Eu estava dando uma olhada nos trailers dos filmes de terror que vão lançar esse ano e fiquei impressionado com algumas pérolas. 'Imaginary' parece que vai mexer com a cabeça da galera, brincando com aquela velha questão do amigo imaginário que pode não ser tão inofensivo. A direção tem um clima pesado, quase sufocante, e os efeitos práticos são um alívio num mundo cheio de CGI.
Já 'The First Omen' está sendo chamado de prequel digna do clássico 'The Omen'. A atmosfera religiosa sombria e os sustos bem construídos me lembram porque adoro esse subgênero. E claro, não dá para ignorar 'Longlegs', com o Nicolas Cage fazendo aquela atuação bizarra que só ele sabe entregar. O filme promete um terror psicológico com um vilão que vai ficar na sua cabeça por dias.
Acho que 2024 está sendo um ano forte para os fãs de terror. 'Late Night with the Devil' me chamou atenção pela proposta: um talk show nos anos 70 que vira um pesadelo sobrenatural. A fotografia vintage e a premissa criativa são refrescantes. Outro que anotei foi 'Speak No Evil', remake de um terror europeu brutal. A versão original já era ótima, então estou curioso para ver se mantêm a mesma tensão insuportável. E tem 'Abigail', que mistura vampirismo com sequestro – uma combinação que pode dar muito certo ou muito errado, mas a Universal Pictures geralmente acerta nesse tipo de produção.
Curto demais filmes de terror que jogam com o folclore, e 'The Strangers: Chapter 1' parece que vai resgatar a essência do primeiro filme – invasão de casa, vilões mascarados e zero explicações. Simples e eficaz. Outro que me fisgou foi 'Tarot', baseado em cartas do tarô amaldiçoadas. A ideia de objetos cotidianos virando armas do mal sempre me pegou desde 'O Chamado'. E claro, 'Wolf Man' com Christopher Abbott tem tudo para ser uma releitura sombria do clássico monstro. O trailer já mostra uma fotografia linda e um clima de desespero que combina perfeitamente com o gênero.
Sabe aquela sensação de assistir a um filme de terror e ficar olhando para os cantos da sala depois? É o que 'The Watchers' promete. Dirigido pela Ishana Night Shyamalan (filha do M. Night), o filme tem uma vibe claustrofóbica e mistérios que lembram os melhores trabalhos do pai dela. Também estou de olho em 'A Quiet Place: Day One', que expande o universo da franquia. A premissa de silêncio = sobrevivência sempre me prendeu, e ver como Nova York lida com isso deve ser épico. E não posso esquecer de 'Cuckoo', que parece misturar 'The Stepford Wives' com algo muito mais perturbador.
2026-05-19 17:54:50
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A Míope se Mete num Jogo de Terror
Nanda Santos
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Eu entrei num jogo de terror e, por causa da miopia pesada, não enxerguei nada direito.
Acabei cuidando da menina sinistra de vestido ensanguentado como minha filha, tratando o Boss final como marido, e honrando as velhas entidades como meus pais.
Na primeira vez que encontrei o Boss, agarrei os músculos do abdômen dele e suspirei:
— Que corpo ótimo… Pena que só é meio baixinho.
O Boss riu de raiva, encaixou a própria cabeça de volta no pescoço e rangeu os dentes:
— Tenho 1,86m. Olha de novo agora.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
Eu sou a heroína de uma história erótica.
Meu talento? Transformar qualquer coisa que seja escaldante ou gélida em algo intensamente provocante.
No primeiro dia em que cheguei a um jogo de terror, o chefe mandou todos escolherem como queriam morrer.
Eu sorri e respondi:
— Quero falta de ar, pernas trêmulas, olhos vidrados… e um prazer tão intenso que me leve à morte.
Chefe:
— ???
Após a Grande Guerra entre os três clãs — Humanos, Dragões e Lobos — uma maldição caiu sobre os dois mais poderosos: os descendentes de sangue puro dos Dragões e Lobos perderam a capacidade de herdar todo o seu poder.
Para preservar a força de suas linhagens, os reis de cada clã passaram a depender de uma única saída: gerar herdeiros com uma mulher humana portadora de Bênçãos.
Aquele que primeiro tivesse um filho mestiço e poderoso garantiria ao seu povo o domínio sobre os três clãs por cem anos.
Em minha vida passada, fui escolhida para casar com Silas Hector, o Rei dos Lobos de Prata, um homem que aparentava ser gentil, mas escondia uma alma fria como o gelo.
Um ano após o casamento, dei à luz um filho meio lobo que herdou todo o poder da linhagem. Silas venceu a disputa, e os Lobos governaram o mundo por um século.
Minha irmã, Lucia, fascinada pelo magnífico Dragão de Prata, se casou com seu rei. Mas os dragões eram arrogantes e imprevisíveis. Em um acesso de fúria, ele destruiu o útero de Lucia e matou o filho que ela carregava. Ela ficou estéril.
Tomada pela inveja, Lucia me assassinou com uma facada em plena reunião de família.
Quando abri os olhos, voltei ao exato momento que antecedia o Casamento dos Três Clãs.
