Sessão Da Tarde Hoje Na Globo: Qual É O Filme Do Dia?
2026-03-18 01:48:27
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Ryder
Dica boa
Comerciante
Descobrir o filme da Sessão da Tarde é sempre uma surpresa gostosa! Hoje a Globo trouxe 'O Diabo Veste Prada', aquele clássico com Meryl Streep e Anne Hathaway que mistura moda, ambição e diálogos afiados. A história da Andy Sachs, uma jovem jornalista que cai de paraquedas no mundo cruel da alta costura, ainda é incrivelmente cativante.
O que mais me pega nesse filme é como ele equilibra humor e crítica social. A Miranda Priestly (Streep) é um dos vilões mais memoráveis do cinema, mas você acaba entendendo suas motivações. E a trilha sonora? Perfeita para aquele clima 'fofoca no escritório'. Se você nunca assistiu, tá perdendo um pedaço da cultura pop dos anos 2000!
2026-03-21 02:26:00
15
Quinn
Especialista
Jornalista
Hoje a Sessão da Tarde acertou em cheio com 'As Patricinhas de Beverly Hills'. Aquela comédia cult dos anos 90 com Alicia Silverstone é puro suco de nostalgia! A Cher Horowitz e seu guarda-roupa icônico, os dilemas adolescentes exagerados, até a escada rolante da abertura virou meme.
O filme envelheceu como vinho em alguns aspectos (as piadas ainda são ótimas) e como leite em outros (alguns estereótipos são bem anos 90). Mas aquele final com o casamento improvável e ela descobrindo que notas não definem caráter? Ainda arranca sorrisos.
2026-03-23 10:08:35
4
Vivienne
Boa opinião
Agente
Ai, que nostalgia me deu quando vi a programação! Hoje passou 'Matilda', a adaptação do livro do Roald Dahl sobre a menina genial com poderes telecinéticos. Lembro de assistir na infância e ficar fascinado com aquele mundo onde livros eram armas contra adultos opressores. A cena do bolo de chocolate ainda me dá água na boca!
Danny DeVito dirigiu com um olhar tão especial para a magia da infância. E a trilha sonora daquele piano? Marcante demais. É daqueles filmes que você reassiste adulto e descobre novas camadas - a crítica ao sistema educacional, por exemplo, fica ainda mais evidente. Cinema que encanta gerações!
2026-03-24 15:35:43
6
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Sem Sonhos
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Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
— Filha, vou te ensinar como se tornar uma mulher de verdade, você vai obedecer direitinho, não vai?
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
Ah, a sessão da tarde na Globo é sempre aquela surpresa gostosa! Hoje eles estão passando 'O Sorriso de Mona Lisa', com a Julia Roberts. Adoro como esse filme mistura drama e reflexão sobre o papel da mulher nos anos 50. A trilha sonora e a fotografia são impecáveis, e aquele final ambíguo dá pano pra manga nas discussões pós-filme.
Lembro que assisti pela primeira vez num domingo chuvoso, grudada no sofá com um cobertor. Desde então, toda vez que passa, eu paro pra ver pelo menos a cena da aula de arte – arrepio garantido!
Hoje é domingo, e a Globo sempre surpreende com aqueles filmes que a gente ama ver no sofá, pipoca na mão e sem compromisso. Dá uma sensação gostosa de nostalgia, né? A programação da tarde geralmente traz clássicos ou filmes mais recentes que marcaram época. Sei que muita gente fica na expectativa pra saber qual vai ser o filme, mas infelizmente não tenho como checar a grade em tempo real aqui. O que posso sugerir é dar uma olhada no site oficial da Globo ou até no 'X' (antigo Twitter), onde sempre tem alguém comentando.
Lembro de uns domingos passados que pegaram 'O Guarda-Costas' com a Whitney Houston e o Kevin Costner – aquele filme é puro ouro! Ou então 'Matrix', que mesmo depois de tantos anos ainda prende a gente. Se hoje for algo nesse nível, já valeu a pena. A dica é: se você curte aquele clima descontraído da sessão da tarde, vale a pena ficar de olho. Às vezes a Globo repete os filmes depois no VOD, então mesmo se perder, ainda tem chance de recuperar.
Ah, a Sessão da Tarde sempre traz aquela nostalgia maravilhosa, né? Hoje, segundo a programação da Globo, o filme escolhido é 'O Diário da Princesa', com a Anne Hathaway. Me lembro de assistir quando era adolescente e ficar sonhando com aquela vida de contos de fadas em Genova. A Mia Thermopolis é tão relutante no começo, mas a jornada dela de descobrir que é uma princesa é cheia de momentos engraçados e emocionantes.
A trilha sonora também é incrível, com aquelas músicas que grudam na cabeça. E quem não ama a Julie Andrews como a avó da Mia? A química entre elas é tão especial. Se você tá em casa hoje, vale a pena dar uma pausa e reviver esse clássico dos anos 2000. Eu já tô aqui planejando meu lanchinho pra acompanhar!