— Mamãe!Ravi subiu correndo pela trilha estreita da montanha.Teresa enxugou discretamente as lágrimas no canto dos olhos, agachou-se e abraçou o filho.— Ravi, o que você veio fazer aqui?— Eu vim ajudar você, mamãe. Eu sei trabalhar.Ravi passou as mãozinhas macias nos olhos dela.— Mamãe, não chora. Eu vou crescer rapidinho.Ao ouvir aquelas palavras tão maduras para a idade dele, Teresa sentiu uma pontada de dor no peito. Ela se conteve, sem deixar que o filho percebesse sua tristeza, e forçou um sorriso.— Eu não estava chorando. Só entrou um pouco de poeira nos meus olhos.— Mamãe, eu sopro para você.Ravi segurou o rosto dela com as duas mãos, fez biquinho e soprou de leve. O sopro quente roçou as pálpebras de Teresa, fazendo seus olhos arderem ainda mais.Ela não seria destruída. Aquele casamento precisava acabar, e sua vida ainda tinha muito a melhorar.Mesmo assim, Teresa ainda tinha de agradecer a Jéssica, que lhe apresentara aquele trabalho na plantação de chá.Teresa era
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