“Isso, vadia, chupa, sua puta.” “Você gosta disso, não é?” “Gosta de ter a boca fodida?” A voz de Adam era grave, autoritária. Meu corpo reagiu instantaneamente ao som dela.“Levanta agora”, ele ordenou, empurrando-me gentil, porém firmemente, para a cama. “Quero você de quatro, baby.”Eu obedeci. Ele recuou e tirou a camisa branca de trabalho, expondo o peito. Senti o dedo dele roçar na minha umidade. Quando ele se afastou, de repente investiu dentro de mim, preenchendo-me tão profundamente que ofeguei. Por um segundo, nem consegui processar a sensação de ser preenchida daquela forma. Então, ele começou a se mover lentamente.“Não me canso dessa buceta”, ele rosnou. “Olha para mim, baby. Quem tem permissão para te foder assim?”“É você”, respondi sem fôlego, agarrando os lençóis enquanto ele batia forte em mim por trás.Ele me virou de costas e prendeu minhas mãos na cabeceira da cama. “Boa garota. Agora vou colocar uma venda em você.”Ouvi o tecido se mover antes que a escuridão cob
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