À medida que o prazer os elevava ao limite da consciência, Aelar aproximou o rosto do pescoço de Lira, a saliva de suas presas brilhando no escuro.— Agora, Lira... — ele arfou, o peito batendo violentamente contra o dela. — Deixe-nos fazer a comunhão.— Faça... — ela gemeu, cravando os dentes no ombro dele para conter o grito de dor e prazer que subia por sua garganta.Aelar cravou as presas profundamente na lateral de seu pescoço, exatamente sobre a carótida.Lira arqueou as costas do leito, os dedos das mãos espalmando-se contra a terra enquanto o veneno do híbrido invadia seu sistema em uma descarga de calor paralisante que transformava a dor física em um prazer inimaginável. Ao mesmo tempo, Aelar começou a sugar o fluxo vital de Lira, o sangue doce e quente descendo por sua garganta, acalmando a ardência em suas gengivas e enfraquecendo a voz mística da deusa caída em sua mente com o tributo de pura essência vital.No segundo em que o sangue dela entrou no sistema dele, a barreir
Última atualização : 2026-09-03 Ler mais