Priscila acordou com uma sede garganta seca, um incômodo que puxou sua consciência para fora do sono profundo. O quarto estava imerso em penumbra, apenas o brilho prateado da lua se filtrando pelas cortinas pesadas, desenhando faixas de luz no chão. Ela virou a cabeça para o lado, estendendo a mão sobre o lençol para tocar o ombro de Fernanda, mas seus dedos encontraram apenas o tecido frio e vazio. O espaço ao lado dela estava intacto; Fernanda ainda não tinha chegado.Ela se sentou na beira da cama, o movimento fazendo a camisola de seda branca deslizar sobre sua pele. O tecido, fino e adornado com estampas florais sutis, era quase translúcido sob a luz lunar. Sem sutiã por baixo, o peso de seus seios fartos puxava o tecido, e os bicos duros, resfriados pelo ar condicionado do quarto, marcavam a seda com clareza. A camisola era curta, mal cobrindo a curva de seus quadris largos, e a calcinha fio dental amarela aparecia por baixo do vestuário, um contraste vibrante contra a pele mor
Última atualização : 2026-08-04 Ler mais