Moro perto do Conjunto Nacional e sempre dou uma passada por lá. Se você quer eletrônicos, sim, tem algumas lojas, mas não espere uma grande variedade. A 'Kalunga' tem um cantinho com acessórios e equipamentos de informática, e a 'Fast Shop' oferece produtos mais premium. Agora, se o que você busca é um lugar só focado nisso, pode ser um pouco frustrante.
A graça do Conjunto Nacional está justamente em ser um mix de tudo. Você pode sair de uma loja de eletrônicos, passar por uma butique e ainda pegar um café gourmet no mesmo lugar. É mais sobre a experiência do que sobre encontrar um paraíso tecnológico. Se for com essa mentalidade, dificilmente vai se decepcionar.
O Conjunto Nacional tem opções básicas de eletrônicos, mas nada muito especializado. Lojas como 'Fast Shop' e 'Kalunga' estão presentes, então se você precisa de um fone de ouvido rápido ou um carregador, dá para resolver. Mas se o plano é comparar modelos de celulares ou montar um PC gamer, melhor ir para outros lugares. Ainda assim, a praticidade de ter tudo num só lugar, desde livros até eletrônicos, faz com que valha a pena dar uma olhada.
Lembro de passar pelo Conjunto Nacional em São Paulo e ficar impressionado com a variedade de lojas. Além das marcas conhecidas de moda e alimentação, tem algumas lojas de eletrônicos, mas não é o foco principal do shopping. Acho que o mais famoso por lá é a 'Fast Shop', que vende desde TVs até smartphones. Se você está procurando um lugar específico para comprar gadgets, talvez valha mais a pena ir em lugares como a Santa Ifigênia ou o Centro, onde a concentração é maior.
Dito isso, o Conjunto Nacional tem um charme único. Mesmo não sendo o destino número um para tech lovers, a atmosfera do lugar e a conveniência de ter algumas opções eletrônicas misturadas com outras lojas fazem valer a visita. Sem contar que a livraria Cultura dali é um ótimo lugar para dar uma respirada entre uma compra e outra.
2026-07-16 20:37:50
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Outono fresco
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Com o rosto em chamas, peguei o celular e atendi à chamada em vídeo.
Do outro lado da linha, meu marido, com os olhos fixos, dava uma ordem atrás da outra. Ele não percebia que, fora do enquadramento, a cabeça de um jovem se movia inquieta entre minhas pernas.
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Em Vale Central, Felipe Fagundes e eu éramos o casal mais comentado, e mais hostil da cidade.
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Quando a enchente chegou, Felipe, sempre tão cruel nas palavras, abriu mão do último lugar no bote salva-vidas e o deixou para mim.
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Eu quis voltar para salvar ele, mas fui impedida.
No fim, só pude ver ele ser engolido pela enchente.
A equipe de resgate chegou tarde demais.
O corpo dele, já em decomposição, ainda segurava com força o medalhão de jade da Mônica, impossível de tirar das mãos dele.
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