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The Coffin He Built for Love

The Coffin He Built for Love

I’m a werewolf, eight months pregnant with my vampire mate's hybrid child. When the contractions hit, my vampire mate, Justin, locked me in an ice coffin carved with runes meant to suppress childbirth. I screamed. I begged him. He just said, "Wait." But this was all for his childhood sweetheart. Isolde. The pureblood vampire had used dark blood magic to carry his pure-blood heir without having sex. The first vampire child born in a millennium would receive the Progenitor's ultimate blessing. It would purify the bloodline. It would break a curse generations in the making. "That honor belongs to Isolde's child," Justin said, his voice pure ice. "You already have my love, Gracie. This coffin just ensures you give birth after her." The pain of the contractions tore through me. I begged him to take me to the Bloodspring Sanctuary. He leaned in, his cold fingers gripping my chin. "Stop the act. I should have seen it sooner. You never loved me. You were an outcast in the werewolf world. You only wanted my power and my title." "You're so desperate you'd risk our child with your savage wolf tricks, just to ruin a pureblood's blessing... You're poison." Tears streamed down my face. I trembled, my voice shattering. "The baby's coming—I can't stop it. Please, I'll make a blood oath. I don't care about the blessing. I just want you!" He scoffed, a hint of pained betrayal in his eyes. "If you loved me, you wouldn't have run to my mother. You wouldn't have poisoned her mind against Isolde." "I'll be back after she receives the blessing. After all, the child you're carrying is mine, too." He stood guard outside the sanctuary where Isolde's ritual was taking place. He didn't give me another thought. Not until he saw the halo of the blessing crown Isolde. He ordered his blood thrall to release me. But the thrall's voice trembled with terror. "My lord… Lady Gracie and the child… their life signs… they're gone." In that instant, Justin’s world shattered.
Short Story · Vampire
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O Caixão que Ele Construiu por Amor

O Caixão que Ele Construiu por Amor

Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro. Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto. Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse: — Espere. Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde. A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele. Uma antiga profecia assombrava o clã. O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor. Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações. — Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo. — Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela. A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue. Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça. — Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título. — Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo. — O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você! Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos. — Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde. — Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha. Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia. Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde. Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror. — Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram. Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
Short Story · Vampiro
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