Jen encarou a foto, sentindo a bile subir: Sarah, claro, aquela vadia de quem ela não conseguia se livrar, que sempre queria tudo e todos que ela tinha. Marcus pegou o telefone, com o maxilar tenso. "Ela está tentando te machucar, não deixe."O estrago estava se espalhando; Jen já conseguia imaginar as consequências, os cochichos no escritório, o respeito perdido, o projeto que Sarah havia roubado agora transformado em arma."Eu não posso ficar aqui", disse Jen, com a voz baixa. "Não enquanto isso continuar nos assombrando."Marcus acariciou o rosto dela. "Então vamos embora. Juntos, na minha casa no interior, um pequeno feriado tranquilo, sem interrupções. Nos dê tempo para respirar. Para construir algo real."Jen olhou nos olhos dele: sem hesitação, sem joguinhos. Apenas ele, cru, desejando-a, tanto física quanto mentalmente; ela assentiu. "Tudo bem."Eles fizeram as malas com pouca bagagem, apenas algumas roupas para o interior no carro, a mão dele repousando na coxa dela, o polega
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