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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar

Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar

Capítulo 177 — Porra grandão. Christopher Lawson Dom e eu descemos até o subsolo, fomos rendidos, viramos o jogo, mas no final o pior aconteceu. Dominic ainda estava se recuperando do tiro, e na luta com um dos cretinos os pontos abriram. Pelo visto, o maldito aproveitou disso para feri-lo ainda mais.
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Sheila Coppola
Pri, posso dar uma sugestão de personagem? Esses homens, são simplesmente maravilhosos. Acho, que muitas de nós, suas leitoras, desejariamos qualquer um deles dentro da nossa realidade. Coloque uma personagem gordinha,cheinha como personagem numa história como parceira de um desses. ;)
Mariana Santos
sem palavras pra esse livro. emoção do início ao fim. personagens perfeitos, escrita perfeita e esse final? chorei muito. parabéns Pri, você é uma escritora incrível com uma sensibilidade que é impossível não se sentir dentro do livro. E agora, bora pro próximo ...️
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A submissa do Sheik

A submissa do Sheik

A submissa do Sheik Prólogo São Paulo, Brasil. Uma semana antes... Morgana desfila pela passarela, seu corpo esguio ondula suavemente com o gingado do quadril. Usa um vestido longo, no tecido lurex e com detalhes em paetê. A fenda nas pernas expõe as longas coxas torneadas. A peça justa marca a cintura delgada e delineia perfeitamente o traseiro da modelo. Na parte da frente, um decote profundo mostra o vale dos seios.
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Vendida Para o Ceo Dominante

Vendida Para o Ceo Dominante

Corpo do e-mail: “É fria. Aciona o nosso contato e manda ele cavar até o inferno se for preciso. Quero nome, rosto e motivo.” Não preciso escrever mais. Ele vai entender. Pietro sabe exatamente a quem recorrer quando digo “nosso contato no submundo”. Esse é o lado da cidade que não aparece em relatórios da polícia, nem em manchetes. É o lado que corre por fora, onde a informação custa caro, mas sempre aparece. Fecho o notebook. Olho para a cama. Angel se mexe levemente, como se sentisse que a atenção voltou para ela. A luz fraca do abajur desenha a curva do pescoço, o contorno da bochecha, o cabelo espalhado no travesseiro.
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 ENTREGUE AO DOM

ENTREGUE AO DOM

—A lista de clubes aparecia uma a uma, cada nome mais obscuro que o anterior, enquanto os endereços se desdobravam em locais que não existiam em mapas comuns, sussurros de operações que dançavam na linha entre realidade e ilusão. Eram, de fato, portais para o submundo, camuflados pela neblina de camadas sucessivas de anonimato, criptografia, corrupção e medo. — Esses clubes eram como fantasmas em uma casa assombrada, esquivando-se constantemente da luz da lei, invisíveis e inatingíveis, mas muito vivos nas noites obscuras, alimentando a imaginação e a curiosidade dos que ousavam aproximar-se.
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EU NÃO SOU SUBMISSA

EU NÃO SOU SUBMISSA

As paredes de pedra fria, iluminadas por arandelas de ferro, davam a impressão de um castelo antigo. Ao chegar ao subsolo, um corredor estreito se abriu diante de mim. Portas com nomes discretos gravados em placas: Arcádia, Éden, Coliseu... Eu lia cada um como quem lê palavras proibidas. Mas a última porta, a mais pesada, me fez estremecer: Sala de Sodoma e Gomorra. A mulher parou diante dela e me olhou como se soubesse que eu tremia por dentro.
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Um ventre humano para as criancas do alfa

Um ventre humano para as criancas do alfa

Lúmina rugia e lutava, tentando se soltar do aperto de Atka, enquanto Gael tentava ressuscitar Clara, que havia caído a seus pés convulsionando. O ar se espessou com o cheiro de cobre e enxofre, uma mistura que anunciava apenas uma coisa: o Submundo estava tocando nosso mundo. Lúmina se contorcia sob minhas mandíbulas, seus olhos prateados agora manchados de veias vermelhas como veias envenenadas. Suas garras rasgaram meu peito, mas não cedi. Não podia. —¡Claris! —rugí, embora soubesse que ela não me ouviria. Não era ela quem lutava agora. Era a sombra que havia entrado em seu corpo, a mesma que havia usado Clara como porta.
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