Não diga que me Ama
— respondeu, com um sorriso educado que começou a vacilar assim que percebeu minha expressão.
— Sou o detetive Denis Hernandes, da 12ª DP.
— Aconteceu alguma coisa com a Duda ou com a Clara?
Antes que eu respondesse, um homem alto, de ombros largos e expressão severa, entrou. O terno impecável, o relógio caro, cada detalhe gritava riqueza, mas o olhar era frio e inquisitivo.
— O que Eduarda aprontou dessa vez.