Lucia também voltou no tempo... e correu para a cama de Silas.
Mas ela não sabia de uma coisa: Silas nunca amou humanas. Ele apenas se divertia em destruí-las.
Agora, com o passado nas minhas mãos e a verdade diante dos olhos, eu não lutarei por amor. Lutarei por vingança.
+21 Conteúdo explícito, tabu e viciante.
Você vai se arrepender. E ainda assim vai querer mais.
Ela gemia, mesmo quando sabia que era errado.
Ele apertava mais forte, puxava mais fundo e ela pedia mais.
Em Tabu: Amarras & Pecados, te leva por caminhos onde o desejo tem gosto de pecado, cheiro de couro, som de correntes e o peso de nomes que não deveriam estar na sua cama.
Aqui, o prazer é bruto, proibido, quente como ferro em brasa.
São contos que misturam submissão e poder, sangue e luxúria, amarras físicas e emocionais, corpos que se reconhecem mesmo quando o mundo diz que não deveriam.
Irmãos. Padrastos. Professores. Alunas.
Cada história é um convite indecente e você vai aceitar.
Esta coletânea não é para os fracos.
É para quem goza com a consciência suja, o corpo marcado e a alma em chamas.
Tem um filme de terror que tá me deixando ansioso desde que vi o trailer: 'The Watchers', dirigido pela Ishana Night Shyamalan. A atmosfera parece puxar muito aquela vibe de mistério sobrenatural, com uma floresta assombrada e criaturas desconhecidas. A premissa lembra um pouco 'The Village', mas com um toque mais sombrio. Acho que pode ser uma boa pedida pra quem curte terror psicológico, mas ainda não dá pra cravar se vai entregar tudo que promete.
Outro que chamou minha atenção foi 'Longlegs', com o Nicolas Cage. O trailer é perturbador, cheio de simbolismos e uma fotografia que parece saída de um pesadelo. Cage sempre entrega quando o papel é bizarro, então tô torcendo pra que esse seja mais um daqueles filmes que ficam na sua cabeça por dias.
Fiquei completamente vidrado nas novidades do terror em 2024! Um que me prendeu desde o primeiro trailer foi 'The Blackening 2'. A mistura de humor ácido com sustos bem construídos lembra os clássicos dos anos 90, mas com uma pegada atualizada. A direção de arte é impecável – cada cenário parece saído de um pesadelo claustrofóbico. E que elenco! A química entre os protagonistas transforma aqueles momentos de respiro entre os sustos em pequenas joias de caracterização.
Outro que me surpreendeu foi 'Late Night with the Devil'. A premissa de um talk show noturno invadido por entidades sobrenaturais poderia ser só mais uma fórmula repetida, mas a fotografia em tons sépia e os planos-sequência vertiginosos elevam o material. Dá pra sentir a influência de 'Prince of Darkness' do Carpenter, mas com um ritmo mais frenético. A cena do corredor com as luzes piscando já entrou pro meu top 5 momentos de terror da década.
Meu coração ainda bate acelerado só de lembrar de 'Immanence', um filme que mistura terror sobrenatural com uma pegada psicológica arrepiante. A direção de arte é impecável, criando uma atmosfera claustrofóbica que te persegue até depois dos créditos. A trilha sonora, cheia daqueles sustos clássicos, mas bem dosados, me fez pular do sofá mais vezes do que gostaria de admitir.
E não posso deixar de mencionar 'The Watchers', baseado no livro de A.M. Shine. A adaptação consegue capturar a essência da obra, com um suspense que vai escalonando até um final de tirar o fôlego. Os efeitos práticos são um respiro no meio de tantos CGI, dando um peso real às cenas mais tensas.
Meu coração ainda está acelerado depois de assistir 'Duna: Parte Dois'! Denis Villeneuve superou todas as expectativas com essa continuação. A maneira como ele expande o universo de Frank Herbert é cinematograficamente deslumbrante – cada quadro parece uma pintura em movimento. Os atores entregam performances incríveis, especialmente Timothée Chalamet como Paul Atreides, que mostra uma evolução impressionante desde o primeiro filme.
E não posso deixar de mencionar a trilha sonora de Hans Zimmer, que elevou cada cena a um nível épico. Se você gosta de ficção científica com profundidade filosófica e visual espetacular, esse é obrigatório. Já marquei minha segunda ida ao cinema!
Não dá para falar de terror em 2024 sem mencionar 'Imaginary'. A premissa parece boba — um urso de pelúcia assombrado — mas a direção transforma o conceito numa experiência visceral. Os jumpscares são calculados com precisão cirúrgica, e a fotografia em tons de vermelho e preto cria uma atmosfera de conto de fadas distorcido. A protagonista, uma cuidadora infantil, tem nuances que vão além do arquétipo 'final girl'.
O filme também brinca com a ideia de memórias traumáticas se materializando, algo que lembra 'The Babadook', mas com uma abordagem mais surreal. A cena do corredor com luzes piscando já está no meu top 3 momentos de terror deste ano. E olha que nem sou fácil de assustar!