Protegida Pelo Mafioso
Não faltava muito, quando as mãos dele seguraram a minha, me impedindo de continuar.
— Eu menti para você, Lizzie. — me virei de frente para ele, sentindo minha testa franzir em confusão, mas seu rosto continuava do mesmo jeito, tomado por tristeza. — Todo esse tempo eu não te contei a verdade, mas agora não chegou a hora. Meu nome não é Cris Miller, eu sou na verdade, Vittorio Rossi, o homem que deveria estar sentado na cadeira de Don da Cosa Nostra, a máfia.
Eu sorri e dei um tapinha em seu peito. Por um instante ele tinha me feito acreditar naquelas palavras, ao menos até a parte da máfia ele foi convincente.