A maçaneta da porta tremeu novamente, mais forte desta vez. A voz do meu pai interrompeu.“Eleanor! Abra esta porta imediatamente, estou ouvindo vozes.”A mão de Alexander ainda estava firmemente pressionada contra minha boca, seu corpo me prendendo contra a parede de pedra fria. Seu pênis já estava penetrando em mim, grosso, quente, me dilatando, apenas a glande, mas queimava de uma forma deliciosa. Eu estava tão molhada por ter gozado em seus dedos que podia sentir meu próprio líquido escorrendo pelas minhas coxas.Meu coração ia explodir.Ele não saiu, pelo contrário, avançou mais um pouco, forçando-me a recebê-lo mais. Um gemido abafado tentou escapar contra sua palma.“Shh”, ele sussurrou bem perto do meu ouvido, tão baixo que era quase imperceptível, sua voz rouca, tensa pelo esforço de se conter. “Nem um som.”Assenti freneticamente, lágrimas picando meus olhos pela mistura avassaladora de terror e necessidade. Meu pai estava ali, o homem que pregara sobre pecado e tentação tod
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