O Que Dizem Por Ai Sobre O Final Da Série The Last Of Us?
2026-02-08 04:23:19
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LuizMesa
Bibliófilo
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4 Answers
Kellan
Leitor
Barista
Lembro que quando terminei de assistir ao último episódio de 'The Last of Us', fiquei sentado no sofá por uns dez minutos só processando tudo. Aquele final aberto dá um nó na cabeça, né? Joel toma uma decisão que muda tudo, e a gente fica dividido entre entender o lado dele e questionar se foi certo. A série conseguiu manter essa ambiguidade que fez o jogo ser tão especial.
E tem uma galera reclamando que não teve um fechamento tradicional, mas eu acho que é justamente isso que faz a história ser tão impactante. A relação entre Joel e Ellie é tão complexa que um final 'feliz' ou 'trágico' pronto não faria jus. Fica aquela sensação de que nada é preto no branco, especialmente num mundo pós-apocalíptico.
2026-02-09 12:58:46
19
Chloe
Apoiador
Assistente
Sabe o que me pegou no final? A maneira como a série lida com a moralidade. Joel não é um herói, e Ellie não é uma inocente. Ele faz algo horrível por amor, e ela nem sabe direito o que aconteceu. A internet tá cheia de fóruns discutindo se ele foi egoísta ou protetor. E o mais interessante é que não tem consenso! Depende muito da sua própria visão de mundo. Tem quem defenda que ele salvou ela de um destino pior, e outros que acham que ele roubou a chance de salvar a humanidade. A série não dá respostas fáceis, e isso é brilhante.
2026-02-10 06:40:34
12
Theo
Crítico
Chef
Eu acompanhei cada episódio com um grupo de amigos, e nossa discussão pós-final foi épica. Alguns acham que o final foi perfeito porque mantém a essência do jogo: escolhas difíceis, consequências pesadas. Outros esperavam mais ação ou um twist maior, mas pessoalmente, acho que o quiet drama foi o mais acertado. A cena final, com Ellie perguntando se Joel está falando a verdade e ele mentindo descaradamente, é de cortar o coração.
E tem um detalhe que pouca gente comenta: a trilha sonora naquela hora. Aquela música melancólica que vai ficando mais tensa conforme a cena avança? Perfeição. A série soube usar silêncios e sons pra criar um clima que palavras não conseguiriam.
2026-02-10 14:37:40
9
Isabel
Leitor útil
Motorista
O que mais me impressionou foi como o final consegue ser tão pessoal. Dependendo do que você valoriza — família, sobrevivência, ética —, sua interpretação muda completamente. Joel escolhe Ellie acima de tudo, e isso é lindo e assustador ao mesmo tempo. A internet tá dividida, mas eu adoro isso. Uma história que gera debate é uma história que mexeu com as pessoas. E aquela última cena, com Ellie dizendo 'okay'? Caramba, quanta coisa num simples 'okay'. Dá pra sentir a desconfiança dela, a dor, o amor, tudo junto. A série acertou em cheio.
2026-02-13 07:36:55
7
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No dia em que a família de Miguel Borges faliu, ele deixou uma carta de despedida e foi sozinho para as montanhas nevadas com a intenção de se suicidar.
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Quando meu coração já estava em frangalhos, vi a secretária dele fazendo uma transmissão ao vivo no Instagram do pedido de casamento.
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A resposta dele foi extremamente fria: [Eu só prometi a ela o título de esposa. O resto, nem pense em querer.]
[Ela entrou na família trazendo cem milhões de dólares em investimento. Vai engolir esse desaforo assim mesmo?]
Foi como se eu visse Miguel, do outro lado da tela, soltando um riso de desdém ao responder: [Cem milhões de dólares em troca do status de esposa, ela não sai perdendo. Se não fosse por ela, a Luana não teria sido forçada a ir para o exterior. Esses últimos dias são a minha compensação para a Luana.]
Minhas unhas cravaram na carne. Queimei tudo o que dizia respeito a ele.
No dia do casamento, ele enlouqueceu me procurando por toda parte.
Mas, no salão de festas do outro lado da avenida, eu acabava de colocar no dedo o anel de diamante que outro homem havia me dado.
Ele não sabia que, enquanto contava os dias para o fim do nosso relacionamento, eu também me preparava para me casar com outra pessoa.
No dia em que minha irmã gêmea, Alexia Cavanaugh, e eu completamos vinte e dois anos, eu desmaiei e descobri que tinha câncer em estágio terminal.
Ignorando a recomendação do médico para ser internada, saí do hospital. Tudo o que eu queria era passar um último aniversário com minha família, sem preocupações.
