A clínica estava às escuras, exceto pela única luz acesa na receção.Empurrei a porta exatamente às sete e entrei. A sala de espera estava vazia. O corredor, silencioso. O meu coração já estava acelerado, tão forte que o sentia entre as pernas. Eu ainda estava cheia do dia anterior; o sémen dele tinha vindo a escorrer lentamente durante todo o dia, e a cada gota quente que sentia, ficava mais molhada.Fui logo para a sala de exames, entrei e fechei a porta atrás de mim.A fechadura fez um clique. Mãos fortes agarraram-me por trás antes mesmo de me conseguir virar.O Dr. Harlan rodopiou-me, empurrou-me contra a porta e apertou-me os seios com as duas mãos. Apertou com força, de forma autoritária e quase punitiva, os dedos cravando-se na carne macia através da minha blusa fina. Ele não disse nada, a princípio. Apenas os massajou, pesados e deliberadamente cheios, os polegares a roçarem-me os mamilos até ficarem arrepiados e doridos.“Passei o dia todo a pensar nisso”, disse, com a voz
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