— Minha altura. Pra você saber que aqui não tem mulherzinha, entendeu querida? — respondi, mantendo a educação.— Hummm. Carlinhos, você vai matar a barata pra mim? — insistiu Raquel, ignorando o meu comentário.— Querida, pra você é Carlos. Sem intimidade com o meu marido. E não, ele não vai matar barata nenhuma. Entendeu, querida? — retruquei, com a voz firme.— Aí, Carlinhos, vai deixar ela mandar em você? — perguntou Raquel, me encarando, como se me desafiasse. Eu olhei para o Carlos, esperando a reação dele.— Raquel, é Carlos. E assim é aquela velha ditado: manda quem pode, obedece quem tem juízo. Então se a minha mulher quer, eu não posso fazer nada. Eu sou obediente a minha dona. Chama o zelador ou outro vizinho pra até ajudar — respondeu Carlos, com um sorriso, me defendendo.— Não precisa mais, eu mato ela sozinha — disse Raquel, saindo pisando duro.— Vai, barata descascada — murmurou Sophia.— Hahahahah, nossa, como que a minha mulher é ciumenta — riu Carlos.— Se eu sonha
Last Updated : 2026-10-18 Read more