Mas quando cheguei à festa, uma funcionária me impediu na porta e disse que o local havia sido reservado exclusivamente para Alexia. Pessoas de fora não tinham permissão para entrar.
Através do vidro, observei meu irmão segurando o bolo enquanto meu pai colocava um chapéu de aniversário na cabeça de Alexia. Até meu namorado estava lá, sorrindo enquanto ela fazia um pedido.
Fiquei parada ali por meia hora, segurando o celular, até que meu namorado finalmente atendeu minha ligação.
— Eu estava no hospital agora há pouco. Eu—
Ele me interrompeu.
— Ophelia, você sempre foi saudável. Hoje era o aniversário da Lexi. A gente conversava depois.
Mas aquele dia não era meu aniversário também?
Minha mãe morreu ao me dar à luz. Mais tarde, o médico explicou que eu havia absorvido mais nutrientes no útero, deixando Alexia frágil desde o início.
E, assim, todos decidiram que eu deveria sempre ceder à minha irmã gêmea, que nasceu cinco minutos antes de mim.
Amassei o laudo com o diagnóstico de câncer e o joguei no lixo.
Cansei de deixar o favoritismo deles me machucar.
Nunca recebi o amor deles mesmo.
Então, daquela vez, eu escolhi ir embora. Para sempre.
Era meu aniversário. Eu achei que ele fosse me levar à praia para ver os fogos de artifício, mas ele levou outra mulher e a filha dela.
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Era justamente essa leveza que fazia até mesmo a minha raiva parecer exagerada.
Ele colocou as duas no carro, colocou pessoalmente o cinto de segurança da criança e, sorrindo para mim, disse:
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Aquela cena era a surpresa que eu mesma tinha preparado para o meu aniversário.
Nos comentários, só tinha:
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O final de 'The Last of Us' é um daqueles momentos que fica martelando na sua cabeça dias depois de terminar o jogo. Joel toma uma decisão que é moralmente questionável, mas completamente humana: ele salva Ellie, destruindo qualquer chance de uma cura para a humanidade. A beleza disso está na ambiguidade. Você fica dividido entre entender o amor paterno dele e questionar se o sacrifício de tantas vidas valeu a pena. A cena final, onde Ellie parece suspeitar da verdade, mas escolhe confiar nele, é de cortar o coração. Não existe certo ou errado aqui, só sobrevivência e escolhas impossíveis.
E isso é o que torna a narrativa tão poderosa. Na vida real, nem tudo é preto no branco, e 'The Last of Us' captura essa complexidade perfeitamente. Joel não é um herói tradicional, e Ellie não é uma salvadora inocente. São personagens cheios de camadas, e o final reflete isso. Você sai do jogo pensando sobre o que faria no lugar deles, e é essa reflexão que fica reverberando.
O final de 'The Last of Us Part 2' é uma mistura de alívio e melancolia que fica ecoando na mente por dias. Depois de toda aquela jornada brutal de vingança, Ellie finalmente confronta Abby naquela praia ensanguentada, mas no último momento, ela desiste. A imagem dela tentando tocar violão com os dedos machucados, incapaz de reproduzir a música que Joel lhe ensinou, é devastadora. Percebi que o jogo não era sobre vencer, mas sobre perder – a sanidade, o amor, até pedaços de quem você era.
O que mais me pegou foi a dualidade das narrativas. Você passa horas odiando Abby, só para entender suas motivações e quase torcer por ela. A cena final, com Ellie deixando o violão de Joel para trás na casa vazia, simboliza que algumas cicatrizes nunca fecham. É um daqueles finais que te obriga a repensar cada escolha violenta que você fez durante o jogo.
Lembro que quando terminei 'The Last of Us', fiquei sentado no sofá por uns dez minutos só processando o que tinha acontecido. Aquele final não foi o que eu esperava, mas foi o que precisava. Joel tomando aquela decisão egoísta, mas tão humana, de salvar Ellie custe o que custar... me fez questionar o que eu faria no lugar dele. A Neogaf e o Reddit explodiram com teorias depois do lançamento - uns defendendo que ele estava certo, outros chamando ele de monstro. A magia tá aí: não tem resposta certa, só sentimentos conflitantes e um monte de discussão apaixonada.
E sabe o que é mais louco? Anos depois, ainda tem gente debatendo se Ellie sabia da verdade ou não. A ambiguidade da cena final, com ela falando 'ok'... cara, isso foi genial. Na moral, poucos jogos conseguem gerar tanto impacto emocional e discussão prolongada como esse.