Ela acelerou o ritmo, cavalgando com fúria agora, subindo quase até a cabeça do pau e descendo com força, batendo as nádegas contra as coxas dele. O som era alto, indecente: plap-plap-plap-plap, ecoando pela nave vazia, misturando-se aos suspiros dos santos de gesso que assistiam imóveis da parede. A boceta dela fazia barulhos molhados toda vez que engolia o pau, creme branco e porra antiga escorrendo pela base grossa e lambuzando as bolas dele.Padre Lucas segurou a cintura dela com mais força, ajudando o movimento, metendo para cima selvagem, batendo fundo a cada descida dela. Os seios de Clara pulavam descontrolados, e ele esticou as mãos, agarrando-os, apertando forte, puxando os mamilos duros como se quisesse arrancá-los.— Toma, sua vadia sagrada… toma esse pau bem fundo… olha como seus peitos balançam… tão grandes… tão safados… aperta mais essa boceta… ordenha o pau do seu padre… isso… assim… rebola esse cu arrombado enquanto cavalga…Clara inclinou o corpo para frente, apoiand
Last Updated : 2026-04-20 Read more