se fechou de vez, e o sorriso preso em seus lábios ficou rígido, quase impossível de sustentar.Um lampejo discreto de satisfação passou pelos olhos de Henrique. Então ele se virou, foi até Carolina e disse:— Vamos.Carolina fez um leve aceno para Cláudio e saiu com Henrique.Observando os dois se afastarem, Cláudio cerrou os punhos com força. Rangeu os dentes, tomado pela irritação, e deixou escapar um palavrão entre dentes.Lílian abriu a boca, hesitante:— Mano, eu...— Cala a boca. — Cláudio se virou de repente para encará-la. O peito subia e descia, pesado de raiva. Em voz baixa, mas afiada, falou pausadamente, marcando cada palavra: — Lílian, escuta bem o que eu vou te dizer. Você pode odiar a Carolina. Pode até tentar impedir que Henrique e Carolina fiquem juntos. Mas, se se meter, nem que seja um pouco, na minha tentativa de conquistar a Carolina, eu corto todo o seu dinheiro. E, a partir daí, nem pense em me chamar de irmão.Lílian abaixou a cabeça.O resse
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