“Eu não quero parar”, Seraphina sussurrou de volta, sua voz tremendo de necessidade crua.As palavras mal haviam saído de seus lábios antes A boca de Kai bateu contra a dela. Esse beijo foi mais profundo, mais faminto, quase desesperado. A língua dele deslizou contra a dela, saboreando-a, reivindicando ela enquanto suas mãos agarravam sua bunda, levantando ela mais alto contra a parede. Seraphina envolveu as pernas firmemente em volta da cintura dele, movendo sua boceta encharcada ao longo da espessura e latejante comprimento de seu pênis.“Porra, Sera,” Kai gemeu em sua boca, seu voz áspera e quebrada. “Você não tem ideia do quanto eu queria você desde que te vi ontem. Você mudou muito. Você sempre foi linda, mas agora... você está deslumbrante. Mais maduro, mais confiante, mais tudo. Eu não consegui parar de olhar para você durante todo o caminho até aqui.Seraphina gemeu descaradamente, girando os quadris para que ela dobras lisas e inchadas esfregavam contra seu eixo. O calor do s
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