Predestinado
Ela o levou a uma sala bem diferente, com uma pequena mesa no centro, contendo tinteiro e papel, e uma espécie de rolo que desenrolava do teto ao chão.
Astrid explicou que aquela era a sala dos oráculos, onde todas as profecias e previsões eram escritas. Ela contou uma peculiaridade sobre a visão do futuro envolvendo morte: eles não podiam interferir. Se, ao tocar em alguém, vissem sua morte ou a de alguém próximo, não poderiam dizer diretamente.
O máximo que podia fazer era dar dicas a essas pessoas. Se contassem sobre a morte que viram, perderiam seus poderes. Astrid achava isso injusto, pois acreditava que poderiam avisar e evitar a morte de alguém.