Priscila começou a boiar de costas na água azul. Carlos ficou ali parado olhando pra o corpo escultural dela, a garganta seca, impossibilitado de formar palavras. Ele sabia que o mercado era distante, um detalhe que agora pesava como uma promessa de pecado o silêncio da casa se instalou, quebrado apenas pelo borbulhar constante do filtro da piscina e pelo farfalhar suave das folhas ao vento.Priscila mergulhou, emergindo com um jato de água que escorreu pelo pescoço e se perdeu nos seios fartos, o molho do biquíni ficando quase transparente com a umidade. Carlos caminhou até a borda da piscina. A água batia na margem, um convite hipnótico. Ele não tirou os olhos dela enquanto ela se apoiava na borda, o queixo apoiado nos braços cruzados, olhando para cima. — A água está ótima, Carlos — disse ela, a voz embargada pelo som da água. — Por que não entra?Ele não respondeu. Simplesmente desceu as escadas internas da piscina, a água subindo lentamente pelas pernas, fria e estimulante,
Última atualização : 2026-08-22 Ler mais