Genesis
No dia de seu terceiro aniversário de casamento, Sophia está ao lado do marido — apenas para ser descartada.
Diante de toda a alcateia, o Alfa Marcus anuncia que encontrou sua verdadeira companheira de destino. Os gritos de comemoração são ensurdecedores. A traição é pública. E espera-se que Sophia, antes a Luna, se afaste com elegância enquanto sua substituta, Lila, finge ser uma vítima inocente.
Marcus implora por compreensão. Lila sorri em meio a lágrimas falsas. E Sophia, humilhada, mas não derrotada, faz o impensável: ela rompe o vínculo e vai embora.
Mas a traição não termina com a rejeição.
Momentos depois, Sophia cai ao chão com uma dor excruciante, envenenada pelo mesmo vinho que Lila lhe oferecera. À medida que a morte se aproxima, ela descobre a verdade mais sombria de todas: Lila não é apenas uma rival... ela é uma bruxa.
Assassinada e descartada, Sophia deveria ter partido para sempre.
Em vez disso, ela acorda um dia antes — de volta ao momento anterior ao aniversário, à traição e à sua morte.
Desta vez, ela se lembra de tudo.
E, desta vez, Sophia não está ali para ser humilhada.
Ela está ali para se vingar.
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