Selena acordou no meio da noite com uma sensação estranha e quente espalhada entre as pernas. O corpo ainda carregava o cansaço gostoso daquela noite intensa com Caspian — a pele sensível, os músculos relaxados, o cheiro dele impregnado nos lençóis. Mas algo era diferente. Ela se mexeu devagar, a mão deslizando sob a barriga pesada, e sentiu a umidade. O colchão estava molhado. Não era suor. Não era o desejo residual. Era água. Clara, quente, inconfundível.O coração dela disparou, mas não de medo. Era uma certeza calma e profunda que se instalou no peito.— Caspian… — chamou, a voz ainda rouca de sono e de prazer recente. — Caspian, acorda.Ele resmungou, o corpo grande e quente se virando na cama. Os olhos se abriram devagar, ainda nublados.— O que foi, meu anjo? — murmurou, a mão já buscando a dela por instinto.— Vai nascer.A frase saiu simples, quase suave. Caspian ficou parado por um segundo inteiro, como se o cérebro precisasse processar aquelas duas palavras. Depois se sento
Última actualización : 2026-08-25 Leer más