“Ela está dormindo”, disse Vivienne baixinho a George, que acabara de entrar em seu consultório. Sua voz estava cansada, mas calma. Evelyn havia chorado tanto que desmaiou, e Vivienne não sabia mais o que fazer. Seu turno havia terminado, e ela precisava ir para casa, então chamou George para ajudá-la.“Obrigado”, disse George com um suspiro de alívio. Ele estava ligando para o número de Evelyn, mas o telefone estava desligado. Ele se aproximou da pequena cama onde ela estava deitada e ficou olhando para ela em silêncio. Mesmo dormindo, ela parecia perturbada... suas sobrancelhas estavam franzidas, e suas mãos estavam fortemente cerradas.George soltou um suspiro profundo. Seu rosto estava sério, seus pensamentos pesados. Seu chefe, Denovon, havia pedido que ele verificasse como Evelyn estava, mas, pelo tom da voz de Denovon, George conseguia perceber que ele não estava feliz. Denovon raramente perdia a compostura, e, quando perdia, era sempre por causa de sua esposa, Emily.George nã
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