Me estiquei para ele, tentando puxá-lo para cima de mim.Mas ele se segurou. Ele apoiou as mãos de cada lado da minha cabeça, mantendo o peso longe de mim, com o rosto a apenas alguns centímetros do meu. A voz dele saiu rouca quando sussurrou.:— Ariella, eu...Mas eu não estava ouvindo.Não queria ouvir seja lá qual desculpa ele estivesse prestes a dar. Eu não me importava.Então o puxei com mais força na minha direção e o beijei, desesperada, tentando queimar todo o espaço que ele insistia em colocar entre nós.A princípio, ele não cedeu, mas beijei com mais força, de forma mais insistente, até que ele soltou um gemido — baixo e profundo — e finalmente se entregou. A boca dele se moveu contra a minha e, simples assim, estávamos em sintonia de novo. Aquilo me deu forças. Esperança. Talvez estivéssemos finalmente indo na direção certa.Meus dedos deslizaram pelo cabelo dele, depois desceram para os ombros, massageando suavemente à medida que o beijo se aprofundava. Puxando-o a
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